Twitter no Facebook

Essa é daquela série “dicas de mim para mim mesmo”…

Parcialmente recortado-e-colado daqui.

Uma vez criado um perfil no Facebook, há como atualizá-lo por meio de outras ferramentas, como, por exemplo, o Twitter.

Vejamos:

1º passo – Já logado no Facebook entre na página apps.facebook.com/twitter e clique no botão Permitir.

2º passo – Agora informe o usuário e senha do Twitter.

3º passo – Clique no botão Allow Twitter to Update Your Facebook Status.

4º passo – Clique no botão Permitir atualizações de status.

Atualize o Twitter pelo método/aplicativo que você já usava antes e, em seguida, vá até seu perfil do Facebook para verificar se a integração está funcionando. Sempre que o Facebook for atualizado dessa forma, vai aparecer ao final a expressão via Twitter (com seu nome de usuário lá do Twitter).

Caso sua página no Facebook não esteja atualizando (sabe-se lá por que cargas d’água), vá novamente em apps.facebook.com/twitter e, nesta nova página que aparece, vá até o item App permissions, marque a caixa que informa Allow Twitter posts updates to Facebook profile. E espere a página recarregar (importante).

Aliás, nessa mesma página aí de cima  já informa também que somente seus próprios tweets é que serão carregados no Facebook, pois as respostas e mensagens diretas não fazem parte do pacote.

Em tese esse aplicativo do Facebook (assim como prometem todos os demais) é seguro, não rouba senhas e também não manda convites ou spam sem autorização.

Windows 7 e a maldita KB971033

Com a recente falência múltipla dos órgãos internos de meu bom e velho computador que montei há coisa de uns seis ou sete anos, acabei juntando umas outras pecinhas para um merecido upgrade – se bem que, enquanto vivo, ele não ficava muito atrás dos modernosos, não…

Assim, agora com um processador de 64 bits, além do nosso amigo de todas as horas, o Ubuntu 10.4 Lucid Lynx, resolvi ver como se comportava “esse tal de Windows 7”, do qual tenho ouvido falar bem. Até porque, conforme já cansei de falar, odeio o Windows Vista

Assim fui lá naquele site e baixei o bichinho. Aliás, não se esqueçam de fuçar por aí para encontrar o programa W7-x86-x64.all-versions-ativador.exe para que tudo fique redondo nessa sua “instalação para avaliação” (perpétua), ok?

Pois bem.

Estava tudo muito bom, estava tudo muito bem, mas realmente… deu zica!

E tudo em função de uma das “atualizações automáticas”.

Explico.

É que a Microsoft lançou uma atualização em março, a atualização KB971033, ou, melhor dizendo, o Windows Genuine Advantage, cuja única função é  detectar e bloquear a maioria dos ativadores usados para fazer funcionar o Windows 7. Ou seja, afetando diretamente aquele programinha que citei ali em cima.

E o que faz a desinfeliz da atualização?

Dispara a sutil mensagem “Você pode ter sido Vítima de Falsificação de Software” que fica onipresente em todas as atividades que você estiver desenvolvendo em seu computador. O que significa que esse programa desvalida a validação que foi feita pelo validador.

E não pense que aquela janelinha com o tal do “basta clicar aqui para resolver esse problema” vai resolver o que quer que seja. Não só não resolve, como ainda te passa um sabão, fala que o que você fez é feio, te põe de castigo e te manda rezar dez pai nosso e dez ave maria em favor de São Gigabyte!

Bem, que fazer então?

Formatar?

Instalar de novo?

Parece a primeira e mais óbvia opção, não?

Mas se você chegou aqui com esse “problema” e estiver lendo estas linhas é porque, concertezamente, você não se conformaria com uma solução tão fácil!

Então, mãos à obra!

