Arquivos de 'Mundo Estranho'

Alimentos e emoções

terça-feira, 24 de agosto de 2010, às 12:00

Essa eu poderia catalogar numa série com o nome de “inutilidades indispensáveis”

Na dúvida, eis aí a lista.

Qualquer coisa, meninas, vocês me avisem!

Banana
contra a ansiedade

Se você anda mais ansiosa que o normal, aposte na banana para elevar os níveis de serotonina. Quando os níveis desse neurotransmissor estão baixos, falha a comunicação entre as células cerebrais. Aí você fica irritada e especialmente ansiosa. A fruta combina doses importantes de triptofano e vitamina B6. Juntas, as duas substâncias se tornam poderosíssimas na produção da serotonina.

Quanto consumir: 2 unidades por dia

Mel
pura alegria

Triste sem motivo? De novo a causa pode ser a serotonina de menos. Nesse caso, o mel funciona como um calmante natural, pois aumenta a eficiência da serotonina no cérebro. Mas não é só aí que ele atua. Quando alcança o intestino, ajuda a regenerar a microflora intestinal. Resultado: o ambiente se torna mais propício para a produção de serotonina. Surpresa? Pois é, cerca de 90% do neurotransmissor do bom humor é produzido no intestino.

Quanto consumir: 1colher (sopa) / dia.

Abacate
amigo do sono

Dormir é tão importante para viver bem quanto comer direito e fazer exercícios. Tem noite que o sono não vem? Põe fé no abacate. Tudo bem, ele tem gordura, mas é da boa. E oferece vitaminas que ajudam você a se entender melhor com o travesseiro. A vitamina B3 equilibra os hormônios que regulam as substâncias químicas cerebrais responsáveis pelo sono. Já o ácido fólico funciona como se fosse uma enzima, alimentando os neurotransmissores que fazem você dormir bem.

Quanto consumir: ½ abacate pequeno, 3x / semana.

Salmão
levanta o astral

Mau humor constante pode ser sinal de falta de ômega 3 no prato. O representante oficial dessa gordura amiga é o salmão. Mas existem outros peixes (atum, arenque e sardinha) que jogam seu astral lá para cima. O ômega 3 melhora o ânimo porque aumenta os níveis de serotonina, dopamina e noradrenalina – substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar. Estudos também comprovam que este ácido graxo tira os radicais livres de cena e assim protege o sistema nervoso central.

Quanto consumir: 1 porção, 3x / semana.

Lentilha
afasta o medo

Angústia e medo podem estar relacionados ao desequilíbrio de cálcio e magnésio. Essa dupla atua no balanceamento das sensações. Além de incluir alimentos com cálcio (queijo e iogurte) e magnésio (acelga) na dieta, consuma mais lentilha. Ela tem efeito ansiolítico, ou seja, tranqüiliza e conforta. Isso porque é precursora da gaba, neurotransmissor que também interfere nos sentimentos.

Quanto consumir: 3 conchas pequenas / semana.

Nozes
mantém você concentrada

São muitos os nutrientes das nozes. Mas é a vitamina B1 a responsável por essa fruta oleaginosa melhorar a concentração, pois a B1 imita a acetilcolina, neurotransmissor envolvido em funções cerebrais relacionadas à memória.

Quanto consumir: 2 nozes, 4x / semana.

Chá verde
espanta o estresse

Essa erva, a Camellia sinensis, tem fitoquímicos (polifenóis e catequinas) capazes de neutralizar as substâncias oxidantes presentes no organismo que, em excesso, deixam você cansada e estressada e acabam desorganizando o funcionamento do organismo. O estresse é capaz de desencadear a síndrome metabólica, culpada por doenças como a obesidade e a depressão. Beber chá verde, conforme alguns estudos, melhora a digestão e deixa a mente lenta.

Quanto consumir: 4 a 6 xícaras (chá) / dia.

Brócolis
deixa a mente esperta

É comum você demorar alguns segundos para lembrar o número do seu telefone? Este alimento é rico em ácido fólico, acelera o processamento de informação nas células do cérebro, consequentemente, melhorando a memória. Porções extras desta verdura vão fazer você lembrar de tudo rapidinho.

Quanto consumir: 1 pires / dia.

Clorela
controla a preocupação

Comportamento obsessivo pode ser sinal de que as células do organismo estão desvitalizadas. A alga clorela funciona como um poderosíssimo reparador celular, melhorando as funções fisiológicas e o sistema imunológico. E mais: contém vitaminas (B3, B6, B12 e E) e minerais (cálcio, magnésio e fósforo) e aminoácidos (triptofano) que ajudam a estabilizar os circuitos nervosos, acabando com a aflição e aumentando a sensação de conforto.

