Arquivos de 'Coisas de Casal'

Bodas (Aniversário de Casamento)

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010, às 15:00

Taí uma coisa que eu sempre tenho que fuçar na Rede para (re)lembrar: bodas de aniversário de casamento. Então achei melhor deixar registrado por aqui para, pelo menos, saber onde procurar quando precisar…

1 ano Bodas de Papel 37 anos Bodas de Aventurina
2 anos Bodas de Algodão 38 anos Bodas de Carvalho
3 anos Bodas de Trigo ou Couro 39 anos Bodas de Mármore
4 anos Bodas de Flores e Frutas ou Cera 40 anos Bodas de Rubi ou Esmeralda
5 anos Bodas de Madeira ou Ferro 41 anos Bodas de Seda
6 anos Bodas de Perfume ou Açúcar 42 anos Bodas de Prata Dourada
7 anos Bodas de Latão ou Lã 43 anos Bodas de Azeriche
8 anos Bodas de Papoula ou Barro 44 anos Bodas de Carbonato
9 anos Bodas de Cerâmica ou Vime 45 anos Bodas de Platina ou Safira
10 anos Bodas de Estanho ou Zinco 46 anos Bodas de Alabastro
11 anos Bodas de Aço 47 anos Bodas de Jaspe
12 anos Bodas de Seda ou Onix 48 anos Bodas de Granito
13 anos Bodas de Linho ou Renda 49 anos Bodas de Heliotrópio
14 anos Bodas de Marfim 50 anos Bodas de Ouro
15 anos Bodas de Cristal 51 anos Bodas de Bronze
16 anos Bodas de Safira ou Turmalina 52 anos Bodas de Argila
17 anos Bodas de Rosa 53 anos Bodas de Antimônio
18 anos Bodas de Turquesa 54 anos Bodas de Níquel
19 anos Bodas de Cretone ou Água Marinha 55 anos Bodas de Ametista
20 anos Bodas de Porcelana 56 anos Bodas de Malaquita
21 anos Bodas de Zircão 57 anos Bodas de Lápis Lazuli
22 anos Bodas de Louça 58 anos Bodas de Vidro
23 anos Bodas de Palha 59 anos Bodas de Cereja
24 anos Bodas de Opala 60 anos Bodas de Diamante ou Jade
25 anos Bodas de Prata 61 anos Bodas de Cobre
26 anos Bodas de Alexandrita 62 anos Bodas de Telurita
27 anos Bodas de Crisopázio 63 anos Bodas de Sândalo
28 anos Bodas de Hematita 64 anos Bodas de Fabulita
29 anos Bodas de Erva 65 anos Bodas de Ferro ou Safira
30 anos Bodas de Pérola 66 anos Bodas de Ébano
31 anos Bodas de Nácar 67 anos Bodas de Neve
32 anos Bodas de Pinho 68 anos Bodas de Chumbo
33 anos Bodas de Crizo 69 anos Bodas de Mercúrio
34 anos Bodas de Oliveira 70 anos Bodas de Vinho
35 anos Bodas de Coral 75 anos Bodas de Brilhante ou Alabastro
36 anos Bodas de Cedro 80 anos Bodas de Nogueira ou Carvalho

Convite de casamento personalizadíssimo

terça-feira, 26 de janeiro de 2010, às 6:44

Recentemente um certo vídeo de casamento pra lá de personalizado fez enorme sucesso nessa vasta terra chamada Internet. Talvez vocês ainda se lembrem daquele casal cujos padrinhos entraram na igreja, par a par, dançando de uma maneira bastante descontraída.

Pois bem.

Jeff e Erin, esse casal um tanto quanto díspar, fizeram seu convite de casamento na forma de um trailer de cinema. Particularmente achei fantástico e divertido o resultado.

Confiram e cheguem às suas próprias conclusões…



Mulheres pré-delivery

quinta-feira, 9 de julho de 2009, às 8:08

Eis um texto bastante interessante.