1. Primeiramente vá até o Painel de Controle – > Windows Update -> Exibir Histórico de Atualização;
2. Na janela que se abre, na parte de cima, clique em Atualizações Instaladas;
3. Localize a linha que contém a “atualização importante” KB971033 (dá pra usar a janelinha de pesquisa na parte de cima, se quiser);
4. Com o botão direito do mouse nessa linha escolha a opção Desinstalar;
5. Reinicie o computador.

Bem, isso resolveu? Ainda não. Precisamos garantir que ela não volte para assombrar nossos bytes. Para isso faça o seguinte:

1. Volte lá no Windows Update;
2. Clique em Atualizações Importantes;
3. Localize a desinfeliz (e já desinstalada) atualização KB971O33;
4. Com o botão direito do mouse nessa linha escolha a opção Ocultar Atualização.

E agora, resolveu?

Calma, Padawan!

A mensagem continua lá, firme e forte, certo?

Então utilize a Força e localize na Internet o programa cw.exe, melhor especificando, o Chew-WGA v0.9. Assim que baixá-lo, faça o seguinte:

1. Desative o seu anti-vírus (essa bagaça ainda tem hífen?);
2. Execute o programa;
3. Reinicie o computador.

E pronto!

Tudo como dantes no quartel d’Abrantes!

Aliás, é lógico que nem uma linha deste post teria sido possível sem a combinação das informações que encontrei lá no INFOHelp e no Emperor Corporation, aos quais agradeço francamente pelo espírito de compartilhar seus conhecimentos…

Tuitíces

Apesar de, muitas vezes, ser um bronco digital no que diz respeito a novas tecnologias, até que de quando em quando eu dou uma fuçada pra ver o que é que anda rolando por aí…

Ainda sou fã incondicional do RSS – e, mais ainda, dos Readers da vida.

E, como neófito na área tuitesca, talvez eu esteja até falando alguma bobagem, mas o que mais me irrita – digamos assim – no tal do Twitter é a necessidade de ficar total e completamente antenado para acompanhar o que está acontecendo.

Particularmente não tenho essa necessidade de estar na crista da onda.

Pior: a proposta original do Twitter, enquanto microblog, seria “o que você está fazendo agora”. Pelo que sei acabou se tornando um canal de divulgação por excelência (nada contra), onde empresas apresentam seus produtos, jornalistas o link de suas reportagens, blogueiros suas atualizações de posts, youtubeiros seus vídeos, e por aí afora.

E é certo que uma verdadeira legião ainda continua fiel à proposta original.

Mas é incontestável que essa proposta se alterou com o passar do tempo, num natural amadurecimento da ferramenta nas mãos dos usuários, legitimamente levando-a a novas utilizações não previstas ou pensadas originalmente. Daí o porquê do “nada contra” que citei ali atrás. Isso é válido e, na minha opinião, é bom.

Mas daí a eu estar inserido nesse contexto ainda vai um grande passo.

Fosse eu um jornalista, publicitário ou de algum ramo que necessitasse acompanhar os acontecimentos mais recentes para desenvolver ou até mesmo viabilizar meu trabalho, talvez seria outra minha percepção.

Mas – vamos combinar? – sou advogado. E na minha área o que acaba importando é a solidez da informação. Mesmo decisões espalhafatosas do Supremo Tribunal Federal (hipoteticamente falando, é claro…) não teriam o condão de movimentar uma legião (ou alcatéia?) de advogados para rapidamente providenciar alguma coisa. Necessitaria ser avaliada, dissecada, decantada ao extremo para somente então ser utilizada.

Assim, afastado o contexto profissional, restaria o pessoal.