Quanto consumir: de 2 a 4g / dia (cápsula)

Óleo de linhaça
dribla o apetite voraz

O óleo extraído da semente de linhaça e prensado à frio é uma fonte vegetal riquíssima em gordura ômega 3, 6 e 9. Melhor: é um dos poucos alimentos com ômega numa proporção próxima do ideal, o que é imprescindível para que exerça suas funções benéficas. Uma delas é regular os hormônios que ajudam a manter o sistema nervoso saudável. Com isso, a ansiedade perde espaço e a cumpulsão a comida fica bem menor.

Quanto consumir: 1colher (sobremesa) / dia, antes das refeições principais.

Gérmen de trigo
acaba com a irritação

Assim como as nozes, o gérmen de trigo tem vitamina B1 e inositol, que reforçam a concentração. Mas por ter uma boa dose de vitamina B5, o gérmen é especialmente indicado como calmante, já que melhora a qualidade de impulsos nervosos, evitando nervosismo e irritabilidade.

Quanto consumir: 2 colheres (chá) / dia.

Tofu
espanta o desânimo

O queijo de soja tem o dobro de proteínas do feijão e uma boa dose de cálcio. Também é rico em magnésio (evita o enfraquecimento das enzimas que participam de produção de energia) e ferro (combate a anemia). Quando estes minerais estão em baixa no organismo, você se sente fraca e sem ânimo. Mas é a colina, substância que protege a membrana das células cerebrais, que dá ao tofu o poder de acabar com o cansaço mental.

Quanto consumir: 1 fatia média / dia.

Dia do Advogado?

quarta-feira, 11 de agosto de 2010, às 19:04

Com todo respeito à classe e a todos aos demais defensores cuja data é comemorada neste 11 de agosto, hoje também é o dia de uma classe que – convenhamos – é MUITO mais relevante que a nossa…

Hoje também é o Dia do Garçom!

Assim, parabéns a todos esses profissionais que nos auxiliam no dia a dia etílico que nos consome…

:D

Brasil 1 x Holanda 2

sexta-feira, 2 de julho de 2010, às 13:40

Vaca Holandesa

Bem, na verdade o Brasil marcou três gols.

Um de verdade.

Um impedido.

Um contra.

Mas não foi o suficiente.

Então tá combinado: a partir de agora o esporte nacional passará a ser o truco…

Brasil 3 x Chile 0

segunda-feira, 28 de junho de 2010, às 22:33

Acho que esse foi o primeiro jogo de verdade que vi nesta Copa…

Brasil 0 x Portugal 0

sexta-feira, 25 de junho de 2010, às 15:07

Simplesmente não assisti o jogo.

Brasil 2 3 x Costa do Marfim 1

domingo, 20 de junho de 2010, às 17:44

Ok.

O jogo foi, digamos, “melhorzinho”…

Aquela ajeitada de braço, de mão, de ombro, no segundo gol, foi até que bem simpática…

Mas, vamos combinar: o Kaká bestou!

Precisava ter ficado lá?

Levou cartão de bobeira. Nem viu o porquê. Estava de costas, pegou no peito e, ainda assim, o caboclo levou as mãos ao nariz. Marcou e levou.

O curioso foi o filhote nº 1, logo após o primeiro gol, ao me ver comemorar.

- Mamãe – disse ele – nunca vi o papai gritar em casa, assim, de felicidade!

Não que minha família não me faça feliz. Mas acho que tenho comemorado pouco…

Em tempo: bonitas as meninas costa-marfinísticas, não?…

Brasil 2 x Coréia do Norte 1

terça-feira, 15 de junho de 2010, às 19:38

Bem, apesar dos últimos posts, ainda assim Copa é Copa, né?

Até porque a última vez que falei disso a sério (a sério?) já tem quatro anos. Tá aqui.

Mas, enfim, meu comentário acerca do jogo de hoje entre Brasil e Coréia do Norte se resume a uma palavra:

Chocho

Se um cachorro fosse seu professor…

sábado, 27 de março de 2010, às 6:30

Se um cachorro fosse o seu professor, você aprenderia coisas assim:

- Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.

- Nunca perca uma oportunidade de ir passear.

- Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.

- Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.

- Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.

- Corra, pule e brinque todos os dias.

- Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.

- Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.

- Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos e deite debaixo da sombra de uma árvore.

- Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.

- Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta culpado…volte e faça as pazes novamente.

- Aproveite o prazer de uma longa caminhada.

- Se alimente com gosto e entusiasmo.

- Coma só o suficiente.

- Seja leal.

- Nunca pretenda ser o que você não é.

- E o MAIS importante de tudo…

- Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar.

A amizade verdadeira não aceita imitações!!!

