Categoria "Pra ficar na história"
31 jan 2012 - 5:10  

Árvore de Costados

Ultimamente me dediquei a uma revisão de tudo aquilo que já escrevi. TUDO. Todos os quase dois mil posts pendurados neste blog pelos últimos anos. Vamos ver se disso ainda consigo fazer sair meu tão sonhado livro… Mas enquanto isso não ocorre, vamos falar de uma de minhas eternas paixões: genealogia.

Revendo alguns posts de 2005, lá nos comentários, percebi que há anos estavam pendentes algumas respostas. Ou pelo menos promessas de tentativas de respostas. A questão diz respeito a uma ilustre senhora chamada Maria Venância de Andrade, que foi irmã de Antônio Teodoro de Santana e de Joaquim Theodoro de Andrade (sendo estes dois meus antepassados diretos) – e, por sua vez, todos os três são filhos de Francisco Theodoro Teixeira e de Maria Emerenciana de Andrade.

Pois bem.

Essa Maria Venância casou-se com Diogo Joaquim Alves e, dentre outros filhos, tiveram Avelina Joaquina de Andrade. A pergunta feita pelo Euler lá em 2008 era a respeito dessa Avelina, pois teria sido casada com um certo Felisbino Rodrigues Teixeira (filho de Matheus Teixeira da Silva e neto de Antonio Teixeira da Silva). O primo Ademir também tinha dúvidas no mesmo sentido. A prima Maria Esther, autora do livro Carrancas – Laços e entrelaços familiares, também se colocou à disposição. E, ainda, o Homero, a Simone e a Célia, outros primos, demonstraram-se curiosos sobre o desfecho.

E, sim, em genealogia toooooodos somos primos…

Infelizmente não tenho muitas informações dessa linha de descendência – a da Avelina. Mas tenho muitas informações sobre a linha de ascendência e um bocado sobre os colaterais! Apesar de muito disso tudo estar contido em livros de minha modesta biblioteca, bem como em correspondências que troquei com outros genealogistas, depois de ver e rever minhas anotações baseadas em dados de terceiros, resolvi recriar toda essa linha através de “documentos primários”. Ou seja: ainda que alguém já tenham estudado e montado a árvore genealógica dessa linhagem, estou refazendo-a com as informações que consigo extrair diretamente de inventários, certidões de casamento, batistérios, etc. Então, caso ainda queiram, até podemos trocar umas figurinhas para completar nossos quadros genealógicos!

Mas, para os demais curiosos de plantão, antes de entrarmos propriamente no assunto, primeiramente vamos a uma pequena aula de cultura inútil sobre o que é uma “Árvore de Costados”.

Em genealogia existem, basicamente, dois tipos de árvores genealógicas, conforme ensina Werner Mabilde Dullius, em seu texto Comentários aos Sistemas de Numeração em Genealogia: a árvore de ascendentes e árvore de descendentes.

A árvore de ascendentes, também conhecida como árvore de costados, ou ainda como árvore genealógica inversa, é a árvore formada pelos antepassados de um indivíduo, partindo da atualidade e retroagindo no tempo, montando toda a linha de antepassados de um único indivíduo. Sua estrutura é geométrica e racional, pois para cada geração que subimos, dobra-se o número de antepassados: dois pais, quatro avós, oito bisavós, e assim por diante.

Já a árvore de descendentes, também conhecida como árvore de geração, ou ainda como árvore genealógica direta, é a árvore formada pelos descendentes de um indivíduo. Partindo do passado ela avança no tempo, multiplicando-se, geração após geração, e facilitando a visualização do antepassado comum de vários indivíduos na atualidade. Sua estrutura é orgânica e aleatória, pois não há como racionalizar o número de filhos de cada indivíduo.

Tradicionalmente existem duas maneiras de se representar os trabalhos genealógicos: graficamente, através de genogramas (diagramas genealógicos), e analiticamente, através da descrição detalhada de cada um dos indivíduos. Enquanto que naquele temos um trabalho quase que artístico, neste, para correta identificação de cada um dos componentes, é necessário lhes atribuir endereços ou códigos que permitam identificar corretamente sua posição dentro da estrutura familiar. Parece complicado, não? Mas até que não é.

