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	<title>Legal &#187; Informatiquês</title>
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	<description>Filosofices de um velho causídico</description>
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		<title>Anonyupload</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 10:27:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informatiquês]]></category>
		<category><![CDATA[Jus libertatis]]></category>

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		<description><![CDATA[Então. O Megaupload já não é mais tão mega assim e também já não uploadeia nem downloadeia mais nada&#8230; Aqueles que ainda ousam se aventurar por ali vão acabar encontrando a seguinte mensagem: Em tais circunstâncias já era de se esperar que os menores (menores?) também tomassem alguma medida para se resguardar da truculência digital. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Então.</p>
<p>O Megaupload já não é mais tão mega assim e também já não uploadeia nem downloadeia mais nada&#8230; Aqueles que ainda ousam se aventurar por ali vão acabar encontrando a seguinte mensagem:<br />
<center><a href="/img/shots/mega1.jpg" target="_blank"><img style="vertical-align: middle;" src="/img/shots/mega1.jpg" alt="" width="450" /></a></center><br />
Em tais circunstâncias já era de se esperar que os menores (menores?) também tomassem alguma medida para se resguardar da truculência digital. Eis uma sinopse da coisa:</p>
<p align="center"><a href="/img/shots/mega2.jpg" target="_blank"><img style="vertical-align: middle;" src="/img/shots/mega2.jpg" alt="" width="450" /></a></p>
<p>Mas como a Rede é a Rede e todo mundo NO MUNDO sempre dá um jeito de contornar a coisa (ou, ao menos, de tentar), eis que o anúncio da vez é sobre a criação do <a href="http://www.anonyupload.com" target="_blank">Anonyupload</a>, com inauguração prevista para a próxima sexta-feira. Os meios noticiosos já tentaram vincular esse novo site com o grupo <strong>Anonymous</strong> (o que seria, no mínimo, interessante), mas logo na entrada já encontramos a seguinte mensagem: <em>&#8220;We are not Anonymous Member, but we defend the anonymity. / IT&#8217;S NOT FAKE ! / IT&#8217;S NOT A SCAM!&#8221;</em>.</p>
<p align="center"><a href="/img/logos/anonyupload.jpg" target="_blank"><img style="vertical-align: middle;" src="/img/logos/anonyupload.jpg" alt="" width="250" /></a></p>
<p>Fica difícil de saber se existe realmente um vínculo ou não, mas bastou aventar essa notícia nas plagas internetísticas que os hackers de plantão decidiram apoiar a iniciativa&#8230;</p>
<p>Bem a proposta é clara: <em>&#8220;100% gratuito, sem limites, sem propagandas e 100% anônimo&#8221;</em>.</p>
<p>E, independentemente, de tudo isso, na própria página inicial do <a href="http://www.anonyupload.com" target="_blank">Anonyupload</a> temos a seguinte explicação (tradução <em>bem</em> livre deste internauta que vos tecla):</p>
<blockquote><p>
<em><strong>Por que eu deveria utilizar o Anonyupload.com?</strong></p>
<p>Anonyupload.com é, na realidade, um serviço centralizado. Quando você faz o upload de seus arquivos eles são guardados em nossos discos rígidos, num local fixo. E isso não é bom. Isso é justamente o oposto do que a Internet é: descentralizada. A Internet é uma rede global de computadores interconectados e quando seu computador está conectado na Internet (tá bom, menos com a ChinaNet) ele pode se comunicar com qualquer outra máquina que também estiver conectada, da mesma maneira que essa máquina pode se comunicar com a sua &#8211; se você assim o permitir. Se você apenas visita sites como o Facebook, Twitter ou Anonyupload, você está sempre se comunicando com as mesmas máquinas. <strong>E isso não é bom!</strong></p>
<p>Existem muitas razões pelas quais isso não é bom. A primeira delas é que você acaba armazenando arquivos e informações pessoais em máquinas que não lhe pertencem e sobre as quais não tem nenhum tipo de controle. A segunda razão é que você acaba se conectando às mesmas redes, o que significa que alguém mal intencionado pode espionar, monitorar suas atividades ou decidir te excluir da rede (mais ou menos como aconteceu com o Megaupload). Isso pode ser evitado através da utilização de tecnologias descentralizadas e a primeira coisa a fazer &#8211; caso você esteja interessado nisso &#8211; é armazenar seu próprio conteúdo em sua própria máquina.</p>