E sinceramente não me sinto curioso o suficiente para ficar acompanhando de cinco em cinco minutos o que estaria acontecendo ou se passando na cabeça de quem quer que seja…

Mas, caso assim fosse, provavelmente eu utilizaria os recursos já instalados na minha máquina para fazê-lo. E aqui vai minha dica: seria o próprio Firefox, através do complemento chamado Echofon. Basta ir pelo caminho Ferramentas -> Complementos -> Adicionar e, no quadrinho Pesquisar Complementos, digite Echofon e tecle Enter. Selecione-o e clique no botão Adicionar ao Firefox. Pronto. Basta reiniciar o programa e você passará a contar com um botãozinho azul e redondo lá no canto inferior direito da tela – na realidade parece um balãozinho de diálogo, mas sei lá, entende…

Bom, então. Clique nesse coisinho com o botão direito do mouse e no menu escolha Preferências. Adicione o usuário, a senha, ajuste as configurações do jeito que melhor lhe aprouver e pronto.

Cumassim qual usuário?

Ora, aquele que você já criou previamente lá no Twitter.

Não criou?

Errr…

Meu, assim como eu, então esquece, tá?

Até porque, sem usuário, sem conta, sem adicionar ninguém, enfim, sem um conhecimento tuitístico mínimo indispensável, esse programinha não vai servir pra nada.

Mas, se você for teimoso o suficiente, então vai lá.

Depois, se for o caso, você me conta o que achou…

Removendo vuvuzelas da transmissão da Copa

Prestando mais um relevantíssimo serviço de utilidade pública, este humilde pseudo-blog vem compartilhar com todos seus quase quatro cinco leitores essa informação preciosíssima (recortada-e-colada daqui) acerca de um filtro de áudio que permite remover o som das vuvuzelas da transmissão da Copa.

Quem tem um PC perto da TV onde assiste os jogos da Copa pode se livrar do irritante som das vuvuzelas usando um filtro de áudio fácil de obter, e ligando a saída de áudio da TV à entrada certa da sua placa de som, é claro.

A mágica é feita com o bloqueio das frequências de áudio das infames cornetas, usando para isso o software Jack (e seus amigos) para processar o som da transmissão, que passará a sair pelas caixas de som do seu micro. Seria interessante também um filtro para evitar o efeito do Bingo do Galvão, mas pelo menos para isso há alternativas em outros canais.

Via Maurício Teixeira recebi esta dica que explica passo-a-passo como configurar este filtro no Fedora. As eventuais adaptações para outros sistemas ficam como um exercício para o leitor – ao menos enquanto não se confirma que a FIFA pensa em banir o famigerado instrumento. (via fetzig.org)

Vídeos do Youtube no Firefox do Ubuntu

Rápido e rasteiro – até porque este é mais um daqueles posts do tipo “lembrete futuro para mim mesmo”…

Não consegue executar vídeos do Youtube?

Você utiliza o Firefox?

Está trabalhando sobre o Ubuntu 9.10 (ou algum parente próximo)?

A janela que abre não disponibiliza botões para executar o vídeo?

SEUS PROBLEMAS ACABARAM!!!

Basta entrar no bom e velho Gerenciador de Pacotes (bem aqui: Sistema -> Administração -> Gerenciador de pacotes Synaptic) e procurar o pacote flashplugin-nonfree. Marque-o para instalação e clique em Aplicar.

E PRONTO!!!

Nem sei se precisava reiniciar o Firefox, mas por força do hábito acabei fazendo-o. E não é que tudo agora passou a funcionar perfeitamente?…

Usuários do MS-Office 2003 perdem acesso aos próprios documentos

Confesso que também ri bastante… A notícia veio daqui.

Li uma notícia há alguns minutos, e consegui parar de rir só agora, para vir aqui escrever este texto…

Sempre alerto em minhas palestras, que a utilização de formatos proprietários de documentos podem levar a humanidade a perder de vez suas informações, além de permitir “modelos de negócios” um tanto quanto questionáveis (como pague-para-ler seu próprio documento).

É evidente que muita gente deve ter levado isso como um exagero da minha parte, mas a prova de que eu tinha razão chegou na semana passada.

De acordo com este artigo, confirmado por este comunicado, aparentemente da própria Microsoft (TechNet),  desde o dia 11 de Dezembro os usuários do Office 2003 perderam acesso a seus próprios documentos que foram gravados com recursos de proteção de direitos…

Em outras palavras, as informações ali armazenadas estão, por enquanto, perdidas!

