Peru ao Whisky

Tá.

Assim como o Copoanheiro disse ainda no post anterior, sei que alguma vez na vida você já recebeu essa mensagem no seu e-mail.

Mas ainda assim continua rendendo boas risadas!…

PERU AO WHISKY

Ingredientes:

- 1 peru de uns 5kg – para seis pessoas;
- 1 garrafa de whisky;
- sal e pimenta a gosto;
- 350ml de azeite de oliva;
- 500g de bacon em fatias.

Modo de fazer:

Envolver o peru no bacon, atá-lo, temperar com o sal e pimenta. Massageá-lo com um pouco de azeite. Pré-aquecer o forno por uns dez minutos. Servir-se de uma dose de whisky enquanto aguarda.

Usar uma assadeira para colocar o peru no forno. Sirva-se e tome umas duas doses de whisky.

Axustar o terbostato na marca trêis e debois de vinte minutos e botar prá assassinar… não! Prá assar. Derrubar trêis doses de whisky.

Debois de beia hora, fornar a abertura e controlar a assadura do pato… peru. Pegar a garrafa de biscuit e derramar um boa dose por trás da fragata… dão! da gravata.

Debois de beia hora de bruços, titubear até o vorno, abrir a borra da borta do vorno e botar no piru… dão! voltear o piru no outro sentido.

Queimar a mão ao fechar a borra da borta… merda…

Tentar sentar na borra da gadera, tentar servir mais copo no uísqui… ou… ao contrário! tanto faz! Deijar no vorno por umas quadro horas.

Avastar-se zinco passssssssos ou mais. Ahhh… que bom sentarrrr!

Retirar o vorno do biru. Mandar mais um uisgui em zima.

Dendar tirar o vorno do sacana do biru de novo, borque na primeira dããããooo deeeeu.

Pegar o biru que caiu no jão, enjugar o filho da puta com um bano de jão e jogá num trato… não! num chato… numa pandeja… ou qualquer borra…

Num vumita no vrango, caraio!

ZZZZZZZZZZZZzzzzzzzzzzzzzzzzzz……….

Sabedoria etílica

Ok, é fato que, vira-e-mexe, algumas mensagens de anos atrás voltam a cair na nossa caixa postal. Mas algumas contêm certas verdades absolutas que merecem ser replicadas. É o caso desta a seguir — tenho certeza de que todxs já a recebeam pelo menos uma vez, mas que fique, definitivamente, registrada aqui no Copoanheiros!

BOTECO!!!

Por que será que é mais fácil freqüentar um bar do que uma academia?
Para resolver esse grande dilema, foi necessário frequentar os dois (o bar e a academia) por uma semana.
Vejam o resultado desta importante pesquisa:

- Vantagem numérica:
- Existem mais bares do que academias. Logo, é mais fácil encontrar um bar no seu caminho: 1×0 pro bar.

- Ambiente:
- No bar, todo mundo está alegre. É o lugar onde a dureza do dia-a-dia amolece no primeiro gole de cerveja.
- Na academia, todo mundo fica suando, carregando peso, bufando e fazendo cara feia: 2×0.

- Amizade simples e sincera:
- No bar, ninguém fica reparando se você está usando o tênis da moda.
- Os companheiros do bar só reparam se o seu copo está cheio ou vazio: 3×0.

- Compaixão:
- Alguém já te deu uma semana de ginástica de graça?
- No bar, com certeza, você já ganhou uma cerveja ‘por conta’: 4×0.

- Liberdade:
- Você pode falar palavrão na academia? 5×0.

- Libertinagem e democracia:
- No bar, você pode dividir um banco com outra pessoa do sexo oposto, ou do mesmo sexo, problema é seu…
- Na academia, dividir um aparelho dá até briga: 6×0.

- Saúde:
- Você já viu um ‘barista’ (freqüentador de bar) reclamando de dores musculares, joelho bichado, tendinite? 7×0. [Observação minha: este é o único item que gera controvérsias. Copoanheiros véios e enferrujados são cada vez mais frequentes...]

- Saudosismo:
- Alguém já tocou a sua música romântica preferida na academia?
- É só ‘bate-estaca’, né? 8×0.

- Emoção:
- Onde você comemora a vitória do seu time?
- No bar ou na academia? 9×0.


- Memória:
- Você já aprontou algo na academia digno de contar para os seus netos?

- 10×0 pro BAR!

- Portanto, se você tem amigos na academia, repasse este e-mail para salvá-los do mau caminho!

PS.: Você já fez amizade com alguém bebendo Gatorade?

Fechadura à prova de bêbados

Botecologia aplicada

Êh, vida dura… Um boteco por dia. Chato isso, viu? Tenho até pena do cara: 365 dias, 365 botecos.

O caminho para a paz interior

Li um artigo de uma conceituada revista que dizia:

“O caminho para encontrar a paz interior é terminar todas as coisas que você começou.”

Refleti bem e…

Então, neste último sábado, olhei ao meu redor para ver todas as coisas que eu tinha começado e não havia acabado.

Em seguida, eu terminei… com duas caixas de Skol, o final de uma garrafa de Black Label, o resto de uma Jose Cuervo e uma garrafa aberta de Smirnoff, e uns ¾ de um garrafão de 5 litros de uma cachacinha da hora.

Você não tem idéia de como eu fiquei em paz… até flutuava…

Botecologia

Lá pelos idos de 2005, o copoanheiro Duende me mandou essa [devidamente registrada aqui]. Ainda estamos tentando descobrir onde fica — se alguém souber, favor deixar um bilhete aí no balcão.