<p>Se você acha que isso não é possível porque, tecnicamente falando, não se considera com habilidade para tanto, porque não tem paciência para ler manuais ou porque sequer possui uma boa conexão com a Internet, então dê uma fuçada sobre como funciona o P2P (rede ponto a ponto). Compartilhar um arquivo através de uma rede p2P implica em multiplicar consideravelmente as cópias desse arquivo através dos computadores conectadas na rede e quando alguém quiser fazer o download desse arquivo, irá buscar pedacinhos dele que estarão distribuídos simultaneamente em diferentes computadores, que serão novamente reconstruídos num único arquivo. Ainda que se desligue ou desconecte alguns desses computadores que hospedam esse arquivo, mesmo assim será possível obtê-lo, porque esses mesmos pedacinhos poderão ser encontrados em muitos outros computadores. E precisamos de mais!</p>
<p>Finalmente, se ainda assim você prefere utilizar serviços de hospedagem tais como o Anonyupload.com, então ao menos envie seus arquivos para outros do mesmo tipo&#8230;</p>
<p>Existem muitas outras razões acerca do porquê utilizar apenas um servidor é ruim, e se você conhece um pouquinho da história do Megaupload (ainda que gostasse do site), percebará que seu proprietário ganhou muito mais dinheiro do que aquilo que realmente gastou para montar sua infraestrutura. Grandes e centralizados sites podem render muito dinheiro apenas colocando uma simples advertência em suas páginas.</p>
<p><strong>Então por que do Anonyupload?</strong></p>
<p>Porque é divertido e tecnicamente interessante&#8230;</p>
<p>Aliás, tenha em mente que a intenção não é se tornar um substituto do Megaupload.</p>
<p>Se nós conseguirmos um bom pacote de doações &#8211; e desde que não falhemos tão logo o site seja lançado &#8211; faremos o possível para continuar ampliando. Mas sinceramente tentaremos não fazer parte de um sistema que somente funciona com dinheiro.</p>
<p><strong>Lembre-se: descentralização.</strong></em>
</p></blockquote>
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		<title>Gráficos e software livre</title>
		<link>http://www.legal.adv.br/20120114/graficos-e-software-livre/</link>
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		<pubDate>Sat, 14 Jan 2012 12:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informatiquês]]></category>

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		<description><![CDATA[Então. Estava eu cá com minhas planilhas, como de praxe, vendo saldos bancários (pequena pausa para desgosto profundo) e tentando elaborar algum plano de ação para os próximos meses de acordo com as projeções das contas e dívidas futuras. Sim, eu sou doido e detalhista o suficiente para (tentar) pautar essa parte de minha vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img class="aligncenter" src="/img/logos/libreoffice.png" alt="" width="300" /></center><br />
Então.</p>
<p>Estava eu cá com minhas planilhas, como de praxe, vendo saldos bancários (pequena pausa para desgosto profundo) e tentando elaborar algum plano de ação para os próximos meses de acordo com as projeções das contas e dívidas futuras.</p>
<p>Sim, eu sou doido e detalhista o suficiente para (tentar) pautar essa parte de minha vida numa planilha. E com gráficos!</p>
<p>Acontece que hoje uso o LibreOffice, sucessor do OpenOffice, que por sua vez sucedeu o StarOffice, que por sua vez não sei de onde veio. O diferencial com relação ao pacote M$-Office: trata-se de software livre, com versões completas e plenamente funcionais tanto para o ambiente Windows quanto para Linux.</p>
<p>Tá, e qual o problema, então? Acontece que com os arquivos no formato ODF (Open Document Format) os gráficos não atualizam em tempo real, fazendo com que, muitas vezes, eu tenha que salvar o arquivo e reabrir para ver essa atualização. Não haveria enrosco nenhum caso eu salvasse no formato XLS (formato proprietário da Microsoft), certo? <strong>Errado.</strong> Ainda  que o LibreOffice abre normalmente arquivos no formato proprietário, no caso específico dos gráficos ele simplesmente perde a formatação. Melhor dizendo: tá tudo lá, mas ele converte todas as faixas de dados para uma única cor &#8211; o que, em termos de graficologia aplicada, torna a imagem total e completamente inútil.</p>
