As origens do Super-Homem

Não se dorme mais nesta casa?

Podem me chamar de ingênuo. De cafona. De infantil. Sei lá, do que quiserem. Não me incomodo – sério! Mas eu REALMENTE gosto de histórias em quadrinhos – as famosas HQs.

É paixão antiga, que virou mania, que virou hobbie, que virou coleção. Leio quadrinhos já há muito tempo (alguém aí se lembra das antigas revistas de super-heróis da Editora Ebal?) – mas coleção mesmo eu tenho desde 1984. Heh… Tenho amigas que NASCERAM nesse ano…

Mas, apesar do bom humor do Homem-Aranha, do heroísmo e loucura do Lanterna Verde, do ar soturno do Batman, da cafajestice do Arqueiro Verde, apesar de todas as qualidades e defeitos de todos os heróis de quadrinhos, de longe o que mais me agrada é o Super-Homem.

É um personagem com mais de meio século e que ainda tem muito fôlego em suas histórias. Eu sempre costumo dizer que o importante não é a história em si, mas a maneira de se contá-la é que a torna realmente interessante. E diversos argumentistas, roteiristas e artistas vêm recontando a história do Homem de Aço com brilhantismo, sempre explorando novas nuances que jamais foram imaginadas.

O que me cativa é a eterna figura de bom-moço, de escoteiro, de um cara que poderia ter tudo o que quisesse mas que prefere ajudar o próximo. Tá, eu sei que de vez em quando exageram com as ameaças espaciais, invasões intergalácticas e riscos de acabar o mundo. Mas as melhores histórias são exatamente aquelas em que nada disso existe. Aquelas em que se explora o lado humano do personagem, as suas paixões, os seus medos e receios, a sua necessidade de se provar. Até porque – é bom lembrar – o herói é a ficção, mas o homem é a realidade. Seu caráter foi formado pela criação numa fazenda do Kansas; foi Clark Kent quem cursou o ginásio, se apaixonou na adolescência, estudou jornalismo e ganha a vida como repórter. Essa é sua verdadeira personalidade. O herói, ou melhor, o super-herói, é que é a ficção, pois somente existe dissociado de seu alter ego.

Por que falar sobre isso? Simples. Eu estou com algumas cópias para avaliação perpétua das três primeiras temporadas de Smallville, assistindo um pouquinho por noite. Não tem como não se identificar com um adolescente que tem lá seus segredos e não sabe como lidar com a paixão recolhida que tem pela linda Lana Lang. Aliás, a atriz é MESMO muito lindinha…

Para aqueles mais curiosos sobre o assunto, basta dar uma olhada nas entranhas aqui do site, especificamente no link do Ctrl-C, que fala sobre “As Origens do Super-Homem”.

Aos que se aventurarem, boa leitura!

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