No mundo lá fora
Causos guardados nesse canto do Quadro de Ferramentas
Causos guardados nesse canto do Quadro de Ferramentas
12 fev 2010 | Guardado em: No mundo lá fora |

Solda Complementar:
Mandei essa imagem lá para a lista, e os carros foram prontamente identificados:
- De Lorean (a máquina do tempo) – De Volta para o Futuro
- Dodge (General Lee) – The Dukes of Hazzard
- Fusca (Herbie) – Se meu Fusca falasse
- Relâmpago McQueen – Cars
E mais palpites foram dados para completar essa “Garagem dos Sonhos”…

Ecto-1 – Os Caça-Fantasmas

K.I.T.T. – A Super Máquina

Batmóvel (o original da série) – Batman

Batmóvel (o do primeiro filme) – Batman

Mach 5 – Speed Racer

Ford Falcon 73 (Interceptor) – Mad Max

Plymouth Fury 58 – Christine, o carro assassino

Pontiac Trans AM – Smokey & The Bandit

Simca Chambord – Vigilante Rodoviário

Lincoln Mark III – The Car

Dodge Interceptor – The Wraith

Mustang Mach 1 73 (Eleanor) – 60 segundos

Challenger do Kowalski – Vanishing Point

Impala 67 dos Winchester – Supernatural

Deuce Coupê (Ford 32) – American Graffiti

Camaro (o novo – depois da transformação) – Transformers

Camaro (o “velho” – antes da transformação) – Transformers
04 ago 2009 | Guardado em: No mundo lá fora |
Muita chuva.
Garagem úmida.
Joelho doendo.
Serviço às pampas.
Mas, se Deus quiser – e há de querer – neste próximo final de semana volto à ativa. No carro e, talvez, neste blog.
Enquanto isso divirtam-se com este outro excelente blog: Parachoques Cromados.
E, dentro em breve, voltaremos com nossa programação (a)normal…
24 jan 2009 | Guardado em: No mundo lá fora |
E eis que esta semana, em função da mudança de Administração, tive que ir até a Diretoria de Recursos Humanos para apresentar os documentos necessários para atualização de meus dados – dentre estes, uma declaração de bens.
A menina do RH, muito simpática, me alertou:
- Olha só, o senhor repetiu esse bem aqui. Ele aparece duas vezes.
- Não, minha filha. São dois mesmos. Tenho dois Opalas. Pode ver que os anos são diferentes.
Foi impagável a carinha dela: beirava algo entre a incredulidade e dúvida acerca de minha sanidade mental…
16 jan 2009 | Guardado em: No mundo lá fora |
Enquanto aguardamos o retorno dos nossos heróis lá da UTI mecânica, o mundo continua girando…
E, em termos de novidades internéticas, acabou de ser totalmente reformulado o site Opala.com (que, ainda em fase de testes, por enquanto deve ser acessado por aqui). Tá mais leve, mais bonito, mais interessante.
Realmente vale a pena uma visitinha…
04 jan 2009 | Guardado em: No mundo lá fora |
E com as barcas na oficina, dependerei do carro da Dona Patroa para o trabalho. Ainda que ela esteja de férias, é uma mão-de-obra danada! E, na costumeira feirinha de fim-de-semana, eis que encontro um primo menor dos Opalas com uma carinha boa…
Ao final temos uma daquelas fotos com resolução horrÃvel tirada via celular.
Caraminholas passam na minha cabeça…

