Arquivos de 'We will rock you'

De volta aos palcos da vida

terça-feira, 2 de março de 2010, às 6:02

E eis que, após alguns anos de serviços dedicados a ações culturais, volta aos palcos ninguém menos ninguém mais que o copoanheiro eventual, amigo dos bão, contador de causos como ele só, Pérsio Assunção!

E o mundo fica um pouco menor…

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010, às 7:48

Dez anos de Trem da Viração

terça-feira, 25 de novembro de 2008, às 12:21

E pra quem curte uma boa música, muito verde e alegria contagiante, o grupo Trem da Viração vai comemorar seus dez anos com um show no próximo dia 29/11/08, às 22h30min (sim, a partir de dez e meia da noite), lá na Beira do Riacho, em Monteiro Lobato.

O ingresso na hora é vintão!

Contatos pelos telefones (12)3941-6686 ou (12)9713-8021.

Vamos ver se dessa vez eu consigo ir…

Ceumar na Fecap

quinta-feira, 29 de maio de 2008, às 17:22

Excelente dica do amigo e colega de trabalho Marcos Caetano (vulgo “Marquinhos”) acerca do show que acontece de hoje até domingo. Trata-se da Ceumar, cuja musicalidade e letras de suas canções encantam tanto quanto a maviosa voz que possui (não, não escrevi errado, é maviosa mesmo).

gravação de cd ao vivo com músicas inéditas
participação de yaniel matos e sérgio pererê

29, 30, 31 de maio e 1º de junho de 2008
quinta, sexta e sábado, às 21h. domingo, às 19h
teatro fecap | avenida liberdade 532 liberdade | tel. 11.3272.2222

www.teatrofecap.com.br
www.myspace.com/ceumar
www.circusproducoes.com.br

Pena que não poderei ir…

:’(

Iron Man

quarta-feira, 16 de abril de 2008, às 6:13

Das diversas estréias no cinema previstas para os próximos dois meses (algumas MUITO boas), uma delas me chamou a atenção: Homem de Ferro.

Por quê?

Ao invés da música tema original dos desenhos essa produção será embalada pela música Iron Man da antiga banda Black Sabbath
:D

Rhapsody of Fire

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008, às 22:40

Que fique bem claro: em termos de Symphonic Metal, ainda prefiro – de longe – o Nightwish. Entretanto, é lógico que a gente não pode simplesmente se fechar para quaisquer outras possibilidades disponíveis no mercado. Até porque, antes mesmo da melodiosa voz da soprano do Nightwish, conheci o Therion, de batida mais forte, e, mais tarde também fui apresentado ao Epica, este já mais suave.

Fuçando (como sempre), acabei descobrindo o Rhapsody of Fire, uma banda na mesma linha das anteriores, mas que tem um toque mais melódico. E olha que nem é filandesa, é italiana! Tá por aí desde 93, já tendo lançado uma meia dúzia de álbuns, fora os EPs, Singles, etc, etc, etc. Com a ajuda do Ares, meu fiel escudeiro para assuntos downloadísticos, baixei o último álbum completo dessa banda: Triumph or Agony. Apesar de adotar um único tema, é bastante eclético, passando por solos de guitarra, músicas no estilo medieval, metais, violinos, enfim, tá tudo lá.

Na minha opinião?

Vale a pena dar uma conferida!

Depressão puerperal pós-findi

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008, às 8:04

PARE O MUNDO que eu quero descer!!!”

“O hoje é apenas um furo no futuro por onde o passado começa a jorrar…” 

Hair

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008, às 12:00

Nem sei de onde surgiu o assunto. Se não me engano acho que foi assistindo um vídeo do Nando Reis (Mantra) no Youtube, por sugestão do amigo Bicarato, que lembrei-me de um antigo (bota antigo nisso) musical que sempre adorei: Hair.

Curioso que AINDA sei praticamente todas as músicas de cor. Mas custou a lembrar de uma das que mais gosto, inclusive já antológica na história do cinema. Mas lembrei. Segue o vídeo de I Got Life:

 

Velhas paixões não morrem jamais

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008, às 5:46

De fato.

