LENDO DE TUDO

E – é lógico – tudo ao mesmo tempo aqui e agora!

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O filho da máfia (Son of the mob)
Gordon Korman (trad. Marcelo Mendes)
Arxjovem – 2005
Vince Luca leva uma vida não muito diferente das dos outros rapazes de 17 anos. Seu melhor amigo, Alex, é louco para se dar bem com as garotas, mas não consegue nada; o irmão mais velho é uma dor de cabeça permanente; o pai está sempre cobrando mais motivação e entusiasmo. Uma rotina comum, não fosse por um detalhe: seu sobrenome. Vince é filho de Anthony Luca, um poderos chefe do crime organizado de Nova York. As conexões da família algumas vezes são até convenientes: há sempre uma boa mesa em restaurantes e existem os professores que não se atrevem a lhe dar uma nota ruim, por exemplo. Na maioria das vezes, porém, há os inconvenientes, principalmente quando Vince conhece a garota de seus sonhos. Porque, como ele, ela também tem um parentesco comprometedor: é a filha do agente federal que há anos grampeia a casa de Vince, tentando colocar o chefão Luca atrás das grades. Quanto mais Vince tenta se manter afastado dos negócios do pai, mais eles parecem tomar conta de sua vida.

A cabana
William P. Young (trad. Alves Calado)
Sextante – 2008
Durante uma viagem de fim de semana, a filha mais nova de Mack Allen Phillips é raptada e evidências de que ela foi brutalmente assassinada são encontradas numa cabana abandonada. Após quatro anos vivendo numa tristeza profunda causada pela culpa e pela saudade da menina, Mack Recebe um estranho bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o a voltar à cabana onde aconteceu a tragédia. Apesar de desconfiado, ele vai ao local numa tarde de inverno e adentra passo a passo o cenário de seu mais terrível pesadelo. Mas o que ele encontra lá muda o seu destino para sempre. Em um mundo cruel e injusto, A cabana levanta um questionamento atemporal: se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar o nosso sofrimento? As respostas que Mack encontra vão supreender você e podem transformar sua vida de maneira tão profunda como aconteceu com ele. Você vai querer partilhar este livro com todas as pessoas que ama.

Ora bolas: o humor de Mario Quintana
Juarez Fonseca
L&PM – 4.ed – 2009
Em vida, o personagem Mario Quintana (1906-1994) era tão conhecido quanto o poeta Mario Quintana; e Porto Alegre, a cidade de adoção deste alegretense, aprendeu a gostar do personagem tanto quanto dos seus versos. Este livro, com 130 historinhas protagonizadas por Quintana e registradas e adaptadas pelo jornalista Juarez Fonseca – que entrevistou amigos, familiares e conhecidos -, eterniza o personagem e prsta uma homenagem ao poeta. Mais do que o humor e a irreverência de Quintana, estas anedotas (pequenos poemas do dia-a-dia, segundo alguns) expõem claramente uma personalidade rica, forte e marcante. Muitas delas deliciam pelo seu lirismo, algumas assustam pela quase crueldade, mas todas encantam pela sua originalidade e pelo tanto de humanidade que revelam. No correr das páginas, o que vai se desenhando é um painel biográfico e sentimental daquele que é um dos maiores poetas brasileiros.

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Aspectos jurídicos da internet
Gustavo Testa Corrêa
Editora Saraiva – 4.ed – 2008
Como a Internet coexistirá entre regimes nacionais diversos, diferenças culturais e linguísticas, e dentro da soberania e individualidade de cada nação do globo? Como o Direito pode preencher tais lacunas? Seria isso uma utopia? Podemos conciliar o Direito à era digital? O grande desafio para o Direito é a compreensão e o acompanhamento dessas invenções, garantindo assim a pacificação social, o desenvolvimento sustentável dessas novas relações e, acima de tudo, a manutenção do próprio Estado Democrático de Direito. Aos operadores do Direito cabe a difícil tarefa de estudar e encontrar respostas, sensatas e inteligentes, para os novos desafios advindos desse novo paradigma, fazendo com que a pessoa humana e as novas tecnologias possam coexistir dentro de uma nova concepção de mundo.

O caso dos exploradores de cavernas (The case of speluncean explorers)
Lon L. Fuller (trad. Ivo de Paula)
Livraria e Editora Universitária de Direito – 2003
Pretende-se com a leitura da presente obra aguçar a curiosidade dos acadêmicos que adentram à Universidade, inaugurando-os no pensamento jurídico, levando-os, gradativamente, à formação de uma consciência crítica, a partir do contato com os mais atraentes temas da Ciência do Direito suscitados pela obra “O Caso dos Exploradores de Cavernas”. A leitura do texto não pressupõe um conhecimento do direito ou de filosofia legal e deverá ser, não só pouco penosa, mas sim uma agradável Introdução à Ciência do Direito. O caso jurídico narrado no livro foi excrito por Lon L. Fuller e inicialmente publicado sob o título “The Case of the Speluncean Explorers”, na revista Harvard Law Review, vol. 62, nº 4 (1949) pp. 616-645. Fuller descreve em sua obra cinco votos da Suprema Corte, proferidos pelos seus membros ao analisar o caso, os quais exploram o feito de perspectivas factuais diferentes e sob princípios legais distintos.