05 nov 2008 | Guardado em: No mundo lá fora |
Creio que eu já tenha falado antes por aqui sobre a capacidade inventiva do Seo Bento, vulgo meu pai.
Numa de suas últimas “brincadeiras”, ele, que tem não só uma mas duas Variants (quem sou eu pra falar alguma coisa?), eis que resolveu comprar um motor no ferro-velho para adaptar. Arranjou um motor de BrasÃlia, fez as adaptações necessárias, retificou, mexeu, fuçou, montou e colocou no carro.
E o motor que sobrou?
Ora, arrumou também!
Mas deixou ali na oficina, “de reserva”, pra quando precisar… Ainda assim, feiticeiro que é, preparou mais alguns truquezinhos para fazê-lo funcionar pelo menos uma vez por semana!
Eis o caboclo em ação – com participação rápida e especial do Kevin, meu filhote mais velho…
04 nov 2008 | Guardado em: No mundo lá fora |
Para quem ainda não sabe, eu adoro quadrinhos. É, sujeitos que gostam de Opalas costumam ter essa tendência de ser meio excêntricos mesmo…
Bão, voltemos ao assunto. Outro dia, numa revista que comprei recentemente, havia uma cena bastante interessante: a Supergirl lutando contra outro herói, pronta para lhe arremessar um motor inteiro na cabeça. Mesmo que eu particularmente não tenha gostado muito do traço do desenhista (existem outros que teriam desenhado a mesma situação de forma espetacular), ainda assim uma coisa me chamou a atenção.
Será que era um seis cilindros?…

26 out 2008 | Guardado em: No mundo lá fora |
Enquanto penso no que fazer com a falha no motor do Titanic II, o jeito é me distrair um pouco com algum carro que ande de verdade.
Não, não é o Corsa da Dona Patroa!
(Até porque, depois dessa, ela anda regulando o novo carro…)
Trata-se de um jogo que vi rodando numa loja de, digamos, “softwares alternativos”…
- Ei! Guri! Que jogo é esse?
- FlatOut 2, tio.
- Quanto é?
- Vinte reais, tio.
Primeiro: tio é a véia. Segundo: pra quem não sabe, vinte contos na “linha alternativa” é MUITO caro.
Ao chegar em casa não tive dúvidas: consultei o oráculo formado pela trÃade LimeWire, eMule e Ares, verifiquei a melhor conexão e botei pra baixar o jogo. A primeira versão mesmo, não só pra ter, mas também pra ver como é que é (coisas de colecionador).
Minha opinião?
MUITO BOM!
Fazia tempo – anos, pra dizer a verdade – que eu não me empolgava com um jogo desses. Mesmo tendo o PS2 das crianças em casa, nunca me encantei muito com os simuladores – exceção se faça ao Heroes of the Pacific, que gosto muito. Mas a interação que esse tal de FlatOut proporciona é fora de série! Um jogo muito bem escrito, com pitadas de inteligência artificial, e “danos reais” no carro. Bastante divertido, mesmo! Isso sem falar que alguns deles são carrões do estilo Opalesco da vida!
De minha parte, já estou a caça do FlatOut 2…