<p>Fuçando a Internet (também como de praxe) fui parar nas páginas do <a href="http://www.rau-tu.unicamp.br/libreoffice/" target="_blank">Sistema Rau-Tu</a> da Unicamp. Esclarecimento para os desavisados: esse nome esquisito (<em>Rau-Tu</em>) é uma brincadeira com relação às tradicionais páginas em inglês (<em>How to</em>) que usualmente contém dicas em geral para algum tipo de software. Especificamente <a href="http://www.rau-tu.unicamp.br/openoffice/read.php?tid=3&amp;qid=4669&amp;key=" target="_blank">neste</a> e <a href="http://www.rau-tu.unicamp.br/libreoffice/read.php?tid=3&amp;qid=8955&amp;key=" target="_blank">neste</a> tópicos.</p>
<p>Resumo da ópera:</p>
<p>Não há compatibilidade entre Os gráficos ODF e o MS-Office. Ao salvar num formato ou noutro não ocorre a &#8220;conversão&#8221; deles (ainda que estejam lá), mas sim uma mera &#8220;incorporação&#8221; ao documento. Ou seja, o <strong>HEREGE</strong> não se converte de jeito nenhum, só permanece incorporado, infiltrando-se nas fileiras do documento&#8230; Isso se dá porque o formato dos gráficos do M$-Office é fechado (ah, vá???), de modo que não tem como outros programas realizarem uma importação e, muito menos, criarem um formato cujas regras estão escondidas numa caixa-preta. Por isso é que sempre há perda de alguma formatação. E, até o momento, ainda sem solução.</p>
<p>Tá, e o que fazer?</p>
<p>Simplesmente descobrir os atalhos de teclado. Ou seja, RTFM (<em>&#8220;Read The Fucking Manual&#8221;</em>).</p>
<p>Assim, sem necessidade de salvar, fechar e reabrir o documento, basta teclar a mágica tecla F9. E pronto! Aliás, caso não esteja &#8220;funcionando&#8221;, basta acessar o menu de Ferramentas e ativar essa tecla para função de Recalcular.</p>
<p>Simples assim.</p>
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		<title>Destravando DVDs (novamente!)</title>
		<link>http://www.legal.adv.br/20111117/destravando-dvds-novamente/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 16:39:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informatiquês]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das últimas, digamos, &#8220;sugestões&#8221; acerca desse tema eu passei aqui. E, desde então, não tive mais problemas! Tá, na verdade eu tive. Mas consegui resolver, como contei nesta outra dica&#8230; E, mais uma vez, deparo-me com a insatisfatória mensagem de que não seria possível copiar um determinado DVD &#8211; veja bem, somente para fins [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="/img/shots/working.jpg" alt="" width="300" /></p>
<p>Uma das últimas, digamos, &#8220;sugestões&#8221; acerca desse tema eu passei <a href="/20080107/destravando-dvds/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>E, desde então, não tive mais problemas!</p>
<p>Tá, na verdade eu tive. Mas consegui resolver, como contei <a href="/20090417/destravando-dvds-de-novo/" target="_blank">nesta outra dica</a>&#8230;</p>
<p>E, mais uma vez, deparo-me com a insatisfatória mensagem de que não seria possível copiar um determinado DVD &#8211; veja bem, somente para fins de backup ou, ainda, como &#8220;cópia de avaliação&#8221; (perpétua), certo? &#8211; o que me deixa sensivelmente emputecido.</p>
<p>E lá vamos nós!</p>
<p>Fuça daqui, dali, acolá e mais um pouco.</p>
<p>E pronto!</p>
<p>Bastou uma singela reconfiguração dos softwares já instalados pra tudo funcionar conforme manda o figurino&#8230;</p>
<p>A preciosa dica veio <a href="http://www.dedodeouro.net/2007/10/copiar-dvd-travado-ou-bloqueado-esta-mais-dificil.html" target="_blank">daqui</a> (que me mandou pr&#8217;<a href="http://www.hardware.com.br/comunidade/dvds-novos/681413/" target="_blank">aqui</a>), a qual transcrevo abaixo, mas sem as imagens do original &#8211; quem quiser que vá até lá pra ver!</p>
<blockquote><p><img class="alignleft" style="float: left;" src="/img/builds/aspas-abre.gif" alt="" width="21" height="16" /><em><strong>DVDs Novos &#8220;I/O ERRO!&#8221; (Erros de Redundância Cíclica) resolvido.</strong></em></p>
<p>Boa Tarde a todos.</p>
<p>Esse eh meu primeiro post aqui. Vou ensinar como gravar os DVDs dos filmes novos com <em>&#8220;erro de redundância&#8221;</em> ex: Miami Vice e Fast and Furious Tokyo.</p>
<p><strong>Configurando o DVD Decrypter 3.5.4.0</strong></p>
