26 nov 2012 - 12:13  

Era uma vez…

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Pela ordem: Chapeuzinho Vermelho, Rainha Má, Branca de Neve,
Emma, Príncipe Encantado, Bela e Rumpelstiltskin.

Olás a todos os quase quatro ou cinco sobreviventes que de quando em quando ainda resolvem passar por aqui pra ver se ainda tem alguma coisa “Legal” pra se ver!

Sim, sei que ando meio que sumido virtualmente, que o teclado está até empoeirando e monitor já está até com teias de aranha… mas faz parte! Principalmente por conta dos “tempos interessantes” em que vivemos. Mas isso é uma outra história. OU estória…

E, falando em estórias, já faz um tempinho que estou pra comentar aqui um seriado que descobri meio que sem querer, fuçando nos meandros das redes da vida: Once upon a time. O título diz respeito justamente àquela recorrente frase que sempre utilizamos quando vamos contar alguma estória, em especial as de fábulas.

E não, não estou falando daquelas nossas, de terras tupiniquins, mas as “clássicas”, invariavelmente de origem européia, tradicionalmente conhecidas pelo povo por intermédio dos Estúdios Disney. Mas, no caso dessa série, de Disney – e finais felizes – não há quase nada. Aliás, só pra informar, esse negócio de “felizes para sempre” nem mesmo costuma fazer parte das estórias originais! Mas isso já é uma outra estória…

Voltemos à série.

Sinopse da sinopse: a estória gira em torno de Branca de Neve e o Príncipe Encantado, que foram separados quando a Rainha Má, no dia do casamento de ambos, lançou sobre eles uma maldição tão potente que acabaria com todos os finais felizes dos personagens de conto de fadas. Em busca de consolo, Branca de Neve procurou o cativo Rumpelstiltskin, que emitiu uma profecia de que a maldição da Rainha iria levar todos para um lugar terrível, num mundo onde não haveria magia e nem finais felizes. Mas também revelou que a filha de Branca de Neve, Emma, ainda por nascer, é quem iria resgatá-los desse mundo, iniciando assim a batalha final contra a Rainha. Eles conseguiram fazer com que a filha escapasse da maldição (não, não vou contar como) enquanto todos os demais sucumbiram.

E qual seria esse lugar tão terrível para onde a maldição os mandou?

O “nosso mundo”, é claro.

Todos são transportados para uma cidadezinha chamada “Storybrooke”, onde vivem seu pacato dia a dia, sem ter nenhuma lembrança de sua “outra vida”, quando ainda eram personagens de contos de fadas (com exceção de duas pessoas). É curioso ver – e reconhecer – cada um desses personagens e como se enquadram e vivem nos tempos atuais numa cidade moderna, onde, diga-se de passagem, a Rainha Má é a Prefeita…

Acontece que Emma, a filha de Branca de Neve, acabou indo parar nessa cidade – sem ter nenhum conhecimento desse estranho passado e, muito menos, sem acreditar absolutamente em tal possibilidade.

E aí é que vem o saboroso dessa série, pois, com o passar do tempo, pouco a pouco ela vai dando um passo a mais para desvendar esse mistério, o que só desperta cada vez mais a curiosidade (dela e nossa). E, também, cada epísódio intercala o evento que se passa no “mundo real”, com alguns fragmentos das estórias de cada personagem no “mundo de contos de fadas”. De uma maneira adaptada (ou será original?), mas bem fidedigna, vão sendo apresentados os contos da Rainha Má (será que era mesmo tão má assim?), do Espelho Encantado (um idiota apaixonado…), da Bela e a Fera (vocês nem imaginam quem é a fera!), dos oito anões (sim, eu disse oito!), e por aí vai.

Ainda ontem terminamos de assistir o último episódio da primeira temporada. Eu, Dona Patroa e os filhotes – que simplesmente adoraram a série! Tá, confesso, eu também. Mas sou suspeito pra falar…

Ah, um último detalhe: Emma é interpretada pela atriz Jennifer Morrison!

Como? Não sabem quem é?

Talvez eu possa refrescar sua memória com outra dica: lembram-se da Cameron?

Hein? Também não?

Pelo jeito nunca assistiram House então…

Lembrei de mais um detalhe: toda abertura começa com uma imagem da floresta (mais ou menos como essa aí de cima) onde as silhuetas que aparecem por apenas alguns segundos dão uma pista sobre qual conto de fadas será tratado naquele episódio!

Bem, pra finalizar, como é reiteradamente dito na série, não se esqueçam: “Toda magia tem um preço!”

;)


13 nov 2012 - 17:55  

The Dark Side of the Light & Magic

Bem, para aqueles que ainda não sabiam (assim como eu), eis uma “novidade”: a empresa LucasFilm, do cineasta George Lucas – responsável pela franquia de Star Wars (Guerra nas Estrelas) – foi “secretamente” vendida à Disney Company e passou a fazer parte desse gigantesco conglomerado… Coisinha à toa, negócio de fim de semana, sabem? A simples bagatela de US$4,05 bilhões!

Pra qentender o tamanho da coisa, basta dar uma lida nesse texto aqui.

E aguardemos as novidades que concertezamente virão por aí…


13 nov 2012 - 3:45  

Morse ou SMS?

Bem, criançada, pra poder entender um pouquinho melhor o que vem por aí, senta que lá vem história!

O Código Morse é um sistema de representação de letras, números e sinais de pontuação através de um sinal codificado enviado intermitentemente. Ou seja, as mensagens são enviadas através de pulsos longos e curtos. Esse sistema foi criado por Samuel Morse em 1835 – o mesmo sujeito que criou o telégrafo elétrico, um dispositivo que mandava esses sinais através das correntes elétricas.