Mas o trecho que mais me chamou a atenção foi esse aqui: “Anuncia-se nas revistas de decoração novos ‘modelos’ de cozinha, mais modernos e funcionais, porque ‘agora o homem está na cozinha’, como se os séculos que a mulher passou nesse ambiente não merecessem atenção”.

Enfim, vale realmente a pena dar uma lida na íntegra – para quem quiser, tá bem ali no Umas & Outras.

Pequeno manual de sobrevivência (masculina)

sexta-feira, 12 de junho de 2009, às 8:59

Tenho certeza que já comentei algo do tipo aqui antes. Mas SEMPRE é bom renovar e reaprender como tentar agir corretamente – independentemente de estarmos fadados ao fracasso no final. A lição veio da amiga virtual Cláudia

As dez palavras mais usadas pelas mulheres e seu real significado

1) BEM: esta é a palavra que as mulheres usam para terminarem uma discussão quanto têm razão e você deve ficar quieto.

2) 5 MINUTOS: se a mulher estiver se vestindo, significa meia-hora. 5 minutos só são 5 minutos quando ela te dá 5 minutos para guardar o playstation, ou parar de ver o jogo de futebol, antes de sair ou de fazer qualquer outra coisa no lugar.

3) NADA: É a calmaria antes da tempestade. Ela quer dizer alguma coisa… e você deve estar alerta! Discussões que começam com NADA normalmente terminam em BEM (ver item 1).

4) PODE FAZER: é um desafio, não uma permissão. Não faça…

5) SUSPIRO ALTO: é como se fosse uma palavra, mas é uma afirmação não-verbal que sempre confunde os homens. Um suspiro significa que ela pensa que você é um idiota e se perguntar o motivo, estará perdendo seu tempo, porque ela responderá NADA (volte ao item 3 para o significado desta palavra)

6) OK: esta é uma das palavras mais perigosas que uma mulher diz a um homem. Significa que ela precisa pensar longamente como e como te fará pagar pelo que você fizer.

7) OBRIGADA: uma mulher te agradece. Não faça perguntas, ela quer somente te agradecer (a menos que diga mil vezes obrigada, que é puro sarcasmo e ela não está te agradecendo).

‘8) COMO QUEIRA: é o modo da mulher dizer vá praquele lugar!

9) NÃO SE PREOCUPE, EU MESMA FAÇO: uma outra afirmação perigosa. Significa que a mulher pediu um homem para fazer alguma coisa diversas vezes, mas agora ela mesma está fazendo. Isso levará o homem a perguntar: é pra fazer o quê? A resposta da mulher o fará voltar ao item 3.

10) QUEM É?: esta é só uma simples pergunta. Lembre-se apenas de que, cada vez que uma mulher te pergunta quem, o que ela quer saber na verdade é quem é aquela vaca e o que ela quer contigo? Cuidado com a sua resposta…

Baleia ou avestruz?

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009, às 8:11

Ainda ontem estávamos, Dona Patroa e eu, na casa do amigo e copoanheiro Paulo tomando um bom café da tarde, acompanhados de um belo dum queijo à mesa.

Falávamos de amenidades.

Já nem sei mais como o assunto recaiu sobre um primo da Dona Patroa que tem um sítio onde cria avestruzes. Comercializa ovos, carne, etc. Nisso a esposa do Paulo ficou curiosa sobre a carne de avestruz: se seria saborosa ou não.

Dona Patroa não teve dúvidas e, esquecendo-se que ninguém mais à mesa além dela já teria vivido durante quatro anos no Japão, respondeu-lhe:

- Ah, eu não gostei não. É muito forte. É igualzinho carne de baleia, sabe?

Excelente referencial.

Qualquer um sabe.