<p>Vá em <em>Tools &gt; Settings</em> e na aba <em>I/O</em> vá no <em>Options</em> e marque 0 onde diz <em>&#8220;Software Read Error Retries&#8221;</em> e marque a caixinha onde diz <em>&#8220;Ignore Read Errors&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="/img/shots/decrypter2nz8.jpg" target="_blank"><img style="vertical-align: middle;" src="/img/shots/decrypter2nz8.jpg" alt="" width="420"/></a></p>
<p><strong>Sobre a trava</strong></p>
<p>Tem coisas que são meio obvias, por exemplo: As travas pra DVD, qualquer uma q seja feita vai ter q fazer o DVD funcionar em qualquer aparelho de DVD já existente no mercado, por esse motivo não existe muito recurso p/ travas. Isso pq os DVDs devem funcionar em &#8220;TODOS&#8221; os players de mesa sendo velhos ou não.</p>
<p>Essa travinha nova e nada mais que erros propositais colocados no começo dos arquivos principais dos DVDs na maioria os &#8220;VTS_01_1.VOB&#8221; e &#8220;VTS_03_1.VOB&#8221; do exemplo &#8220;Velozes e Furiozos Tokyo Drift&#8221;. Os outros aquivos vc consegue copiar normalmente (desencryptando obviamente).</p>
<p><strong>Método</strong></p>
<p>Eu usei o AnyDVD apenas pra copiar os outros arquivos pra dentro do HD estilo &#8220;copiar e colar&#8221; menos o &#8220;VTS_01_1.VOB&#8221; e &#8220;VTS_03_1.VOB&#8221;. Após isso eu utilizei o Decrypter já com as modificações vistas acima e selecionei apenas os arquivos q estavam faltando(um de cada vez). O detalhe é o seguinte: pra copiar ele vai demorar de 40min a uma hora apenas 1 arquivo de 0.99 Giga e vai encontrar uma quantidade próxima a 210 erros conforme mostra o desenho. Após passado a area de erros ele copia tudo normalmente.<img style="vertical-align: text-top;" src="/img/builds/aspas-fecha.gif" alt="" width="21" height="16" /></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Destravando DVDs (de novo)</title>
		<link>http://www.legal.adv.br/20090417/destravando-dvds-de-novo/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 10:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informatiquês]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito bem crianças, vamos a mais uma aulinha&#8230; Acontece que, apesar das dicas que já foram dadas aqui, de vez em quando ainda surge um ou outro DVD que não possibilita que se faça uma cópia de segurança &#8211; ou, ao menos, uma &#8220;cópia para avaliação&#8230; perpétua&#8221;. Para esses casos &#8211; e após uma leve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bem crianças, vamos a mais uma aulinha&#8230;</p>
<p>Acontece que, apesar das dicas que já foram dadas <a href="/20080107/destravando-dvds/" target="_blank">aqui</a>, de vez em quando ainda surge um ou outro DVD que não possibilita que se faça uma cópia de segurança &#8211; ou, ao menos, uma <em>&#8220;cópia para avaliação&#8230; perpétua&#8221;</em>.</p>
<p>Para esses casos &#8211; e após uma leve fuçada internetística &#8211; encontrei o <strong>AnyDVD</strong> (cujo download de uma cópia de avaliação pode ser feita no <a href="http://www.baixaki.com.br/" target="_blank">Baixaki</a>). Eis sua descrição:</p>
<blockquote><p><img class="alignleft" style="float: left;" src="/img/builds/aspas-abre.gif" alt="" width="21" height="16" /><em>O AnyDVD funciona como um controlador que desencripta de forma automática e em plano de fundo, qualquer DVD de vídeo.</em></p>
<p><em>O DVD aparece como desprotegido e sem código regional para qualquer programa e para o próprio sistema operativo.</em><img style="vertical-align: text-top;" src="/img/builds/aspas-fecha.gif" alt="" width="21" height="16" /></p></blockquote>
<p>Daí, com o bichinho instalado e funcionando em segundo plano, ainda que apenas na versão <em>trial</em>, basta usar seu programa de cópia favorito &#8211; no meu caso, o <strong>DVD Shrink</strong> &#8211; e seguir o caminho da roça, como se fosse qualquer outro DVD &#8220;normal&#8221;.</p>
<p>Simples assim.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Destravando DVDs</title>