Nosso lar
Francisco Cândido Xavier (psicografado – André Luiz)
FEB – Federação Espírita Brasileira – 1944
A vida não cessa. A vida é fonte eterna e a morte é o jogo escuro das ilusões. O grande rio tem seu trajeto, antes do mar imenso. Copiando-lhe a expressão, a alma percorre igualmente caminhos variados e etapas diversas, também recebe afluentes de conhecimentos, aqui e ali, avoluma-se em expressão e purifica-se em qualidade, antes de encontrar o Oceano Eterno da Sabedoria. Cerrar os olhos carnais constitui operação demasiadamente simples. Permutar a roupagem física não decide o problema fundamental da iluminação, como a troca de vestidos nada tem que ver com as soluções profundas do destino e do ser. (…) Seria extremamente infantil a crença de que o simples “baixar do pano” resolvesse transcedentes questões do infinito.

Crepúsculo (Twilight)
Stephenie Meyer (trad. Ryta Magalhães Vinagre)
Intrínseca – 3.ed – 2009
Quando Isabella Swan se muda para a melancólica cidade de Forks e conhece o misterioso e atraente Edward Cullen, sua vida dá uma guinada emocionante e apavorante. Com corpo de atleta, olhos dourados, voz hipnótica e dons sobrenaturais, Edward é ao mesmo tempo irresistível e impenetrável. Até então, ele tem conseguido ocultar usa verdadeira identidade, mas Bella está decidida a descobrir seu segredo sombrio. O que Bella não percebe é que quanto mais se aproxima dele, maior é o perigo para ela e para os que a cercam. E pode ser tarde demais para voltar atrás…

Violetas na janela
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho (psicografado – Patrícia)
Petit – 1994
Patrícia desencarnou com dezenove anos. Encarnada era Espírita convicta, estudiosa das verdades eternas. Sua desencarnação foi como dormir para acordar no Plano Espiritual, entre amigos. Encantou-se com o que viu, com relatos de companheiros, que tempos depois vêm até nós, encarnados, ditar sua aventura. Violetas na Janela mostra o relato de uma pessoa consciente do que seja a desencarnação. Tira mais um véu dos mistérios além-túmulo. Narra com simplicidade as belezas que encontrou no Plano Espiritual, fala de suas necessidades e das de outros. Necessidades do tipo: Como se alimentar? Como se vestir? Sentiria frio? Usaria o banheiro? Patrícia descreve com clareza a Colônia para onde foi levada, o Educandário, a Escola, o Hospital, as Moradias, etc. O mais importante: Patrícia fala da ajuda que obteve dos familiares Espíritas e da sustentação psicológica que recebeu do seu genitor, exemplificando a muitos como proceder diante da morte física de entes queridos. Esta maravilhosa descrição encantará a todos os leitores.

Da Vinci
A intimidade, a obra e a Itália do gênio que derrubou as bareiras entre a arte e ciência
Revista História Viva – Especial Grandes Temas
Duetto Editorial Ltda – 2009
Leonardo da Vinci foi um gênio ungido pela liberdade. Seu talento provavelmente alcançou tal plenitude porque, antes do dom de criar, o destino lhe reservou um tempo de vida no período chamado Renascimento, em que um artista bastardo podia ascender. Foi o humanismo, patrocionado pela elite da época, que pôs em movimento um turbilhão artístico no qual nosso personagem ocupou lugar de destaque. A Europa do tempo de Da Vinci florescia como um continente aparentemente fragmentado, mas que começava a se integrar e a colher prosperidade como bloco. Na política, pelos laços entre nobrezas. na economia, por força do comércio e do dinheiro – o emaranhado financeiro e o poder dos bancos assumiram, nesse momento, o papel de protagonistas na história, que nunca mais deixaram de ter. Havia ainda, uma ânsia de difusão da nova cultura, nascida como uma retomada da estética e das idéias da Antiguidade clássica. E uma convergência de esforços para divulgar esse mundo dito renascido – como se antes, no auge do feudalismo, ele andasse extinto ou muito doente. Dinheiro farto para a criação foi o motor do triunfo da arte do Renascimento. E Da Vinci? Ele aproveitou cada minuto – e cada moeda – desse esforço de reconstrução do mundo. Circulou com desenvoltura entre príncipes e papas, entre adversários e mecenas e entre amantes e amigos, para conquistar sue espaço. Soube seduzir patrocinadores para suas idéias. Ao fim da leitura desta edição especial, o leitor certamente concluirá que Da Vinci viveu completa e intensamente seu tempo. O que não estava no script é que, ao fazer isso, ele iria transcendê-lo de forma espetacular.

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