E nós precisamos aprender isso com um animal que dizem ser irracional…

Enquanto recortava-e-colava esse texto não pude deixar de lembrar da Doutora Sandra, de Jacareí, a mais abnegada e apaixonada defensora desses fantásticos bichinhos de quatro patas que eu já vi…

Na Internet você acha de tudo

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010, às 2:36

De fato.

De tudo, MESMO.

Entre a leitura de um blog e outro – e até o que tinha me chamado a atenção originalmente era uma matéria sobre brigas de casais e seus efeitos cardíacos (clinicamente falando) – eis que surge um famigerado link lá no meio do texto: Funerária On-Line.

É.

Isso mesmo.

FOL – Funerária On-Line. Recheado de notícias fúnebres mas não necessariamente funestas. Um verdadeiro portal, com dicas, enquetes – inclusive cursos e eventos!

Também há o link para negócios e – é lógico – empregos.

Isso sem falar no utilíssimo Guia Funerário, com milhares (sim, milhares!) de itens cadastrados!

E, talvez a melhor parte, histórias de sucesso de grandes empresários do ramo. Nenhuma queixa dos clientes até hoje! (Mi discurpi, num arresisti…)

E se você não sabia a quem recorrer quando queria fazer um curso de tanatopraxia avançada – a reconstrução facial, agora já sabe onde procurar… Ou até mesmo um basiquinho de necromaquiagem – tá na cara onde pode achar!

Eu, hein…

A Síndrome do Bezerro de Ouro

sábado, 26 de dezembro de 2009, às 12:00

Sei que é um título – e um texto – um tanto quanto, digamos, “esquisito” para ser colocado logo no pós-Natal, mas me chamou a atenção não só pela coerência como pela capacidade de dizer o óbvio – no caso, o tipo de coisa que está na nossa frente o tempo todo e raramente enxergamos.

Pois bem. O texto é de Donald Norman e foi feito na época em que o produto da vez que estava em voga no mercado eram os aparelhos de som (mas aplicável à questão da tecnologia de um modo geral). Recortado e colado direto lá do Boteco Escola:

A ADORAÇÃO DE FALSAS IMAGENS
(A síndrome do bezerro de ouro)

Donald A. Norman

POET p. 174-6

O designer – e o usuário – pode ser tentado a adorar a complexidade. Alguns de meus alunos realizaram um estudo sobre máquinas copiadoras de escritórios. Descobriram que as máquinas com mais funções, e muito mais caras, eram sucesso de vendas entre as empresas de advocacia. As empresas precisavam das muitas funções extras de tais máquinas? Não. Na verdade elas gostavam de colocar as máquinas na parte da frente dos escritórios perto da sala de espera dos clientes. Um show de equipamentos com luzes flamejantes e lindas telas. As empresas, assim, ganhavam uma aura de modernidade, mostrando sua capacidade de lidar com os rigores da alta tecnologia. O fato de que as máquinas eram muito complexas para serem operadas pela maioria das pessoas nas empresas era irrelevante; as copiadoras sequer tinham que ser usadas, importava a aparência. Em tempo: os adoradores de falsas imagens neste caso eram os clientes.

Uma colega me narrou as dificuldades que ela enfrentou com o seu conjunto caseiro de audio/TV, formado por diferentes componentes que, isoladamente, não eram muito complexos. Mas as combinações eram tão difíceis que ela não podia usar o conjunto. A solução de minha amiga foi trabalhar cada operação que ela queria fazer e escrever instruções explícitas para si própria. E mesmo com essas instruções, não foi fácil operar o aparelho. Aqui, claramente, o culpado são as interações entre componentes. Imagine-se tendo de escrever diversas páginas de instrução para poder utilizar seu próprio aparelho de som!

No caso do conjunto de audio/TV extremamente complexo, os componentes eram de diferentes fabricantes. Foram concebidos para serem comprados e usados isoladamente. Mas eu já vi complexidade igual em componentes produzidos por um único fabricante. Alguns vendedores tentam criar a impressão de que é assim que deve ser, pessoas com alguma competência técnica podem fazer com que o aparelho funcione. Não, esta atitude não é correta. O equipamento simplesmente é muito complexo, a interação entre os equipamentos é muito difícil. Não há nada particularmente avançado com relação ao equipamento de minha colega. E ela é uma pessoa razoavelmente sofisticada quanto à tecnologia – é uma doutora em ciência de computação – mas foi derrotada por um audio caseiro.

Um dos problemas com equipamentos de audio e vídeo é o de que, mesmo que os componentes tenham sido planejados com cuidado, a interação intercomponentes não é fácil. O receptor, o toca-fitas, a televisão, o videocassete, o aparelho de CD, etc parecem ter sido planejados de modo relativamente isolado. Colocá-los juntos é o caos: uma admirável proliferação de controles, luzes, medidores e interconexões que podem derrotar até mesmo tecnófilos de talento.