		<link>http://www.legal.adv.br/20080107/destravando-dvds/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jan 2008 16:52:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informatiquês]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta é para aqueles que têm por costume fazer uma cópia de segurança de seus DVDs&#8230; Acontece que alguns DVDs vêm com uma trava que os torna, em tese, impossíveis de copiar. Em especial os da Disney foram aprimorados de tal maneira que nem mesmo o DVDFab (que conseguia fazer a cópia) tem adiantado. Como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é para aqueles que têm por costume fazer uma cópia de segurança de seus DVDs&#8230; <img src='http://www.legal.adv.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Acontece que alguns DVDs vêm com uma trava que os torna, em tese, impossíveis de copiar. Em especial os da Disney foram aprimorados de tal maneira que nem mesmo o <strong>DVDFab</strong> (que conseguia fazer a cópia) tem adiantado.</p>
<p>Como para tudo a gente dá um jeito, anotem aí os programas necessários para viabilizar uma cópia &#8211; mesmo daqueles DVDs de 9Gb que rodam por aí:  <strong>DVD Shrink</strong>, <strong>DVD Decrypter</strong> e <strong>RipIt4Me</strong>.</p>
<p>Todos são gratuitos, para Windows e podem ser encontrados em qualquer site de download, como o <a href="http://www.baixaki.com.br" target="_blank">Baixaki</a>, por exemplo. Instale os dois primeiros, deixando o RipIt4Me por último. Para copiar um DVD protegido basta executar esse programinha e, em apenas dois cliques, o computador fará todo o trabalho. Esse programa vai &#8220;burlar&#8221; as travas de proteção, ativando o DVD Decrypter para criar uma cópia dos arquivos do DVD em seu disco rígido, depois ele faz uma verificação de tudo que foi copiado, e, por fim, ativa o DVD Shrink para criar a cópia propriamente dita, quer seja uma imagem ISO, quer seja já queimando o DVD.</p>
<p>Tudo simples, rápido, prático e eficiente.</p>
<p>Totalmente gratuito e disponível na própria Internet&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Seminário pintando na área&#8230;</title>
		<link>http://www.legal.adv.br/20060321/seminario-pintando-na-area/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Mar 2006 12:02:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informatiquês]]></category>

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		<description><![CDATA[Para os mais (e os menos) desavisados informo que no próximo dia 27 (é, já na próxima segunda-feira), em Guarulhos, teremos um seminário acerca de Políticas Públicas de Inclusão Digital, a realizar-se das 8h30 às 17 horas, no Centro Municipal de Educação Adamastor &#8211; Av. Monteiro Lobato, 734, Macedo, Guarulhos, SP. As inscrições (gratuitas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" style="float: right;" src="/img/logos/tux_br.jpg" title="TUX" alt="TUX" hspace="10" width="120">Para os mais (e os menos) desavisados informo que no próximo dia 27 (é, já na próxima segunda-feira), em Guarulhos, teremos um seminário acerca de Políticas Públicas de Inclusão Digital, a realizar-se das 8h30 às 17 horas, no Centro Municipal de Educação Adamastor &#8211; Av. Monteiro Lobato, 734, Macedo, Guarulhos, SP.</p>
<p>As inscrições (gratuitas e limitadas) podem ser feitas no site da Prefeitura &#8211; <a href="http://www.guarulhos.sp.gov.br/"><u>http://www.guarulhos.sp.gov.br</u></a> . Simples, fácil e eficiente.</p>
<p>De acordo com a informação do site: <em>&#8220;O acesso e a produção da informação através do uso de tecnologias digitais devem ser compreendidos, segundo o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, como um novo direito humano fundamental e, portanto, deve ser respeitado, garantido e promovido pelo Estado brasileiro. De acordo com o Ministério, o analfabetismo digital é grande no país: 92% da população do país assiste televisão aberta, mas apenas 8% possui computador conectado à Internet em casa.</p>
<p>O programa do Seminário de Políticas Públicas de Inclusão Digital incluirá debates sobre as experiências de Guarulhos, que conta com duas unidades do Telecentro Fácil, e o papel do legislativo no combate à exclusão digital. O sociólogo e ex-presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), Sérgio Amadeu Silveira, participará do evento e abordará a importância do software livre no processo de inclusão digital. Já o coordenador do Comitê Técnico de Inclusão Digital do Governo Federal e secretário-adjunto de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rodrigo Assumpção, falará sobre os programas de inclusão digital do governo federal.&#8221;</em></p>
