Ferramental
Causos guardados nesse canto do Quadro de Ferramentas
Causos guardados nesse canto do Quadro de Ferramentas
02 jan 2010 | Guardado em: Ferramental |
Bem, Ano Novo, Vida Nova, certo?
E que melhor maneira de fazer isso senão botando a casa em ordem? A começar pelo meu acesso à s ferramentas – o que está pra lá de zoneado, como eu já havia comentado aqui.
Infelizmente – e para desespero tanto meu quanto da Dona Patroa – a nossa empregada tem o péssimo costume de entulhar tudo o que acha inútil (segundo os misteriosos e cabalÃsticos critérios dela própria). Por “entulhar” entenda-se “tirar do ângulo de visão do dia-a-dia”. E a maneira que ela encontrou de fazer isso de uma forma, digamos, “eficaz”, foi colocar na não tão acessada garagem…
Então temos ali tábua de passar roupa, lâmpadas queimadas, colchonetes e colchões que não estavam sendo usados (ou, na melhor das hipóteses, “para visitas”), coisas, coisinhas e coisonas das mais variadas estirpes e origens.
E tudo, literalmente, entulhado. Enfiado. Socado. Empurrado.
Quando comecei a limpar, varrer, organizar e separar o que seria lixo de tudo isso acabei ficando pasmo. Haviam coisas que eu já havia procurado e não tinha achado de jeito nenhum! Em compensação haviam coisas que eu também tenho certeza absoluta que tinha e simplesmente sumiu, desapareceu, escafedeu-se.
Paciência.
A foto abaixo dá uma idéia do monstro que tive que enfrentar…

Pois bem.
Comecei separando o que era lixo, lixo mesmo. Só aà já deu um saco. De cinquenta litros!
Depois fui esvaziando prateleira por prateleira, limpando e reorganizando. E, nessa brincadeira, muita coisa também já tomou novo rumo. Mais dois sacos. Isso fora outros itens que seriam insacáveis (horrÃvel, essa) – os colchões viraram cama de gato, a totoca (motoquinha de brinquedo) estava detonada, enfeites de festas de aniversário de outrora estavam pra lá de empoeirados. Esse tipo de coisa eu simplesmente fui colocando na calçada e, pouco a pouco, foi sendo automaticamente levado por um ou outro transeunte.
O saldo final pode ser demonstrado na foto abaixo.

Tá, eu sei, ainda tem bastante coisa. Mas pelo menos agora tá tudo arrumadinho…
Comprei dois gaveteiros de plástico para concentrar as ferramentas e liberei o gaveteiro de madeira para guardar as miudezas do Opala. As tintas, lixas, materiais e as próprias ferramentas ficaram bem mais acessÃveis. O próprio motor foi mais para o cantinho, liberando quase meio metro de espaço na garagem.
Bem, assim caminha a humanidade e foi assim que passei meu primeiro sábado do ano.
Semana que vem devo dar inÃcio à fase seguinte, ou seja, desmontar a parte da frente do carro, suspensão, bandeja, etc, etc.
Aguardem-me!
19 abr 2008 | Guardado em: Ferramental |
Depois do que eu já havia feito aqui, como isso estava começando a marcar os pneus, resolvi criar vergonha na cara e comprar – dentre outras ferramentas – alguns cavaletes para dar uma boa sustentação ao bichinho…
Bem, basicamente existem dois tipos de cavaletes: um que vai até duas toneladas, para a maioria dos carros, e outro – mais reforçado – para caminhonetes e afins.
Como a diferença de preço entre um e outro era de apenas cinco contos de réis, não tive dúvidas: que venha o reforçado!
Garanto-lhes: como dá pra perceber nas fotos abaixo, fica MUITO mais fácil de trabalhar com o carro numa boa altura…




09 abr 2008 | Guardado em: Ferramental, Titanic II |
Então, na parte da tarde, aproveitei uma brecha para dar uma acertada num ponto que ainda estava me incomodando no Titanic II: o Insulfilm.
Além de estar meio que detonado nas bordas, era muito escuro. Sempre, à noite, eu já tinha de dirigir com o vidro do lado do passageiro abaixado para que pudesse enxergar direito pelo retrovisor. O retrovisor central nem pensar, pois se o Insulfilm já é escuro, imaginem no ângulo do vidro traseiro de um Opala, ou seja, quase deitado. Um breu só. E, para sacramentar a decisão, ontem choveu. Todos os vidros fechados. Um negrume só. Esquece. Encheu o saco.