Neste caso, a falsa imagem é a aparência de sofisticação técnica. Este é o pecado responsável pela complexidade extra de muitos dos nossos instrumentos, dos telefones e televisões às lavadoras e secadoras de roupa, dos painéis de automóveis aos conjuntos audiovisuais. Não há remédio aqui a não ser educação. Você pode argumentar que este é um pecado sem vítimas, ferindo apenas aqueles que o praticam. Mas isto não é verdade. Fabricantes e designers fazem produtos para aquilo que eles percebem como demandas de mercado; assim, se um número razoável de pessoas comete o tal pecado – e a evidência é que elas irão pecar – todos nós pagamos pelo prazer de uns poucos. Pagamos na forma de equipamentos coloridos e elegantes cujo valor de uso é quase zero.

E daí?

Guardadas as devidas proporções, conseguiram identificar cada qual o Bezerro de Ouro que carrega ou vislumbra?

Talvez aquele celular de última geração, que tira fotos, filma, conecta à Internet, funciona como ondas-curtas, faz pipoca, lava, passa e cozinha? Mas que você usa somente para fazer e receber ligações…

Ou, talvez, aquela TV hiper-super-ultra-mega-blaster-advanced-plus, com possibilidade de 1.469 conexões diferentes e que você usa somente para assistir – quando muito – sua novelinha…

Um carro – por que não? – com todos os acessórios possíveis e imagináveis, capaz de chegar a 492 km/h, do tipo todo-terreno, anfíbio, quatro-por-quatro, com tv a cabo e lavadora a bordo – e que vai somente de casa para o trabalho e do trabalho para casa…

Pois é, creio que talvez todos nós tenhamos nosso “Bezerro” enfiado em algum canto da casa – ainda que não percebamos isso!

Dia Mundial de Luta contra AIDS

terça-feira, 1 de dezembro de 2009, às 11:32

Há que se precaver. Há que se cuidar. Há que se acabar com o preconceito.

Na minha opinião, basicamente é isso.

Mas, curiosamente, assistindo o jornal pela tv (nunca pensei que teria tempo para isso), foi informado que hoje não se fala mais em “grupo de risco” – acho que deve ser aquela coisa do tal do politicamente correto – mas sim em grupos que estariam “chegando”. Seja lá o que efetivamente quiseram dizer com isso, o fato é que a incidência da AIDS vem crescendo no grupo de mulheres casadas há muitos anos e com um único marido.

Hmmm…

É impressão minha, ou…

Noite longa

quinta-feira, 26 de novembro de 2009, às 20:20

Alguém saberia me dizer por que é que existem certas facções religiosas que têm certeza absoluta da surdez do Senhor?

Slow Movement

quarta-feira, 25 de novembro de 2009, às 15:00

O Tiago Dória tratou o assunto com perfeição neste post. Leiam. Vale a pena. Eis uma palhinha:

Na hora em que o McDonald`s contrata um chef especializado em slow-food e as suas lojas passam a vender água de coco e saladas, e no Japão começa a aparecer a geração fureeta, que acredita que não é preciso trabalhar até se matar, é de se perguntar se o “slow movement” não está aos poucos ganhando espaço, de forma quase imperceptível.

Em seu livro Devagar (352 páginas/Editora Record), o jornalista canadense Carl Honoré diz que o “slow movement” não é panfletário. Pelo contrário, é algo que acontece aos poucos, de forma discreta. De minuto em minuto, as pessoas vão questionar o porquê de fazer tudo rápido. Rapidez sempre quer dizer eficiência? Produtividade? Quantidade é igual a qualidade e relevância?

Honoré escreveu o seu livro em 2004 e começou a pesquisa para produzi-lo um pouco antes. De lá para cá, bastante coisa aconteceu.

(…)

Honoré mostra que, ao contrário, o fascínio pela velocidade existe em razão de motivos bem mais complexos.

Vem da própria maneira como pensamos sobre o tempo. Nas tradições filosóficas chinesas, por exemplo, o tempo é visto de forma cíclica. Na tradição ocidental, ao contrário, o tempo é visto de forma linear, como algo que vai de A a B. É finito.

(…)

O que, às vezes, deixa de cabelo em pé os setores de Recursos Humanos (RH). Pessoas largam “grandes empregos” para ganhar menos, mas ter mais tempo para lazer ou trabalhar com o que gosta. Ou ainda ter o seu próprio negócio, ser o patrão de si mesmo e assim potencialmente conseguir controlar melhor o… tempo.

Honoré é bem cético em relação a tecnologias que prometem economizar tempo. Na verdade, são as pessoas e a nossa noção de tempo que devem mudar antes de tudo.