Assim, intrépido leitor, caso algum dia alguém lhe pergunte qual o sabor da carne de avestruz, você já tem uma prática resposta na ponta da língua…

Um dos últimos românticos

quarta-feira, 25 de junho de 2008, às 13:47

Tem gente que até pode achar que se trata de uma coisa antiga ou cafona. EU, particularmente, achei de uma sensibilidade ímpar. Taí uma parte do relato que recebi hoje por e-mail de uma grande amiga (carinhosamente considero-a como minha irmãzinha caçula) e que há muito tempo não vejo.

Estávamos em férias em Alagoas (foi surpresa a viagem, aliás…), ficamos num lugar maravilhoso que se chama Pousada do Toque e sob o céu incrivelmente estrelado ele me disse que nunca esteve tão feliz na vida dele, que nunca ninguém o fizera tão feliz e que, por isso, ele queria viver comigo pra sempre… Sacou uma aliança por debaixo do banco que estávamos sentados e me perguntou se eu queria casar com ele…

Menina de sorte. Gente assim não se encontra mais por aí disponível. Creio que pode ser realmente considerado como um dos últimos românticos ainda à solta. Só não o classifico como o último dos românticos porque tolamente gostaria de guardar esse título para mim… ;)

Hein?

Como?

O que ela respondeu?

É claro que disse SIM !

Sexo por obrigação? Agradeço, mas não!

domingo, 15 de junho de 2008, às 12:45

Essa veio da última “Revista da Semana” :

Charla Muller é uma consultora de marketing da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Casada e com dois filhos, há dois anos resolveu dar um presente especial de aniversário ao seu marido, Brad Muller: 365 dias de sexo.

(…)

No décimo mês Charla Muller se arrependeu dessa “estúpida idéia”.

Décimo mês???

Tão rápido assim?…

Relacionamentos

segunda-feira, 31 de março de 2008, às 6:39

Relacionamentos são coisas estranhas. MUITO estranhas…

Já conheci muitos casais na minha vida. Gente de tudo quanto é tipo. Pessoas carinhosas, pessoas enérgicas, déspotas, submissos, ignorantes, esclarecidos, mandões, enfim, uma variedade tão grande de situações quanto é dado à própria índole do ser humano, mas dentro de um único relacionamento.

E, dentro dessa ampla variedade, não consigo entender o que faz com que duas pessoas continuem juntas mesmo depois de todos os sinais de que aquilo não vai dar certo NUNCA. Vejam bem, não estou falando somente do descompasso do relacionamento entre duas pessoas, mas também da própria atitude individual de cada um frente a esse descompasso. Aliás, atitude essa que usualmente leva à fatídica situação da traição.

Sou um cara bastante antiquado e dentre minhas convicções tenho que um relacionamento monogâmico é a postura correta a ser tomada. Sempre. Não, não estou condenando ninguém, pois cada um sabe muito bem o que o(a) levou à situação pessoal que eventualmente esteja vivendo. Essa postura diz respeito à minha maneira de ser e somente isso. Compreendo (no sentido racional da coisa) os motivos que levam alguém a tomar uma medida dessas mas não entendo (no sentido emocional da coisa) o porquê de continuarem juntos mesmo depois que a coisa já descambou.

Não que ninguém mereça uma segunda chance (ou terceira, ou quarta…) – muito pelo contrário! Como advogado na minha curta carreira até agora tive a oportunidade de, pelo menos em três situações, separar o casal perante a justiça e depois ter que intervir novamente para reconciliá-los. É uma situação bastante gratificante.

E, independentemente dessas “questões traiçoeiras”, vejo pessoas que se anulam em relacionamentos. Que se submetem em prol dos filhos, do marido, da esposa, da situação financeira, da família, dos amigos, sei lá. Mas suportam uma situação insuportável em nome de manter as aparências. Também não entendo isso.