Para quem não quer correr este risco, recomendo a utilização de ODF com uma suíte de escritório em Software Livre, como o BrOffice.org. Para os demais, sugiro começar a pular desde já, para ver se São Longuinho os ajuda depois a encontrar as informações perdidas.

WordPress Theme Generator

Taí.

Pra quem vive procurando novos temas, eis um link interessante para “treinar a mão”…

Trata-se do WordPress Theme Generator, onde você pode (on-line) fazer as mais diversas alterações num tema padrão que lhe é disponibilizado. Quantidades e posicionamento de colunas, cores de fundo, de frente, fontes, logos, comportamentos dos links (mouseover) e até mesmo, ao final, atribuir o tipo de licença pela qual você deseja compartilhar (ou não) a página produzida.

Todos os arquivos gerados com o resultado final podem ser salvos em seu computador num único arquivão zipado. E, então, localmente, dá pra “brincar” um pouco mais nesse tema básico, traduzindo as mensagens, alterando a visualização e operação, etc, etc, etc.

Spam: Comitê Gestor determina o bloqueio da porta 25

Sim, o CGI.br determinou que, a partir de 05/01/2010 (hoje) seja bloqueada a porta 25 (SMTP) do computador. Isso significa a reconfiguração de seus gerenciadores de e-mail, ok? Direto lá do BR-Linux:

Segundo a cobertura no UOL Notícias, o Comitê Gestor da Internet no Brasil está divulgando que espera reduzir o tráfego de spam em até 90%. Para isso, empresas como Telefônica, Oi e Net vão atender à determinação de bloquear os dados transmitidos pela porta 25.

Enviado por Alexandro Silva (alexoslabsΘgmail·com):

“Para evitar a disseminação de spam, o Comite Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) determinou o bloqueio do “local” por onde grande parte dos e-mail falsos são enviados, a porta 25 de seu computador. O bloqueio ocorre no dia 5 de janeiro de 2010. Se você usa programas de gerenciamento de e-mails —como o Outlook, Thunderbird ou Mail— para não ficar impedido de mandar mensagens, a porta de envio deve ser trocada de 25 para 587. Usuários apenas de webmail não serão impactados.

“Com a implementação das recomendações, será mais difícil para que computadores zumbis sejam utilizados para o envio de spam, pois além de necessitar de um usuário e senha para utilizar o serviço de e-mail, ele ainda deverá burlar os possíveis controles antispam existentes no serviço mencionado”, diz Nelson Novaes, gerente de segurança do UOL.

A medida não é nova, órgãos internacionais aconselham o bloqueio da porta 25 desde 1998, mas apenas em 2005, provedores e operadoras de todo o mundo começaram a adotá-la em massa. O UOL oferece o acesso pela porta 587 desde 2004. Leia mais em UOL-Noticias” [referência: blog.alexos.com.br]

Para que publicar na Web?

E, para começar bem o ano, vamos definir aqui o porquê da existência não só deste blog, como a de muitos copoanheiros perdidos por aí. Trata-se de uma análise muito lúcida e objetiva que nos remete ao fato de que estamos aqui simplesmente para o “estabelecimento de conexões com gente interessante”. E deixemos as métricas e paradigmas da velha mídia para aqueles que nada mais vêem senão cifrões a frente de seus olhos…

Mais uma vez recortado-e-colado na íntegra lá do Boteco Escola:

Em post recente comento um texto de Bonnie Nardi sobre comunicção na Web. No escrito, a autora enfatiza que a meta principal da comunicação (na e fora da Internet) é o estabelecimento de conexões com gente interessante. Ela ressalta aspectos sociais e afetivos da comunicação. Ela mostra que publicar na Web deve ser um ato de construir redes de comunicação, em vez de ser uma iniciativa para poluir os mares da Internet com mais lixo informativo. A perspectiva proposta por Nardi parece ter algum parentesco com a opinião de Stephen Downes. Esse famoso cientista e blogueiro escreve:

Tweetmeme não funciona realmente para mim porque não há em meu blog nada para ser contabilizado pelo  Tweetmeme. Para mim não se trata de formar uma vasta audiência, mas de estabelecer conexões. Assim, meu blog pode ‘sobreviver’ sem o Twitter porque não há uma entidade particular que precise de ‘sobreviver’  (é como se me perguntassem: “seu e-mail poderia sobreviver sem o Twitter?” – o que é, no frigir dos ovos, um questão sem sentido). As pessoas que se preocupam com o  tamanho da audiência, com o impacto via Tweetmeme,  ou com métricas similares baseadas em adesão massiva, estão trabalhando com um paradigma da velha mídia, voltado para broadcasting em vez de network. Elas vêem sua influência como algo que possa ser medido por eco ou repetição- coisas como retweets, por exemplo – em vez de desempenhos por meio de participação em coisas que são genuinamente maiores (e mais importantes) que elas mesmas.

Minha tradução não ficou grande coisa, mas dá para passar o que Downes quer dizer. Para os anglofalantes que queiram ver o original, basta um clic aqui.

WordPress pago?

A notícia veio lá do Tiago Dória Weblog:

O serviço de blogs WordPress colocou no ar nesta segunda-feira a nova página de sua versão VIP. É a versão paga do WordPress voltada para grandes empresas de mídia e já utilizada pela BBC, CNN, entre outras. Oferece desde suporte via telefone até a recomendação personalizada de plugins.

Pronto.

Começou.

Aguardemos o que nos reserva o futuro…

Thunderbird 3

A notícia básica eu peguei lá no BR-Linux.

Já faz alguns anos que, dentro do possível, tenho focado a utilização de programas no computador somente para aqueles que podem ser classificados como “software livre”.

Desde o antigo StarOffice eu já vinha testando suítes de escritório, sendo que, só quando de sua última “transformação” para o BR-Office é que meus anseios acabaram por ser plenamente atendidos. Tudo funciona perfeitamente. Aliás, acho que nem sei mais utilizar os comandos do MS-Office…

Em termos de navegador também já há algum tempo utilizo o Firefox. Que eu me lembre já passei pelo Netscape e pelo Opera – e tive um breve flerte com o Google Chrome – mas é o Firefox que efetivamente me dá segurança e estabilidade para navegar na Internet.

E, no tópico clientes de e-mail (nomezinho esquisito…), originalmente fiquei com o Outlook, tendo passado um bom tempo com o Eudora, uma experiência nada feliz com o IncrediMail (odiei) e, por fim, tendo estacionado no Thunderbird (da Fundação Mozilla – mesmo povo que desenvolve o Firefox).

Só que, enquanto o Firefox permanecia no centro dos holofotes e cada vez mais vinha sendo desenvolvido e atualizado (até por uma questão de competitividade), o Thunderbird ficou lá no seu canto, quietinho, estacionado na versão dois-ponto-qualquer-coisa…

Mas agora, depois de uns dois anos de desenvolvimento, finalmente saiu a versão 3 do Thunderbird!

Quando da instalação (também disponível em português) ele não só tem condições de importar automaticamente suas contas e configurações de outros programas de e-mail, como também, caso já utilize o Thunderbird, também já traz toda sua organização por pastas e filtros existentes – tudo isso de uma maneira simples, rápida e eficiente.

Sua principal novidade (além de outros efeitos visuais e de configuração) é o suporte a abas, pois, assim como nos navegadores, agora também é possível abrir várias mensagens e telas do programa em uma mesma janela, facilitando tanto o acesso quanto a organização. Enfim, já sou usuário há anos e sou até suspeito para falar – então somente testando para que se possa comprovar a eficiência do bichinho…

Eventuais downloads diretamente lá no site da Fundação Mozilla – bem aqui.