<p>Basicamente serão tratados 4 temas: &#8220;Por que o uso do software livre na inclusão digital?&#8221;, com Sérgio Amadeu; Telecentro Fácil e Casa Brasil, com Maria Helena Gonçalves e Jesulino Alves; &#8220;Qual o papel do legislativo no combate a exclusão digital?&#8221;, com o deputado estadual Sebastião Almeida e o vereador Alencar; e por fim uma apresentação com os Programas de Inclusão Digital do Governo Federal, com Rodrigo Assumpção.</p>
<p>Bão, é isso.</p>
<p>Adianto-lhes que estive presente no último seminário organizado pelo Município de Guarulhos, e foi MUITO  bom. Se este for meramente igual ao anterior, vai ser ótimo. Como acho que vai ser melhor, então excelente é pouco!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>SEXTA!!!</title>
		<link>http://www.legal.adv.br/20060317/sexta/</link>
		<comments>http://www.legal.adv.br/20060317/sexta/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Mar 2006 21:11:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informatiquês]]></category>

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		<description><![CDATA[Afinar&#8230; Chegou a benfazeja sexta-feira! Olha, e foi uma semana difícil&#8230; Entre trabalho, reuniões, compromissos, clientes, audiências, família e informática (não necessariamente nessa ordem), sobrou pouco tempo para atualizar essa nova versão pseudo-turbinada do site. Ao menos no final de semana poderei descansar um pouco os neurônios que me restam, exercitando-os na matéria que mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Afinar&#8230; Chegou a benfazeja sexta-feira!</p>
<p>Olha, e foi uma semana difícil&#8230; Entre trabalho, reuniões, compromissos, clientes, audiências, família e informática (não necessariamente nessa ordem), sobrou pouco tempo para atualizar essa nova versão pseudo-turbinada do site.</p>
<p>Ao menos no final de semana poderei descansar um pouco os neurônios que me restam, exercitando-os na matéria que mais gosto: informática. Diversas dicas do Bicarato (vide link do Alfarrabio, no final da coluna à direita) para serem pesquisadas e implementadas, algumas cópias para avaliação perpétua a serem feitas, fotos e filmes a serem organizados e renderizados, e &#8211; principalmente &#8211; atualizar meus conhecimentos em PHP, MySQL e afins, pois estou em débito pessoal com meu grande amigo Benê pelo atraso&#8230;</p>
<p>Mas isso eu acerto hoje com ele, em cerveja (moeda corrente líquida)&#8230;</p>
<p>Em alguns dias creio que terei observações mais importantes, relevantes ou, no mínimo, bem humoradas para trazer neste nosso espaço (sim, nosso, agora que &#8211; finalmente &#8211; existe a possibilidade de envio de comentários). No mais, a todos os meus leitores (quisera eu fossem tantos assim), um EXCELENTE final de semana!</p>
<p>Porém podemos voltar a qualquer momento em edição extraordinária&#8230;</p>
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		<title>Configurações&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Mar 2006 18:14:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informatiquês]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu REALMENTE estou gostando desse tal de WordPress&#8230; Ainda estou apanhando um pouco para configurar o visual de apresentação &#8211; mas chego lá!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu REALMENTE estou gostando desse tal de WordPress&#8230; Ainda estou apanhando um pouco para configurar o visual de apresentação &#8211; mas chego lá!</p>
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		<title>Vírus, vírus e mais vírus</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Mar 2006 11:15:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informatiquês]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;latet anguis in herba&#8221; Ante o surto psico-virótico que nos abordou aqui no trabalho ontem à tarde, acho que é bom trazer algumas definições acerca do ambiente bio-virtual que cerca nossos computadores. Esses conceitos básicos foram veiculados pelo IDG Now! em 22/02/06, através de seu repórter Guilherme Felitti. Não abrangem todo o universo viral &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small>&#8220;latet anguis in herba&#8221;</small></p>