04 out 2008 | Guardado em: No mundo lá fora, Titanic II |
Quatro de outubro.
Véspera das eleições.
Pra quem ainda não sabe trabalho no departamento jurÃdico de uma prefeitura no municÃpio vizinho ao da minha cidade, no interior de São Paulo. A disputa eleitoral, segundo as “pesquisas oficiais”, está bem acirrada (já falei o que penso sobre essa história de pesquisas bem aqui e aqui). O candidato do atual prefeito (que tem meu apoio) estaria “tecnicamente empatado” com o seu maior rival na disputa, havendo um terceiro candidato posicionado bem lá atrás e, ainda, um quarto, que, segundo penso, não deve conseguir votos suficientes nem pra se eleger vereador.
DaÃ, como forma de apoio, ficou agendado uma carreata para este sábado, logo depois do almoço.
Na parte da manhã resolvi dar um giro pela cidade com o Titanic II, até porque tem um adesivo do candidato que ocupa completamente o vidro traseiro do carro – daà já dá pra imaginar seu impacto visual. Se o Opalão 76 por si só já chama a atenção, com um adesivo do tamanho de uma semana então, nem se diga! Isso fora que este contador de causos que vos escreve ainda tem por costume o constante uso de chapéu – o que já me rendeu ser chamado desde Almir Sater até mesmo Indiana Jones e por aà afora.
Com um trânsito atravancado e cheio de bandeiraços espalhados pela cidade fui que fui queimando embreagem durante todo o percurso, sendo que, apesar de todos os vidros abaixados, estava passando por um calor infernal sob um sol de rachar coquinho. Parei no boteco’s bar de uma amiga pra uma cervejinha de praxe (não, não precisa “olhar” o carro não que já, já que eu volto) e depois segui meu caminho. Fui em alguns outros lugares e depois resolvi parar numa padaria pra um lanche, pouco antes do horário marcado pra carreata.
O carro estava meio amarrado e achei aquilo estranho.
Quando finalmente consegui parar resolvi dar uma olhada no motor. Apesar da tampa do radiador estar em seu devido lugar, esguichava água fervente pelo respiro e frestas (que não deveriam existir). O motor numa quentura só. E a porra do marcador de temperatua sem sair do lugar!!!
O “triste” é que nesse mesmo dia, logo pela manhã, eu havia telefonado pro mecânico para elogiá-lo, pois tudo estava funcionando bem. Que merda!
Deixei o capô aberto (pra refrescar) e fui tomar meu lanche.
Mais tarde, com o motor já melhorzinho, completei o nÃvel d’água e fui para o ponto de encontro da carreata.
Muita conversa, bastante alegria, não demorou muito e lá fomos nós. Sem brincadeira nenhuma, com certeza mais de cem carros! O pior é que outros dois candidatos a prefeito tiveram a mesma idéia para o mesmo horário! Olha, a cidade que já não é lá muito grande (uns 140 mil eleitores) ficou tomada com aquelas serpentes de carros transitando cada qual para um lado.
Depois de mais ou menos uma hora, vÃtima das cervejas que havia consumido, já ficando meio verde pelo aperto, fui obrigado a fazer uma, digamos, “parada hidráulica”. Estacionei num posto de gasolina (com o motor já bem quente de novo) e fui pra casinha. Alguns bons minutos depois, já aliviado, voltei para o carro enquanto via os últimos veÃculos da carreata passarem, enquanto que vários outros carros do outro candidato tinham também parado no mesmo posto. Antevendo um ambiente não muito salutar à minha integridade fÃsica, baixei o capô, entrei no carro, apertei o cinto e… CADÊ A PORRA DA CHAVE???
Parei pra pensar.
Refiz meus passos – não só mentalmente como fisicamente – procurei nos bolsos, olhei dentro do carro, debaixo do carro, sob os tapetes, fui no banheiro, saà do banheiro, olhei num gramado, e NADA!
Foi aà que percebi os putos dos caboclos da outra carreata olhando pra mim e rindo a valer. Daà caiu a ficha. Sem perceber eu devo ter derrubado a chave e eles devem ter escondido. E agora José?
Munido mais de persistência que de conhecimento ou bom senso, no melhor estilo McGyver, saquei de meu canivete e um bom tempo depois, a custo de um tambor de ignição, consegui fazer o carro pegar.
Imaginem meu estado de espÃrito naquele momento. Imaginem o quanto eu estava suando. Imaginem o quanto eu estava puto da vida. Imaginem por quanto tempo os pneus de um Opala seis canecos podem queimar no asfalto e quanto um carro pode rabear numa fenomenal decolagem daquele maldito posto de gasolina, passando a centÃmetros dos carros estacionados e vendo o sorriso da cara daqueles chifrudos murcharem enquanto pulavam fora de meu caminho.
Acho que só voltei a raciocinar umas dez quadras depois.
Liguei para saber onde o povo estava. Literalmente do outro lado da cidade. Busquei mentalmente um ponto de interceptação em uma das ruas onde eles ainda fossem passar e fui pra lá. Levou mais uma meia hora, mas chegaram e ficaram com uma interrogação enorme querendo saber como foi que eu passei à frente de todo mundo sem que percebessem…
Melhor deixar pra lá.
Um dia, quem sabe, eu explico.
02 out 2008 | Guardado em: No mundo lá fora |
Uma dica muito legal, com desenhos estupendos de carros antigos e – lógico – muitos Opalas e Caravans: é o The Digital Garage Project, parte do portfólio de Dan Palatnik. Vale a pena visitar. Dêem uma olhada nessa amostra a seguir…