Particularmente acho que um relacionamento, ainda que somente de duas pessoas, isto é, sem filhos, por si só já constitui o que chamaríamos de “família”. Cada qual saiu de sua casa e resolveu criar um terceiro núcleo, indepedente dos anteriores. Lembro-me da minha infância, quando vivia enfiado dentro da igreja (sim, em determina época este humilde escriba quase resolveu ir para o seminário, mas isso é uma outra história), um trecho de uma música de um certo Padre Zezinho sempre me encantava. Era da música “Utopia”, mais ou menos assim: “O tempo passa e eu vejo a maravilha de se ter uma família enquanto muitos não a tem; agora falam do desquite, do divórcio, o amor virou consórcio – compromisso de ninguém”.

Onde pretendo chegar com esse lenga-lenga? Também não sei. Acho que só dar uma desabafada mesmo. Muitos relacionamentos por perto estão abalados (ou, no mínimo, estremecidos) e isso acabou por captar minha atenção. Quis apenas expressar minha opinião (ou talvez a falta dela) neste nosso espaço. Não quero, nem pretendo, julgar ninguém mas simplesmente fazer com que pensemos sobre o assunto.

Sim, “pensemos”. Nós. Eu e Dona Patroa também temos nossos perrengues de quando em quando. Aliás, qualquer casal NO MUNDO os têm. Mas, mesmo assim, vamos muito bem, obrigado. Entretanto, é da índole do ser humano ser único, distinto, diferente pela própria natureza. Já vi gente que considera uma aberração o que chamo de “família”, pois a priori o ser humano deveria ficar sozinho. Discordo desse ponto de vista. Constituir uma família (ainda que só de dois) implica em cessões e obrigações mútuas. E controladas. Se um cede demais ou obriga demais, aí a coisa começa a ficar complicada. Ou seja, é a eterna busca do equilíbrio.

Heh… Como sempre digo, a gente ensina melhor aquilo que mais precisa aprender…

Por fim, como não para de zumbizar na minha mente uma antiga música do Raul Seixas (qual não é?), eis aqui um trecho da letra de “Diamante de Mendigo”, que retrata razoavelmente bem essas histórias sobre as quais falei:

Eu tive que perder minha família
Para perceber o benefício que ela me proporcionava
É triste aceitar esse engano
Quando já se esgotaram as
possibilidades
E agora sofro as atitudes que tomei
Por acreditar em verdades ignorantes
Que na época tomei acreditando
Numa moda passageira
Que se foi tal qual fumaça
Não respeitei o sacrifício
Que custa para construir
A fortaleza que se chama família
Acabamos no fim perdendo a
quem nos ama
Só por que o jornaleiro da esquina
Falou que é otário aquele que confia
E é tão difícil confiar em alguém
Quando a gente aceita se mentir, se mentir
Somente conhecendo a beleza da união
É que a gente tem a força
Para não, não se enganar
Eu que me achava um diamante
Nas mãos de mendigos
Só pelo medo de não sê-lo

Conto de Fadas Moderno (com final feliz)

quarta-feira, 12 de março de 2008, às 3:51

Não tem como não reproduzir por aqui. Pinçado lá do Eu sei, mas esqueci… essa história serve para nos mostrar que mesmo numa era pseudo-globalizada a Rede se presta para fins jamais imaginados por seus criadores. Desejo, sinceramente, felicidade à Fabi. Segue o texto na íntegra, com direito ao comentário da autora no final.

Era uma vez…

Estava em casa entediada e sozinha como sempre ficava nos finais de semana. Lembrou de um antigo amor. Fechou os olhos e viu aqueles olhos escuros, aquele sorriso meigo… Deu um riso saudoso e num momento “não tenho nada a perder” fez uma busca por ele no skype. Achou… Ele tinha um blog também.

Nossa, há quantos anos não via aquele rosto? Fez as contas e concluiu: 14 anos! Putz conheceu pessoas que no ano seguinte, não lembrava o que tinha feito ou falado. Mas ele era diferente.

Lembrou da primeira vez que o viu. Tinha 11 anos de idade e numa bela tarde, da janela do seu quarto olhou pra direita. Avistou debruçado numa janela, o menino mais lindo que já tinha visto na vida, entediado, olhando pra ela. E gostou.