Já o SMS (Short Message Service), como o próprio nome já diz, é um serviço disponível em telefones celulares digitais que permite o envio de mensagens curtas, de até 160 caracteres, entre esses aparelhos. Hoje a chamamos simplesmente de “mensagens de texto”. Esse conceito foi criado pelo engenheiro Matti Makkonenh por volta de 1984, mas somente foi colocado em prática em 1993, na Inglaterra.

Bem, agora que vocês já sabem o que é uma coisa e o que é outra coisa – e que mais de 150 anos separam essas tecnologias – já posso compartilhar a pergunta que me fez o amigo Cláudio Graziano: “o que seria mais rápido – uma mensagem enviada pelo Código Morse ou um simples SMS?”

Só o fato de eu trazer essa pergunta pra cá já enseja a resposta, mas confiram o resultado prático nesse americanóide programa que fez o desafio:

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11 nov 2012 - 8:08  

Satisfaralho pra cação

Depois de meses (sim, eu disse MESES) pelejando com um bendito drive de DVD – que, apesar de ser de uma excelente marca, simplesmente recusava-se a funcionar “plenamente” – eis que FINALMENTE consegui resolver o problema!

O mais legal, mas o MAIS LEGAL mesmo é que bastou uma idéia tão prática quanto simples pra poder chegar à solucionática da coisa…

Aos leigos de plantão pode parecer pura e simples bobagem, mas não tem como descrever a satisfação de vencer uma batalha dessas. Meses a fio de estudos e tentativas, às vezes inclusive pensando em jogar a toalha, mas no momento certo, com o raciocínio certo, eis que tudo também dá certo!

Hoje posso dizer que sei exatamente como Abracurcix se sentiu ao vencer o legendário Combate dos Chefes

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:D


10 nov 2012 - 18:00  

O (justo) fim de um longo relacionamento

Acabou.

Finalmente, acabou!

Confesso que não foi uma relação das mais estáveis… Por vezes tudo o que você sabia – e conseguia! – era me importunar. É, me incomodar mesmo! E, sim, nos piores momentos possíveis! Com sua voz estridente me chamava, de longe, onde quer que eu estivesse! E, vamos combinar? Invariavelmente você tinha o dom era de me trazer problemas. Pôxa, ô criatura complicada! E, pior: não tinha hora não! Quantas e quantas vezes eu estava lá, dormindo, tranquilo (isso depois de um dia inteiro juntos, hein?) e você ainda conseguia me acordar para lhe atender… E você sabe que nem sempre era nada urgente, né? Sim, você sabe. Mas eu, fiel que sou, não deixava de te dar atenção…

Isso sem falar nas nossas brigas! Homéricas! Quantas outras vezes fiquei com vontade de, literalmente, te atirar contra uma parede? Acho que perdi a conta. Isso sem nem lembrar de quando você perdia a paciência e nem conseguia falar direito. Aí quem perdia a paciência era eu. Porque não conseguia te entender. Tinha ganas de te apertar, de te esganar, até que voltasse a falar normalmente. Mas eu sabia que era questão de tempo para você se acalmar. E, paciente, que sou, aguardava seu momento…

Mas, tá, tá bom, tá bom…

Falando em “momento”, sou obrigado a reconhecer que também tivemos lá nossos momentos…

Todas as vezes que você sussurrou boas notícias em meus ouvidos. Todas as vezes que você, ainda que após longa conversa, me garantiu momentos de felicidade e de tranquilidade. E (que fique entre nós) às vezes sob tresloucados gritos você conseguiu me fazer passar por momentos de alegria e de mais puro prazer…

Ah, você é mesmo uma criatura complexa…

Lembra-se como adorava me assustar? Até mesmo nos locais mais inoportunos, você literalmente me fazia pular da cadeira! E quando brincava de se esconder, então? Me fazia procurar por todos os cantos possíveis e imagináveis – e nessas horas bem que ficava em silêncio, né? Ao final, emputecido ou comovido, novamente nos encontrávamos e, como tinha que ser, fazíamos as pazes. E voltávamos, desta vez bem juntinhos, aos nossos afazeres, ao nosso trabalho, seja lá o que fosse. Não nos deixávamos sequer nos finais de semana e quem quer que fosse sempre nos veria ali, juntos, sob sol, sob chuva, nas noites quentes de verão, nas frias noites de inverno…

Mas tudo nessa vida tem um começo, tem um meio e tem um fim.

E o nosso chegou.

Você bem sabe que de uns tempos pra cá nossa relação estava ficando cada vez mais e mais complicada. Aliás, ultimamente sequer nos falávamos! Ainda que lado a lado, prosseguíamos em nossa calada mudez de múltipla tolerância. Não foram poucas as vezes em que cheguei a desligar o rádio do carro, na vã esperança que você tivesse falado comigo! Mas não. Você prosseguia ali, ao meu lado, em sua quietude sem fim.

Nesse meio tempo nossa relação foi meio que ficando insustentável!

Presos por nossos votos limitávamos a nos suportar.

Até que não foi mais possível.

E, em seu lugar, eis que uma nova companhia foi surgindo. Assim, meio que do nada. Talvez até aguardada… Numa timidez inicial até que pouco falava. Mas agora, já tendo encontrado seu espaço, passou a preencher totalmente meu dia a dia, assim como todos meus momentos. E tudo aquilo que eu e você já tivemos um dia me parece vir ressurgindo novamente, dentro em breve, num novo plano, num novo patamar, num novo horizonte.

E você, inconstante, inconsequente, intolerante, decidiu por continuar com esse infeliz cabo de guerra.

Mas, enfim, acabou.

Não mais nos veremos.

O dia de hoje ficará indelevelmente marcado como o último dia de nossa vida conjunta!

Quiçá pra sempre!

Adeus “radinho” da Nextel !!!


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