5 thoughts on “Gone to Dogs’ Heaven

  1. O Marvin era meu amigão, meu companheiro, a criança da casa…
    Cumpriu seu ciclo, sua missão. Ensinou a todos que o conheceram que um animal também é dotado de sentimentos, de amores, de dengos e de compreensão.
    As minhas melhores sessões de terapia foram ao seu lado. Chegava em casa às vezes cansada, p. da vida, sem ânimo… me sentava no quintal e ficava olhando para a cidade. Ele chegava, de mansinho, se deitava em meu colo ou se sentava ao meu lado e mirava o horizonte junto comigo. Batíamos altos papos, por longas horas…
    Gostava de bola, de mamão, de tomar banho, de ser penteado para “ficar bonito”, de passear, de churrasco e de nadar na praia (muito embora não gostasse muito quando meu pai lhe dava uns “caldinhos” ).
    Não gostava de trovão. Tinha medo, chorava e procurava alguém para lhe dar segurança e lhe falar que estava tudo bem.
    Assim foi ontem. Pouco antes de ir para o Dog’s Heaven trovejava muito. Ele se encostou no Carlos e falamos para ele que para onde ele ia não haveria mais trovões.
    Ele ocupou, e ainda ocupa, um espaço só seu no meu coração, que nunca será ocupado por mais ninguém.
    Uma vez li uma frase que dizia que “amigos vão e vem, mas há um punhado deles, preciosos, que devem ser guardados com carinho no coração”…
    Amigos estão sempre por perto, mesmo quando parecem ter desaparecido.
    Amigos sabem, compreendem a importância dos amigos de seus amigos…
    Obrigada Marvin… e
    Obrigada Adauto…

  2. Na verdade não consigo comentar, apenas guardo boas e saudosas lembranças deste companheiro.

    See you later Marvin

  3. Nunca imaginei que sentiria tanta falta de um CÃO!!!

    Meu grande companheiro de “peladas”…Era só eu chegar que ele já vinha com aquela bolinha babada para brincarmos…

    Torço sinceramente que ele possa falar no lugar onde está agora, pois aqui era o único dom que lhe faltava!

    Esse Cara foi especial!!! Nunca será esquecido !!!

    Te amo Marvito.

    Carlos

  4. Não há como comentar sentimentos tão profundos, tão sinceros, tão bonitos. Mas tudo isso me fez lembrar a “falecida”, que tinha um amor tão grande aos animais que somente seria comparável ao de uma outra pessoa, amiga minha mais recente, a Sandra, de Jacareí. E ela sempre AMOU a seguinte frase:

    “Haverá um dia em que o homem conhecerá o íntimo de um animal, e neste dia um crime contra um animal será um crime contra a humanidade.” Leonardo Da Vinci

  5. …é verdade. O Marvin estava sempre presente em todos os momentos em nossa casa. Nos acompanhava ao portão quando saíamos e nos esperava na chegada.
    Quando chegávamos todos juntos, só entrava depois de mim, que era sempre o último a entrar.
    O Marvin estava sempre procurando adoçar nossas vidas, amenizando as tensões, estava sempre presente. As vezes ainda o procuro pela casa.
    Seus últimos instantes foram muitos difíceis para todos nós más, ele precisava ir…
    Choramos sua perda sim…más agora vai ficar tudo bem!

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