Ou, no mínimo, são muito difíceis de morrer.

Ou de matar.

Depende da ótica.

Ou do que se queira.

Por mais que se sonhe com isso…

Assim acontece com o chamado heavy metal, gênero musical que permaneceu vivo nos limiares de minha consciência durante anos a fio e foi “redescoberto” graças ao entusiasmo e dedicação do amigo Bellini.

Te devo essa, cara!

Para quem não sabe – ou não acredita – o heavy metal é simplesmente um tipo de música, nada mais nada menos que uma variação do bom e velho rock’n roll. Seus precursores podem ser encontrados nas pessoas de, por exemplo, The Who, Jimi Hendrix, Led Zeppelin, Jeff Beck, Deep Purple, Uriah Heep, dentre outros. Nas palavras de Krusher *, DJ, Designer e Jornalista:

“É um som pesado, sabe, é isso que é para mim… e toda essa besteira sobre novo metal e o imo metal, fucking metal, doom metal, death metal, todo tipo de metal! Mas que droga, é metal, é rock’n roll! É isso o que é na verdade. No fim das contas é apenas rock’n roll…”

Curioso é que, até onde se sabe, o termo heavy metal foi cunhado de forma pejorativa, no início da década de setenta, por um crítico ao referir-se a um dos primeiros álbuns do Black Sabbath, pois teceu um infeliz comentário dizendo que, na sua opinião, aquilo que ouviu não era música, não podia sequer ser chamado de rock pesado (heavy rock), soava mais como um monte de metal pesado (heavy metal) batendo e rangendo entre si. Como sempre , o tiro saiu pela culatra e não só aquele novo tipo de música como o próprio termo recém-inventado caiu no gosto do povo…

Aliás, provando que gambiarra que é gambiarra sobrevive no tempo, sobre esse “álbum inovador” com um tipo de música e batida diferentes, Geezer Butler *, baixista do Black Sabbath, já esclareceu o seguinte:

“O orçamento era mínimo… eu acho que eram 500 libras para fazer o primeiro álbum. Então não dava para comprar cordas novas. Eu tinha três caixas que funcionavam com um gabinete 4 por 12, então todo o equipamento estava caindo aos pedaços… e eu acho que foi isso que deu aquele tipo de som distorcido. E as peles da bateria do Bill não eram trocadas há dois anos e ele tocava com baquetas pela metade porque não podia comprar novas.”

Ou seja, eles baixaram a afinação da guitarra em meio tom para fazer a guitarra soar mais pesada (heavy) e tocavam mais devagar. Com isso a música ficou mais “destruidora”. Esse estilo totalmente diferente do que era ouvido à época, somado às letras pseudo-satânicas de Ozzy Osbourne, acabaram por funcionar como um elemento de contracultura face à uma sociedade conservadora.

De qualquer forma é um gênero de música que pegou e já tem filhos e netos. As divisões e sub-gêneros existentes são inúmeros, desde os mais melódicos até os mais pesados.

De um modo particular gostei de recentemente ter conhecido o chamado Symphonic Metal, que tem ponto forte nos vocais, sem deixar de lado os tradicionais riffs da guitarra, com aquela “pegada” pesada. Comecei com o Therion e neste exato momento estou ouvindo (e conhecendo) o Epica – mas continuo preferindo o Nightwish!

Apesar de tudo, não deixo de também apreciar (ou pelo menos suportar) outros gêneros de músicas, praticamente de todos os tipos e com uma quedinha pela música de raiz, aquela música da roça mesmo, estilo Rolando Boldrin. Perdoem-me aqueles que preferem, mas deixo totalmente de fora a música sertaneja (sertanojo ou de dor-de-corno), pagode em geral e funk em particular…

* Trechos obtidos no documentário Heavy Metal – Louder Than Life, da Focus Music.

We will rock you

terça-feira, 11 de dezembro de 2007, às 10:00

Dia desses eu comentei que o filhote nº 3 tem um desempenho impagável cantando a música “We will rock you”, do Queen. Vejam onde ele aprendeu:

 

Quem não conseguir visualizar o filminho, pode tentar direto no Youtube, neste link aqui.