Para atribuir esses endereços ou códigos de identificação, atualmente existem diversos sistemas de numeração, cada qual com suas vantagens e desvantagens. Para uma árvore de descendentes, por exemplo, existem os seguintes sistemas: de Registro, de Registro Modificado, Henry, Henry Modificado – Versão I, Henry Modificado – Versão II, D’Aboville I, Meurgey de Tupigny, Villiers/Pama, Felizardo/Carvalho/Xavier, Hunsche, Dullius/Stemmer. Sim, seus “inventores” modestamente lhe atribuíram o próprio nome… Só que a descrição de cada um desses sistemas foge ao escopo deste trabalho, pelo que recomendo a leitura de algum dos inúmeros sites especializados em genealogia que podem ser encontrados na Internet, nos quais poderão encontrar a explicação didática de cada um dos sistemas.

Para uma árvore de ascendentes, o sistema usualmente utilizado é a notação de Sosa-Stradonitz, equivocadamente conhecido como numeração de ahnentafel. Esse sistema foi utilizado em 1676 pelo sábio franciscano espanhol Jerónymo de Sosa (?-1711), tendo sido retomado mais tarde, em 1898, pelo genealogista e heraldista alemão Stephan Kekule von Stradonitz (1863-1933). A razão do equívoco quanto ao seu nome tem origem no fato de que a difusão desse sistema se deu com a publicação da obra deste último: o Ahnentafel Atlas, que acabou sendo adotado para descrevê-lo.

Na prática, funciona da seguinte maneira: dá-se ao indivíduo base o número 1 e ao pai deste o dobro de seu número, ou seja, 2 enquanto à sua mãe é atribuído o dobro mais um, ou seja, 3. Daí, a estes, repete-se o processo (os pais do homem 2 serão 4 e 5, enquanto que os pais da mulher 3 serão 6 e 7), e assim sucessivamente, retroagindo no tempo. Isso nos fornece um tipo de árvore infinita e contínua, onde todos os homens possuem número par e todas as mulheres ímpar, permitindo indefinidos acréscimos sem perturbação de sua rigorosa estrutura.

E esse é o sistema utilizado a seguir para que se possa visualizar a árvore de antepassados diretos relativos à minha linhagem, partindo de meus filhotes. Algumas sequências numéricas foram saltadas, ou melhor, interrompidas, simplesmente porque não tive (ainda) documentos para basear minhas pesquisas – mas em sua maioria são nomes e famílias tradicionais e conhecidas em outras obras genealógicas com as quais podem ser ligados.

Aliás, só pra adiantar: o “nó” se dá quando alguém casa com um parente e os pais de um e de outro começam a aparecer alternadamente nas gerações seguintes…

Primeira Geração
1. Kevin / Erik / Jean

Segunda Geração
2. Adauto de Andrade
3. Eliana Mieko Miura

Terceira Geração
4. José Bento de Andrade
5. Bernardete Nunes
6. Sussume Miura
7. Satiko Mizoguti

Quarta Geração
8. Antonio de Andrade
9. Sebastianna dos Santos
10. Bernardo Claudino Nunes
11. Maria Dionísia de Jesus
12. Hajime Miura
13. Hiro Miura
14. Narakiti Mizoguti
15. Tei Nadai

Quinta Geração
16. João Agnello de Andrade
17. Iria Rita de Bem
18. Alcindo de Paula Maia
19. Laura de Casaes Santos
20. Claudino de Moraes Nunes
21. Benedita Maria de Mello
22. Antonio Antunes Junior
23. Dyonísia Maria de Jesus
24. Kinemon Miura
25. Tsuru Miura
26. Kumaki Hamakiti
27. Massu Hamakiti
28. Massakiti
29. Rie