<p><img class="alignleft" style="float: left;" src="/img/desenhos/filtro_virus.jpg" hspace="10">Ante o surto psico-virótico que nos abordou aqui no trabalho ontem à tarde, acho que é bom trazer algumas definições acerca do ambiente bio-virtual que cerca nossos computadores. Esses conceitos básicos foram veiculados pelo <em>IDG Now!</em> em 22/02/06, através de seu repórter Guilherme Felitti. Não abrangem todo o universo viral &#8211; e até acho que poderíamos ter algumas coisas beeeem mais interessantes por aqui &#8211; mas já ajuda a saber onde efetivamente pisamos (ou teclamos)&#8230;</p>
<p><strong>Cavalo-de-tróia</strong> &#8211; Tal qual a história sobre o ataque dos gregos à cidade de Tróia, o cavalo-de-tróia permite que hackers entrem em seu PC e tenham acesso à suas informações. Com uma praga deste tipo instalada, o hacker pode instalar um keylogger, para saber tudo o que você digita, ou provocar infecções por diferentes vírus por estar escondido dentro da máquina. Um software antivírus ou anti-spyware detectam e limpam a praga do PC.</p>
<p><strong>Firewall</strong> &#8211; Quando está conectado à web, o PC do usuário troca informações com outros computadores e servidores. Um firewall controla quais programas instalados no seu PC têm permissão para acessar informações na internet, assim como fecha todas as suas portas para que hackers não invadam a máquina. Caso um cavalo-de-tróia esteja instalado na máquina, o hacker não poderá acessar informações se houver um firewall no caminho.</p>
<p><strong>Keyloggers</strong> &#8211; Associados em muitos casos aos cavalos-de-tróia, o keylogger é uma espécie de spyware essencial ao trabalho de golpistas online. Instalados no PC do usuário, os pequenos aplicativos registram todos os botões que o usuário bate no teclado. O keylogger então envia o registro para o hackers que, com dados como senhas e sequências numéricas registradas, faz compras e saques onlines facilmente.</p>
<p><strong>Patch</strong> &#8211; Softwares não saem redondinhos dos desenvolvedores. Para corrigir erros que podem facilitar uma invasão, as empresa responsáveis divulgam pacotes de correção (também conhecidos como patches), que consertam os buracos encontrados pela própria companhia. Um software só está realmente seguro se tem todas suas atualizações instaladas.</p>
<p><strong>Phishing</strong> &#8211; O nome não soa como o verbo &#8220;pescar&#8221; em inglês à toa. Hackers formatam mensagens falsas que se parecem com comunicados oficiais distribuídos por bancos e instituições ligadas ao governo. Com a semelhança, o usuário é enganado e envia arquivos e informações sigilosas, achando que está se comunicando com o órgão oficial. As mensagens, com links para páginas que costumam durar pouco tempo, são as iscas para que o usuário incauto caia no golpe.</p>
<p><strong>Scam</strong> &#8211; representam o primórdio do phishing. Ao invés de direcioná-lo para um site malicioso, os scam buscavam enganar o usuário com uma história dentro de um e-mail. Convencido pelos argumentos que prometiam grandes quantias de dinheiro após uma pequena contribuição, usuários doam o dinheiro para o destinatário da mensagem (um nigeriano, no caso mais conhecido), que sumia do mapa.</p>
<p><strong>Spam</strong> &#8211; Qualquer tipo de mensagem que você recebeu na sua caixa de entrada sem ter solicitado pode ser classificada como um spam. Os responsáveis por enviar a mensagem, chamados de spammers, ganham dinheiro enviando milhões de e-mails por dia, com conteúdo publicitário, em sua maioria. Como não adianta responder à mensagem pedindo para retirar seu nome na maioria dos casos, o usuário consegue se defender do grande volume apenas com aplicativos anti-spam.</p>
<p><strong>Spyware</strong> &#8211; Como forma de rastrear os gostos de usuários online, empresas de propaganda desenvolveram um programa leve que se instalava no PC do usuário sem sua permissão e monitorava quais eram os sites mais visitados. A estratégia de entregar publicidade focada foi a base para que hackers aproveitassem a idéia para instalar códigos maliciosos no PC do usuário. Instalados em programas gratuitos ou integrados em sites online, os spywares podem instalar pragas como vírus ou cavalos-de-tróia no micro sem que o usuário note, monitorando assim seu acesso e roubando senhas e dados pessoais.</p>