E assim ficaram por alguns anos. Todos os dias, às vezes noites à dentro. Olhando um pro outro, timidamente. Quando esbarravam pelas ruas, evitam a troca de olhares. Mas na janela sonhavam um com o outro.

O tempo passou, os caminhos os separaram. Ela casou, teve uma filha, separou. Ele serviu ao exército e foi ser músico.

Alguns anos depois, ela o vê entrando numa loja de departamentos. Sem pensar, entra atrás dele. Precisava vê-lo novamente. Fingia que procurava cds, mas na verdade observava seu primeiro amor detalhadamente. Tanto tempo e ele continuava lindo. Ele a notou também.

Aproximaram-se e conversaram pela primeira vez. Trocaram telefones e saíram.

E algo mágico aconteceu. Ele foi o primeiro amor dela, e ela dele, e como os apaixonados são complicados um não sabia do interesse real do outro até aquele dia. E namoraram. E terminaram… Coisas da vida.

Seguiram novamente por caminhos diferentes. Ele casou. Ela também. Ela teve mais duas filhas. Ele foi morar fora. E alguns anos se passaram até aquele momento em que ela lia os textos dele, via suas fotos e percebia que ele estava exatamente igual. E ela também porque, mesmo depois de tantos anos, as mãos suavam, a barriga gelava.

Fez um simples comentário no blog dele. Algo dizia que ela deveria dar essa oportunidade pra ela, pra ele, pra aquela história da infância. Foi dormir cedo, encerrou mais um dia sem graça e sozinha. Já estava se acostumando a viver assim, tinha aceitado.

Acordou, ferveu a água, fez um chá. Verificou seus e-mails e quase teve um troço quando viu um e-mail dele. Começou a ler e se deparou com a declaração de amor mais bonita que já tinha recebido em sua vida. Se emocionou com o que lia, voltou no tempo, custou a acreditar que aquilo era possível. Ele a amava, nunca tinha deixado de pensar nela, se arrependia pelo rompimento. Mas, tantos anos haviam passado…

Respondeu o e-mail e correspondeu a essa paixão. E depois disso recebeu vários e-mails por dia, com as declarações de amor que nem nas suas maiores utopias pensou em receber. E foi ao encontro dele.

E escuta todos os dias dele o mesmo pedido: Casa comigo?

E responde todos os dias pra ele: É o que eu mais quero.

E vivem felizes e viverão assim para sempre.

Queridos amigos, essa é mais uma história da minha vida como todas aqui publicadas. Como perceberam tô organizando e cuidando da minha vida da forma mais feliz que consigo.

Passei meses felizes com o blog, conversar com vocês muitas vezes foi a melhor coisa que fiz no dia. Mas agora, minha vida entrou nos eixos, tenho outras prioridades, adaptações, modificações pra dar conta. Não acho justo deixar vocês sem explicações. Prefiro terminar nossa história assim, com esse sentimento. Mas eu volto, num outro momento com outras histórias. Terminar pra poder começar.

E encerro com esse capítulo da minha história. Com um final feliz. Digno dos contos de fadas modernos que já escrevi e sempre acreditei.

Obrigada pelo carinho que sempre recebi aqui.

A gente se vê por aí.

Você conhece seu amor?

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008, às 7:16

Perolazinha extraída lá do blog da Fernanda Barreto, em nem tão transitiva e direta assim… , num post de 14/01/08:

Sempre fico tensa com discussões amorosas. Dedos em riste apontam a incapacidade que temos de nos perceber humanos, míseros. Esta tendência rasa em enxergar o outro como um ser encerrado e estanque. Você mudou, acusa o homem. Quem mudou foi você, rebate a mulher.

(…) 

Crer que conhecemos alguém é supor que o mundo é inerte. A verdade é subjetiva – e os que não concordam com isso reforçam essa idéia.