Passei numa loja de som – onde tinha certeza já tê-los visto colocando essa pelÃcula num carro – para saber se eles também tirariam a danada da coisa. Beleza. Tiravam. Morri com quarenta e cinco contos, mas não só melhorou a dirigibilidade do veÃculo como também ficou beeeeeem mais bonito. O curioso é que até mesmo no vidro dianteiro tinha Insulfilm – e nesse eu não tinha sequer percebido, de tão clarinho que era. Mesmo assim, sem dó, arrancou-se tudo!
De quebra, enquanto esperava, resolvi aproveitar que ali por perto tinha uma casa de ferramentas e comprei alguns itens necessários para ir aprimorando minha modestÃssima oficininha. Um adaptador de chave de catraca de 3/8″ para 1/4″ (já que o meu quebrou há anos), duas chaves fixas (de boca) e duas chaves estrela (de estria). Medidas 6×7mm e 8×9mm.
E assim caminha a humanidade…
28 mar 2008 | Guardado em: Ferramental |
A garagem de casa é escura.
Não tem outra maneira de falar ou de suavizar. Dá pra se perceber pelas fotos do post de ontem. Ficou bem claro. É escura.
Tá certo que uma boa tinta nas paredes já ajudariam um bocadinho, mas sequer estou conseguindo tempo para o carro, que se dirá para as paredes?…
Bem, pra suavizar um pouco a coisa a solução foi arranjar dois conjuntos completos de lâmpadas fluorescentes – calha, reator e lâmpada. Daqueles “pra oficina” mesmo. Ficou vintão cada conjunto. Relação custo-benefÃcio. Se fosse o de duas lâmpadas sairia trinta e cinco cada…
Reatorzinho eletrônico a prova de burro. Fio preto e marrom para 220 volts ou fio preto e branco para 110 volts. Isolei o branco. Aproveitei que estava mexendo na rede elétrica e já “ativei” uma tomada numa das paredes, onde antes só havia a caixinha vazia. Tomadinha dupla, bem perto do carro. Bom para ligar furadeira, lâmpada auxiliar e itens do gênero.
Enfim, instalei as lâmpadas.
Miorô.
Mas ainda ficou escuro.
Não tanto quanto antes.
Mas ainda escuro.
Por que não comprei a calha dupla?
Maldito mão-de-vaca…
18 mar 2007 | Guardado em: Adventure, Ferramental |
Tábuas secas do verniz. As pernas da bancada foram montadas e ficaram bambas, bambas… Mas, caçando alguns parafusos de porte na minha caixa de ferramentas, foi possÃvel fixar as tábuas para travamento.
Caramba!
Ficou muito melhor do que eu esperava!
Com certeza a bancadinha aguenta até um motor em cima dela!
Agora só falta colocar uma segunda sequência de parafusos, lixar os últimos ressaltos e passar a segunda – e definitiva – mão de verniz.
E a menção honrosa vai para o filhote, que, do alto de seus sete anos, ficou feliz da vida em aprender como se manuseia uma furadeira – “Mas só com o papai do lado, viu?” – foi o comentário final e indispensável…
06 mar 2007 | Guardado em: Adventure, Ferramental |
Então. Pra montar a parte de baixo da bancada haveria a necessidade de também já fixar as madeiras laterais para travamento. Tudo que eu tinha eram alguns pedaços de tábuas que foram usadas para tapar concreto (inclusive com a calda seca do cimento ainda nelas). Medi e vi que daria.
E toca a levar tudo na casa do Seu Bento, desta vez com um ajudante de plantão – meu filhote mais velho. Após a limpeza das tábuas (para não estragar a lâmina da serra), elas foram cortadas e devidamente niveladas na plaina. Sem a casca externa, ficaram parecendo novÃssimas!
O filhote, todo orgulhoso de estar ajudando (e, de fato, estava), passou o tempo todo descarregando uma pergunta atrás da outra, querendo saber como funcionavam aqueles equipamentos. Após concluÃdos os serviços, a parte chata, mas essencial de se ensinar ao pequeno aprendiz: limpe todas as ferramentas, limpe toda a área de trabalho e guarde cada coisa no seu devido lugar. Essa lição faz parte da série é de pequenino que se torce o pepino…
De quebra dei uma de pidonho e ganhei de meu pai uma faquinha (que ele mesmo fez) – ótima para limpeza de ferrugens e aplicações afins.
De volta pra casa, essa etapa findou-se com o envernizar das quatro tabuinhas, para posterior fixação.