Sexta Geração
32. Joaquim Theodoro de Andrade
33. Maria da Glória Teixeira Guimarães - sobrinha de seu marido, Joaquim Theodoro de Andrade (32)
34. Braz Carneiro de Bem
35. Luiza Gonzaga de Novaes
36. Fausto de Magalhães Maia
37. Josephina Augusta de Paula
38. Antonio Carlos da Silva Santos
39. Olívia Augusta de Casaes
40. José Rodrigues de Moraes Nunes
41. Rufina Maria Sinhorinha
42. João Alves de Faria
43. ?
44. Antonio Antunes
45. Francisca de Paula Romana
48. Kinjirou Miura
49. Fushino Miura

Sétima Geração
64. Francisco Theodoro Teixeira
65. Maria Emerenciana de Andrade
66. Antônio Teodoro de Santana - irmão de Joaquim Theodoro de Andrade (32)
67. Margarida Teixeira Guimarães

Oitava Geração
128. Manuel Ribeiro Salgado
129. Margarida Teixeira de São José
130. Manuel Joaquim de Santana
131. Venância Constância de Andrade
132. Francisco Theodoro Teixeira #64
133. Maria Emerenciana de Andrade #65
134. Francisco de Paula Guimarães
135. Maria Venância Teixeira - irmã de Francisco Theodoro Teixeira (64)

Nona Geração
256. Bento Ribeiro Salgado
257. Ângela Ferreira Soares
260. José Garcia
261. Maria de Nazaré
262. Manoel Joaquim de Andrade
263. Lauriana de Souza Monteira
264. Manuel Ribeiro Salgado #128
265. Margarida Teixeira de São José #129
266. Manuel Joaquim de Santana #130
267. Venância Constância de Andrade #131
268. Pedro Custódio Guimarães
269. Theresa Maria de Jesus
270. Manuel Ribeiro Salgado #128
271. Margarida Teixeira de São José #129

Décima Geração
520. Diogo Garcia
521. Julia Maria da Caridade - uma das famosas Três Ilhoas…
522. José Rodrigues Goulart
523. Isabel Pedrosa
524. Antonio de Brito Peixoto
525. Maria de Moraes Ribeira
526. André Martins Ferreira
527. Maria de Souza Monteira
532. José Garcia #260
533. Maria de Nazaré #261
534. Manoel Joaquim de Andrade #262
535. Lauriana de Souza Monteira #263
538. Manoel Pereira do Amaral
539. Ana Maria do Nascimento

Décima Primeira Geração
1040. Matheus Luiz
1041. Ana Garcia
1048. Inácio de Andrade Peixoto - o mais antigo “Andrade” que encontrei em terras brasileiras, lá para o final do século XVII
1049. Clara de Brito
1050. André do Valle Ribeiro
1051. Tereza de Morais
1052. Manoel Martins
1053. Josefa Ferreira
1054. Domingos Monteiro Lopes
1055. Mariana de Souza Monteiro
1064. Diogo Garcia #520
1065. Julia Maria da Caridade #521
1066. José Rodrigues Goulart #522
1067. Isabel Pedrosa #523
1068. Antonio de Brito Peixoto #524
1069. Maria de Moraes Ribeira #525
1070. André Martins Ferreira #526
1071. Maria de Souza Monteira #527
1076. Gonçalo Pereira
1077. Antonia do Amaral
1078. Diogo Garcia #520
1079. Julia Maria da Caridade #521

Décima Segunda Geração
2102. ?
2103. Francisca de Macedo e Moraes
2128. Matheus Luiz #1040
2129. Ana Garcia #1041
2138. André do Valle Ribeiro #1050
2139. Tereza de Morais #1051
2140. Manoel Martins #1052
2141. Josefa Ferreira #1053
2142. Domingos Monteiro Lopes #1054
2143. Mariana de Souza Monteiro #1055
2156. Matheus Luiz #1040
2157. Ana Garcia #1041


21 dez 2005 - 10:19  

O acidente

Convalescência: lição de paciência!

Em primeiro lugar, faço questão de dizer: é DESUMANO usar o mouse com a mão esquerda! Deus! Não tenho coordenação motora suficiente para tanto! É muita informação para minhas parcas capacidades cerebrais masculinas!

