Reinstalando o instalado – Fase II

Bem, depois do início dessa nova “aventura” (como visto aqui), aproveitei para dar uma olhada na questão da dita “memória incompatível”. A marca ASUS modelo P5S800-VM salta aos olhos na motherboard… Retiro o módulo de memória que está lá espetado – existem apenas duas baias e ela está no banco 1.

Curioso.

Esse computador foi montado por uma loja chamada Chipinfo – que já não mais existe. Mas o módulo de memória possui a etiqueta da Lion

Bem, mesmo assim trata-se de uma KVR400X64C3A/1G. Não entendeu nada? Então vamos por partes. É um módulo de memória Kingston Value Ram DDR 400 SDRAM (Synchronous DRAM) com 2.6 Volts.

De acordo com o manual (sim, ela trouxe o manual junto com o computador – não é uma graça?)  está dentro dos parâmetros aceitáveis de memória para essa máquina.

Já o módulo “rejeitado”, que foi encaminhado juntamente com algumas outras peças, é um DDR 400 de 1Gb da marca Samsung – sem maiores indicações (que eu saiba fazer a leitura) acerca de seu modelo. E, pelo que me parece, seria o que veio originalmente com o computador. Mas, ainda assim, também dentro dos parâmetros aceitáveis…

E que parâmetros seriam esses? Ah, vamos combinar, vai! Tá tudo lá no item 1.7 do dito manual. Tá em inglês, tá certo e eu não tô a fim de traduzir… Basta saber que, dentro da DDR400 Qualified Vendors List foi possível encontrar a discriminação desses módulos.

Ou seja, não tenho dúvidas, espeto os dois e dou um boot na máquina – já sem HD – só pra ver se rola.

Rolou.

Já o HD, devidamente acessado por outro computador, não.

Apesar de reconhecido no Setup da máquina, o Ubuntu não conseguiu enxergá-lo. Nem da primeira, nem da segunda, nem da terceira vez que reiniciei o PC. Só na quarta tentativa é que tive acesso ao disco rígido. Com muito custo – pois, não sei porque cargas d’água, essa conexão estava instável – consegui acessar o que encontrei de arquivos. Principalmente dentre fotos e filmes, coisa de uns 26 giga!

Ou seja, esqueçamos a operação pendrive.

Foi tudo para meu HD, mesmo…

Já com outro sistema operacional carregado, dei uma verificada com um antivírus nesses arquivos. Nada. Provavelmente outro dos aparentes defeitos, que seria o computador acusar vírus novos a todo momento, poderia também estar se dando em virtude do acesso inconstante ao HD…

E quanto ao disco original?

Bem, baixei uns programas de testes e forcei o bichinho ao limite.

Funcionou.

Reiniciei a máquina.

Parou de funcionar.

Depois funcionou.

Depois parou.

Daí funcionou de novo.

Daí ameaçou parar.

Aí minha paciência acabou…

Em termos de “isolar os possíveis defeitos”, parece-me que seria este o mais gritante – essa inconstância no acesso ao HD confere com a descrição de travamentos da máquina. Passei esse diagnóstico para ela e começamos a trabalhar na solução: um novo disco, pois esse não estaria confiável o suficiente para tentarmos uma outra instalação.

Bem, para encurtar a história vou pular a parte do primeiro HD que ela trouxe – e que eu, lerdo, não percebi – que era um SATA em vez de um IDE. Também não vou falar do trabalho que ela teve para encontrar um nesse padrão (e eu nem sabia que isso estaria rareando no mercado). Vamos direto à parte que ela me trouxe outro HD, agora de 160Gb, e coloquei-o na máquina.

De início, como não sabia quem já passeou pelo Setup do computador, nem tampouco o que já foi feito por lá, dei uma zerada em tudo.

Ou seja, o famoso Load Setup Defaults.

Dali fui passo a passo checando o reconhecimento da memória (2 giga – ok), do disco rígido (encontrado – ok), do drive de DVD (reconhecido – ok), da placa de vídeo on board (32Mb reservado – ok), da placa de rede on board (netware aceita – ok) e da placa de som on board (essa, apesar de reconhecida, eu desativei).

Já sendo possível a inicialização do equipamento, e munido de um CD original de instalação do Windows XP SP 3 (direto daqui, diga-se de passagem) dei início à instalação do novo sistema no computador.

Foram cerca de três horas para a formatação e instalação do sistema básico do básico do básico do básico.

Depois espetei as placas acessórias – uma de som (pois originalmente essa parte do sistema estava dando conflito) e uma de fax-modem (para o acesso à Internet pelo provedor que ela tem contratado).

Com o sistema basicão instalado, antes mesmo de colocar qualquer outro programa, conectei o computador diretamente à minha rede e acessei a Internet para atualizar o sistema (atualizações de segurança, novas versões de softwares e toda aquela parafernália virtual de sempre). Cinquenta e seis atualizações encontradas.

Deixei baixando.

Nesse meio tempo reduzi a capacidade de lixeira de 10% do HD (16Gb) para 1% (1,6Gb). Particularmente sempre considerei essa configuração automática com muito espaço perdido para pouco lixo utilizado – mas, sabendo disso, ela poderá alterar esse parâmetro caso queira…

Atualizações efetuadas, computador reinicializado, então é hora de “blindar” o sistema.

Isso mesmo: antivírus.

Gosto do Antivir – um programa gratuito, eficiente, leve e e que automaticamente se conecta com a Internet para se atualizar. Baixei e instalei. Também ativei o firewall e as Atualizações Automáticas do Windows.

Ainda falta configurar as placas que foram instaladas, bem como reinstalar todos os demais programas além do sistema operacional.

Mas, por enquanto, chega.

Afinal de contas, já está na hora de ir para o trabalho…

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