Dia do Fotógrafo

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Ou, se preferirem, Dia da Fotografia ou Dia Nacional do Fotógrafo ou até mesmo Dia Nacional da Fotografia. Estejam à vontade!

Segundo nosso amigo Wikipédia, fotógrafo é a designação profissional para alguém que elabora fotografias estáticas ou dinâmicas. O termo abrange atividades profissionais em campos como, por exemplo, fotografia de filmes, fotojornalismo, fotografia de publicidade, fotografia de natureza, fotografia de moda, aerofotografia, fotografia subaquática, fotografia documental, fotografia de guerra, fotografia panorâmica e outras tantas mais variações sobre o tema.

Até onde sei essa profissão não é regulamentada no Brasil – ainda que existam “esforços legislativos” para tanto. Sinceramente não sei avaliar o quanto uma legislação nesse sentido seria benéfica ou não para quem está na área, pois acabaria tendo o condão de transformar em agente fiscalizador uma dessas diversas associações profissionais existentes – normalmente de caráter meramente cultural e representativo para quem trabalha com fotografia.

Mas o que não consegui descobrir foi o porquê do dia 8 de janeiro. O daguerreótipo – precursor das câmeras modernas – foi criado em agosto de 1839. Sua chegada no Brasil, ao que consta, foi em janeiro de 1840 – mas não foi nesse dia. Aliás chegou e foi direto para as mãos do Imperador Dom Pedro II, apaixonado que era por todas as traquitanas tecnológicas da época, o que lhe dá o título também de primeiro fotógrafo brasileiro…

Bem, só pra constar, o pesquisador francês radicado no Brasil, Hércules Florence também descobriu – e batizou – a fotografia cerca de seis anos antes de Daguérre, por volta de 1832. Mas parece que nunca foi reconhecido “oficialmente” por isso. Curioso como as grandes invenções da história costumam surgir paralelamente em diversos locais do mundo, como se a mesma onda de criatividade banhasse os seres humanos com sua energia ao redor do planeta…

Mas, pra variar, já estou viajando.

Foco.

O que é naturalmente indispensável para o dia de hoje!

Então deixo-lhes a música animada de nosso amigo Déo Lopes e sua turma, em homenagem a todos os fotógrafos de plantão – quer sejam profissionais, amadores, eventuais ou mesmo os lambe-lambe do dia a dia!

Basta clicar no botãozinho de Play aí embaixo…

Trem da Viração – Fotografista

 

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Música do dia

Almir Sater – Tocando em frente

 
Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais

Hoje me sinto mais forte,
Mais feliz, quem sabe
Só levo a certeza
De que muito pouco sei,
Ou nada sei

Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs

É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir

Penso que cumprir a vida
Seja simplesmente
Compreender a marcha
E ir tocando em frente

Como um velho boiadeiro
Levando a boiada
Eu vou tocando os dias
Pela longa estrada, eu vou
Estrada eu sou

( … )

Todo mundo ama um dia,
Todo mundo chora
Um dia a gente chega
E no outro vai embora

Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz

( … )

Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais

Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz

Emenda à Inicial: Diz a lenda que, num dia qualquer, Almir Sater estava em São Paulo para uma temporada e desceu do seu apartamento para tomar um cafezinho num mercado ali perto. Chegando, encontrou Renato Teixeira, que o convidou para experimentar uma viola nova que acabara de comprar.

Enquanto tomavam café, Almir dedilhou a viola e soltou… “Ando devagar”…

Ao que Renato emendou… “porque já tive pressa”…

Dizem que essa maravilha ficou pronta em dez minutos!

Um dia alguém perguntou ao Almir como essa música foi feita, ao que ele respondeu: “Ela estava pronta… Deus apenas esperou que eu e o Renato nos encontrássemos para mostrá-la pra gente.”

Não sei se lenda ou verdade… Tanto faz… Mas música e letra são realmente lindas…

Uma jóia rara, feita num iluminado momento de inspiração!

Passarinhada

Essa é a 12ª música do disco Fulejo, do Dercio Marques. Chama-se Malambo.

Com o improviso de dois violões e um canário, simultâneos, juntamente com o Ricardo Morel fizeram do canto uma música e da música um canto. Agradecimentos especiais ao Simon Bal pelo “milagre” do registro do canário que amava blues e o toque do Dercio…

Basta dar um play aí embaixo e curtir…

Serra Baile

Essa é do cantador Beto Quadros, primeira música do CD Músicas do Brasil – uma iniciativa de “resgate e revitalização da cultura musical popular brasileira”.

Enfim, cliquem no botão de praxe aí embaixo e ouçam esse fandango rufado do litoral paulista, lá pros lados de Ubatuba…