E ainda: digitar com uma só mão dá nó na cabeça. Principalmente na hora dos Ctrl’s, Tab’s e Alt’s da vida. Não. Calma. Eu ainda tenho minha outra mão. Bem, quase.

Juntamente com minha perna esquerda que está enfaixada e esticada (ô, posição ridícula na frente do computador), meu punho direito também está avariado. Resultado de uma bobagenzinha de nada. Coisinha à toa. Só deu PERDA TOTAL no carro…

Não vou me alongar nos comentários, até porque, em tese, estou de repouso absoluto. Foram necessários dois dias para que eu pudesse chegar próximo do computador. Basta informar que eu perdi a direção do carro próximo do Parque da Cidade, em São José dos Campos, e peguei uma árvore na contra-mão. Segundo o Paulo, um legítimo atentado contra a Natureza…

Apesar do estrago, fora a auto-lesão no condutor que vos fala, graças a Deus ninguém se feriu. E olha, tenho que dar a mão à palmatória: esse negócio de cinto de segurança funciona mesmo! Só esquecem de mencionar a dor…

Dêem uma olhada abaixo no que restou após o último galope do Corsa.

Uma geral...

O lado da batida.

Olha o ESTADO da roda...

E as lasquinhas da árvore?

E eu tava lá dentro?

Tirinha do dia:
Desventuras de Hugo...


4 out 2005 - 8:48  

Saudades…

“Cabelos Negros” – Eduardo Dusek

Fogão de lenha. Madeira queimando, fumaça subindo. Leitoa com recheio de farofa. Doce de leite na forma. Leite quentinho, espumando, direto da vaca… na caneca esmaltada, com Toddy no fundo. Água gelada de ribeirão. Peneira pra pescar guaruzinho. Fritada de peixe. Mesa de madeira rústica. Chão de terra batida. Banco de uns três metros pra todo mundo sentar. Despensa de mantimentos. Cachorros na porta da cozinha. Meia porta pro lado de fora. Janela de madeira com tramela. Colchão de palha. Folha de bananeira. Escorregador de morro abaixo. Bica d’água. Corrente na roda pro carro subir o morro no barro em dia de chuva. Barco na represa. Linhada. Vara de pescar de bambu. Minhoca, milho verde e queijo prato. Acará, tilápia, rabo vermelho, saguiru, bagre, piaba, traíra e cascudo. Lampião de gás. Chapéu, cavalo, arreio e sela. Causos de família. Céu azul.

Ah… Bateu uma saudade da infância na casa de minha avó…

Tirinha do dia:
Desventuras de Hugo...


30 ago 2005 - 16:30  

Genealogia – VI

(até a décima-oitava geração)

Balthazar de Moraes de Antas, filho de Pedro de Moraes de Antas, cavaleiro fidalgo dos chefes Moraes do reino de Portugal da província de Trás-os-Montes, o qual foi casado com sua prima, Ignez Navarro. Pedro era filho de Vasco Esteves de Moraes de Antas, casado com Micaela de Albuquerque, ambos de Vimioso. Já Ignez era filha de Nuno Navarro, casado com Isabela de Moraes de Antas. Essa Isabela seria irmã do citado Vasco Esteves. Contudo, outros autores entendem que Ignez seria, na verdade, filha de Baltazar Mendes casado com Leonor Mendes de Moraes, esta sim irmã de Vasco Esteves e ambos filhos de Maria de Madureira e de Estevão Mendes de Moraes de Antas. Um dia ainda preciso verificar a fundo essa linha de parentesco. Independente disso, inequívoco que a linha seguinte prossegue por meio de Estevão Mendes de Moraes de Antas. (continua…)


22 ago 2005 - 17:00  

Genealogia – V

(até a décima-quinta geração)

O inventário de André do Vale Ribeiro faz menção expressa à sua sogra, com o nome de “Francisca de Macedo e Moraes”. Era filha de Maria Raposo e de Carlos de Moraes Navarro (*1633 +1672), o qual, por sua vez, era filho de Anna de Moraes Pedroso (*1616 +1647), casada com o primo de sua mãe, Capitão Pedro de Moraes Madureira. O Capitão Pedro teve por pais Leonor Pedroso e Pedro de Morais D’Antas (vereador em São Paulo em 1600), o qual era filho de Brites Rodrigues Annes e Balthazar de Moraes de Antas, sendo esses “Moraes D’Antas” uma tradicional família portuguesa. (continua…)