Como preparar uma caipirinha

Transcrevo a “receita” diretamente da fonte: lá do Deitando o gato na grelha

Existem dez milhões de receitas de caipirinha, todas elas envolvendo limão, açúcar, gelo e cana. Mas sempre se inventa uma boiolage pra se poder dizer: “A minha caipirinha é a mais foda do mundo”. E sempre é, porque a caipirinha é um goró muito bom e fica boa de qualquer jeito. Vou, portanto, lhes contar como faço a minha própria dose de alegria.

Pra um copo razoável, daquele que cabe uma lata de cerveja inteira, use um limão e meio. Pense que o fato de deixar meio limão inutilizado servirá como estímulo para que prepare outra caipirinha posteriormente. Vai por mim.

Corte o limão na metade. Sem descascar nem nada. No máximo, lave o limão. Mas só quando houver alguma mulher por perto, elas detestam quando a gente não lava os vegetais. Ok, corte cada metade do limão novamente na metade. Pensando comigo, você tem 4 pedaços de limão. Bacana, não perca a concentração, corte cada pedaço na metade. Juntando com a outra metade de limão, você deve ter 12 pedacinhos de limão no seu copo. Foda-se a matemática, vai cortando e mete tudo no copo, porque essa batida é feita pra ajudar a gente a PERDER as contas.

Sugiro que não descasque o limão, por dois motivos: o primeiro, é a considerável economia de tempo e recursos que seriam dispensados descascando. E o outro, o mais legal: Pegue um pedaço de casca de limão, e esprema, como se fosse uma espinha. CUIDADO COM O OLHO. Caso contrário, não poderá mais ler este blog, nem ler mais nada. E eu perderei um leitor, coisa que muito me dói na alma e no coração. Bom, espremendo a casca, você notará que ela espirra um líquido, muito cheiroso e meio amargo. É ele que faz uma caipirinha batuta.

O segundo passo é jogar açúcar. Ponha açúcar de monte. Muito, até cobrir todo o limão. Vai por mim, não fica doce demais por conta do suquinho amargo da casca.

Antes de encher de cachaça, pegue o socador e amasse. Faça uma maçaroca daquilo lá. O atrito do açúcar com a casca do limão faz o mesmo efeito que a sua espremida. Com a diferença que o suco amargo e cheiroso se mistura com o caldo do limão e com o açúcar (pelo teclado brasileiro, dá um puta trabalho escrever açúcar, já percebeu? Tou quase escrevendo assucar).

Tá bem amassado, a parada toda virou um caldo? Então encha de cachaça. Ou vodka, embora eu prefira a caipirinha de pinga. Sem a viadage de tirar os pedaços de limão de dentro do copo. Deixa todo mundo lá. A vantagem é que você pode ir completando só com pinga e misturando depois. Pensa pelo lado prático, companheiro.

Agora mexe bem, muito bem. Sem aquela frescurada de meter um copo em cima do outro e bla bla bla. Isso é coisa de barman, e a gente aqui faz goró, e não drinkezinho. Mete uma colher lá dentro, mexe, dá uma lambida na colher e manda pra pia (a colher, não a caipirinha). Lambeu, tá gostoso?

Só jogar ali umas pedras de gelo e correr pro abraço.

PS: De novo, este post não tem fotos porque a minha prima não devolveu a minha máquina. Vanessa, terceira semana e nada???

Xadrez etílico

( Publicado no Legal em 28/03/2008 )

E aumentando a variedade dos tipos de tabuleiros e peças que podem deixar jogos de xadrez ainda mais interessantes, como eu já havia mostrado antes, segue agora o “xadrez etílico”. Não é necessariamente original, pois lembro-me bem de ter visto um tabuleiro bem similar – mas, no caso, de damas – num dos episódios de M.A.S.H. – A sátira da guerra (não, não sou velho, sou “clássico”).

Sink the Bismarck

Cachaça News:

Você tem vontade de apreciar uma cerveja como se estivesse bebendo pinga? Com 41% de graduação alcóolica, percentual semelhante ao de destilados como vodcas e cachaças, a cervejaria escocesa BrewDog lançou a cerveja com o mais elevado teor de álcool do mundo.

A nova bebida fermentada é 1% mais forte que a cerveja alemã Schorschbock. Por isso, só poderia ser batizada com o nome Sink the Bismarck (Afunde o Bismarck, em tradução livre), em alusão a um imponente navio alemão da 2ª Guerra Mundial.

Mais hic-hic aqui

Segunda dose: 40 euros a ampola? :-P

Costumes de antigamente…

Trecho extraído diretamente do livro Nossa Cidade de São José dos Campos, publicado em 1991 e que trata da visão pessoal do autor – Jairo César de Siqueira – sobre a metrópole entre os anos de 1917 e 1930.

Era costume antes das compras nos armazéns, executarem o ritual tradicional do “mata bicho”. O chefe da família pedia um martelo de pinga e era o primeiro a degustar o explosivo líquido. Passava o copo ao filho mais velho, que bebia um gole e dava o copo a outro irmão, e este a outro, até que o patriarca molhava o dedo indicador da mão direita na bebida e dava-o ao menino de colo para chupar – “é para não espantar as bichas” – dizia convicto. Só então pedia nova rodada e outro martelo de pinga com capilé ou groselha para atender a parte feminina da família e as crianças.