A Cabana

Um bom livro esse: A Cabana.

De autoria de William P. Young, por ora basta dizer que tem uma resenha da obra perdida aqui e que agradeço profundamente à minha amada, idolatrada, salve, salve, Dona Patroa por ter compartilhado esse livro comigo.

Infelizmente não é meu e não faz parte de minha modesta biblioteca, de modo que não posso sublinhar partes do texto nem tampouco escrevinhar minhas costumeiras anotações em suas bordas. Assim, só me resta transcrever alguns trechos pinçados da estória e que achei bastante interessantes:

O ser sempre transcende a aparência. Assim que você começa a descobrir o ser que há por trás de um rosto muito bonito ou muito feio, de acordo com seus conceitos e preconceitos, as aparências superficiais somem até simplesmente não importarem mais.

Esse é um dos motivos pelos quais é tão difícil para vocês experimentar o verdadeiro relacionamento. (…) Assim que montam uma hierarquia, vocês precisam de regras para protegê-la e administrá-la, e então precisam de leis e da aplicação das leis, e acabam criando algum tipo de cadeia de comando que destrói o relacionamento em vez de promovê-lo. Raramente vocês vivem o relacionamento fora do poder. A hierarquia impõe leis e regras e vocês acabam perdendo a maravilha do relacionamento que nós pretendemos para vocês.

Muitos acreditam que é o amor que cresce, mas é o conhecimento que cresce, e o amor simplesmente se expande para contê-lo. O amor é simplesmente a pele do conhecimento. Mackenzie, você ama seus filhos que conhece tão bem com um amor maravilhoso e verdadeiro.

Mackenzie, a religião tem a ver com respostas certas e algumas dessas respostas são de fato certas. Mas eu tenho a ver com o processo que leva você à resposta viva, e só ele é capaz de mudá-lo por dentro. Há muitas pessoas inteligentes que dizem um monte de coisas certas a partir do cérebro porque aprenderam com alguém quais são as respostas certas. Mas essas pessoas não me conhecem. Assim, na verdade, como as respostas delas podem ser certas, mesmos que estejam certas? – Ela sorriu. – Ficou confuso? Mas pode ter certeza: mesmo que possam estar certas, elas estão erradas.

Cada relacionamento entre duas pessoas é absolutamente único. Por isso você não pode amar duas pessoas da mesma maneira. Simplesmente não é possível. Você ama cada pessoa de modo diferente por ela ser quem ela é e pela especificidade do que ela recebe de você. E quanto mais vocês se conhecem, mais ricas são as cores desse relacionamento.

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