17 ago 2005 - 17:00  

Genealogia – IV

(até a décima-segunda geração)

Maria de Moraes Ribeira era filha de André do Vale Ribeiro (*1675 +1720), sendo ele natural de São Mamede de Valongo, Porto, Minho, Portugal, que casou-se em Minas Gerais com a paulistana Tereza de Morais (*1680 +1727), e esta, por sua vez, era filha de Antonio Vieira Dourado (+1701), Português de Braga que casou-se em São Paulo com Francisca de Macedo (ou de Moraes). ESSA Francisca vem de um nó genealógico, que merecerá uma explicação à parte. (continua…)


16 ago 2005 - 16:04  

Genealogia – III

(até a décima geração)

Pois bem. Joaquim Theodoro de Andrade era filho de Francisco Theodoro Teixeira (+1870) e de Maria Emerenciana de Andrade (*1800 +1868) – e aqui quebra-se a linha de varonia, pois o nome Andrade segue pela linhagem materna. Também pode parecer estranho nos dias de hoje, mas não naquela época. Como dizemos em direito: “a maternidade é um fato, a paternidade é uma hipótese”… Maria era filha de Manoel Joaquim de Santana e de Venância Constância de Andrade (*1780), a qual, por sua vez, era filha de Lauriana de Souza Monteira (*1762 +1833) e de Manoel Joaquim de Andrade (*1750 +1828). Manoel teve por pais Maria de Morais Ribeira (*1711 +1794) e Antonio de Brito Peixoto (+1750), sendo que o nome Andrade simplesmente não apareceu nessa geração, tendo vindo dos pais de Antonio, Clara de Brito e Inácio de Andrade Peixoto – sendo este o “Andrade” mais antigo ao qual pude chegar, natural da Freguesia de São João de Souto, Comarca de Braga, Minho, Portugal. Mas a nossa árvore continuará por intermédio de Maria de Moraes Ribeira, minha septuavó. (continua…)


15 ago 2005 - 16:16  

Genealogia – II

(até a sexta geração)

José Bento, filho de Sebastianna dos Santos, a qual descende das famílias Magalhães, Casaes e Maia, e de Antonio de Andrade (meu avô, não cheguei a conhecê-lo). Já Antonio de Andrade foi filho de Iria Rita de Bem, que também se liga à família dos Novaes, e de João Agnello de Andrade, todo esse pessoal de Minas Gerais. Aqui começa o nó. João Agnello era filho de Maria da Glória Teixeira (Guimarães), que foi casada com seu tio, Joaquim Theodoro de Andrade. Hein? Tio? Sim. Tio. Ele era um dos mais novos de uma família de onze, e ela era uma das filhas de seu irmão mais velho, Antônio Teodoro de Santana. Pode parecer inusitado nos dias de hoje, mas há que se lembrar que em meados do século XIX essa prática era muito comum. Até esse ponto as informações vieram de minhas próprias pesquisas, daqui em diante baseiam-se nas pesquisas de outrem, ligando-se ao meu trisavô, Joaquim Theodoro de Andrade. (continua…)


13 ago 2005 - 9:00  

Genealogia – I

(Ou “Passo a passo como a linhagem de minha família chega até o primeiro Rei de Portugal”)

Kevin, Erik e Jean. Um taurino, um sagitariano e um ariano. O primeiro do milênio passado e os demais já desse milênio. Filhos de Mieko e Adauto, uma pisciana e outro taurino. Ela filha de Satiko, uma descendente direta de samurais, e de Sussumu, do clã Miura. Ele filho da dona Bernardete – dos Antunes, Moraes e Nunes, famílias centenárias em São José dos Campos – e do seu Zé Bento, mais um taurino, dos tradicionais Andrade vindos de Santa Rita de Jacutinga, em Minas Gerais. (continua…)