05 mar 2007 | Guardado em: Adventure, Ferramental |
Só para constar: a manhã foi dedicada a comprar um verniz e um pincel (na realidade uma “trincha”) para madeira da bancada. De quebra minha oficininha ganhou também mais duas brocas pequenas e um paquÃmetro – de plástico (urgh!). Bem, melhor algum que nenhum.
A primeira mão de verniz foi aplicada nas madeiras individualmente, com tudo desmontado. Dica para os curiosos de plantão: para madeira o verniz deve ser sempre utilizado em dias quentes e secos, em materiais bem lixados, limpos e também secos, distribuindo bem todo o lÃquido, sem deixar escorridos, e secar na sombra por pelo menos 12 horas antes da próxima mão. Aliás, no mÃnimo duas mãos – ou “demão”, como dirÃamos lá na terrinha…
À noite, com as peças secas, já montei a parte de cima da bancada. A parte de baixo ainda depende de arranjar uma madeira para travamento. A Dona Patroa (olha ela de novo aÃ, gente!) me mostrou uns pedaços que talvez sirvam, mas ainda vai depender de nova visita à oficina do Seu Bento para usar a serra circular e a plaina.
E ainda preciso arranjar uma morsinha (ou prensa, se preferirem), mesmo que usada…
16 fev 2007 | Guardado em: Ferramental |
Como já foi possÃvel perceber, uma das coisas que está virando rotina nessa “brincadeira” com o Opala (e ainda não batizei o bichinho…) é que estou, paralelamente, montando uma oficina com ferramentas especÃficas para utilização na reforma. Num futuro não muito distante já vislumbro até mesmo um compressorzinho para pintura…
Mas, por enquanto, o que me falta é uma bancada de trabalho. Daquelas reforçadas, nas quais você pode marretar sem dó alguma peça que precise ser desamassada. De preferência com uma pequena prensa horizontal numa ponta para que eu possa prender algumas peçaas de quando em quando.
Assim, tirei o dia para colocar meus “dotes” de marcenaria em prática. Como reciclar é a palavra em voga, aproveitei alguns velhos caibrões (vigas) que estavam encostados lá no fundo do quintal e pus mãos à obra.
De custo, mesmo, foram somente dez parafusos de cabeça francesa (arredondados, sem fenda, que travam na madeira) de 5/16″ x 5″, com arruelas e porcas, o que deu exatamente R$0,64 a unidade. SaÃram mais baratos que a própria broca de 5/16″ que também precisei comprar (R$7,30). O resultado foi uma bancadinha de 1m de altura, por 1m de largura e 45cm de profundidade. Mais que o suficiente para um caboclo da minha altura trabalhar.
Só falta desmontá-la, lixar cada peça, envernizá-las e remontar tudo de novo…
PS.: Ali em cima, ao invés de “prensa”, eu ia escrever “morsa” – que é como sempre conheci esse equipamento. Como talvez fosse um regionalismo, resolvi escrever “torno” (outro nome pelo qual conheço o tal do equipamento), entretanto ainda assim resolvi dar uma consultada no Aurélio. Cheguei a conclusão que já não sei de mais nada. Isso porque uma das acepções da palavra “torno” é a seguinte: “Posição de cópula em que a mulher fica por cima do homem”. Ora vejam! Definitivamente, Aurélio também é cultura!
14 fev 2007 | Guardado em: Ferramental |
Pequeno gasto com ferramentas logo pela manhã: uma chave combinada de 15mm e um alicate de corte diagonal feito a base de “cromo-vanádio” (imponente, não?).
03 fev 2007 | Guardado em: Adventure, Ferramental |
Duas comprinhas básicas: uma para mim e outra para o carro. Para mim, um óculos de segurança, pois não quero correr o risco de que alguma lasca de alguma coisa voe para meus olhos enquanto estiver trabalhando – é o chamado EPI (Equipamento de Proteção Individual). Para o carro, alguns parafusos para a tampa do distribuidor.
Apesar de ter trocado a dita tampa por uma nova, por algum motivo o parafuso original não “pegou” a rosca da base. Precisei comprar alguns com a mesma rosca, mas comprimento um pouco maior para ver se dá o encaixe correto. Até porque são apenas dois parafusos, sendo que um está com o encaixe perfeito. Se eu não colocar o outro, estarei sobrecarregando o aperto desse um, que estaria segurando sozinho a tampa do distribuidor, e correria o risco de que a curto ou médio prazo acabasse bichando também…