<p><strong>Vírus</strong> &#8211; Vovôs das ameaças digitais, os vírus de computador provocam calafrios em quem navega na internet brasileira desde seu início, ainda que seus riscos tenham diminuído com o tempo. A praga chega ao usuário, na maioria das vezes, por e-mail. As consequências de uma infecção dependem do vírus: enquanto uns apenas mostram imagens engraçadas, outros formatam o disco rígido do PC e se enviam para todos os contatos do usuário.</p>
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		<title>Mídia genérica, Openoffice e um pedreiro&#8230;</title>
		<link>http://www.legal.adv.br/20060111/midia-generica-openoffice-e-um-pedreiro/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2006 11:07:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informatiquês]]></category>

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		<description><![CDATA[Por que não fazem piscina de bolinhas tamanho adulto?&#8230; Bem, após brindar vossa paciência com histórias de mais de vinte anos atrás, permitam que este T-Rex que vos escreve fale de alguns assuntos ao menos deste século&#8230; Duas coisas me chamaram a atenção nos últimos dias. Uma delas foi uma notícia que recebi num clipping [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small>Por que não fazem piscina de bolinhas tamanho adulto?&#8230; <img src='http://www.legal.adv.br/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':-(' class='wp-smiley' /> </small></p>
<p>Bem, após brindar vossa paciência com histórias de mais de vinte anos atrás, permitam que este T-Rex que vos escreve fale de alguns assuntos ao menos deste século&#8230;</p>
<p>Duas coisas me chamaram a atenção nos últimos dias. Uma delas foi uma notícia que recebi num clipping do <em>IDG Now!</em>, onde um cientista (cujo nome, é óbvio, não lembro) falava que alguns tipos de mídia para gravação de CDs e DVDs durariam apenas de dois a cinco anos, se perdendo após esse tempo. No texto ele alegava que mídias genéricas, de qualidade inferior, utilizariam um tipo de tinta de baixa qualidade que não duraria pra sempre, pelo que recomendava a utilização de fita (tipo fita DAT) cuja durabilidade seria maior.</p>
<p>Pra mim ele deve ter alguma sociedade em fábricas de fita DAT.</p>
<p>Ora, há muitos anos eu já recebi a informação de que disquetes teriam durabilidade de apenas dois a cinco anos &#8211; ainda assim se bem acondicionados e guardados em locais apropriados, haja vista a tropicalidade de nosso país. Procuro sempre renovar minha &#8220;frota&#8221; de disquetes depois de algum tempo, mas ainda assim possuo alguns com MAIS DE DEZ ANOS e que continuam total e completamente operacionais.</p>
<p>Pra mim, na prática, essa teoria de que as mídias (ao menos aquelas de baixa qualidade) não durariam muito tempo é pura balela. Tá certo que não vou pagar pra ver, pois sempre tenho mais de um backup escondido na manga e nas mais diversas mídias, mas vou procurar um texto interessante que se encontra em algum lugar nas catacumbas de meu computador e que fala justamente acerca dos tipos de mídia (dourada, azul, etc). Assim que encontrar, disponibilizo por aqui.</p>
<p>Outra coisa que me chamou a atenção foi uma notícia de outro clipping na qual se falava que a Câmara dos Deputados iria realizar um pregão (uma das modalidades de licitação) para adquirir pacotes do MS-Office. A justificativa para tal compra seria que os computadores possuem hoje o sistema Openoffice, o qual não foi muito bem &#8220;aceito&#8221; pelos usuários.</p>
<p>Em primeiro lugar, é certo que o Openoffice não é perfeito, assim como o MS-Office também não o é, mas se o padrão de mercado fosse o primeiro, com certeza não aceitariam a migração para o segundo. Ademais, como sempre ressalto, sistemas abertos, quer sejam na plataforma MS-Windows, quer sejam na plataforma Linux, SEMPRE vão depender de configuração e assessoria técnica, pois o usuário final simplesmente não TEM que saber ou conhecer das entranhas do software para que possa utilizá-lo. Ainda assim, mesmo num sistema MS-Office, duvido que qualquer usuário utilize mais que 10% de sua capacidade.</p>
<p>O porquê essa notícia me chamou a atenção? Simplesmente porque seria questão apenas de um treinamento competente aliado a um pouco de boa vontade de nossos políticos de utilizar algo que não conheceriam plenamente.</p>
<p>E, principalmente, pelo fato de que essa compra representa aproximadamente <strong><u>onze milhões de reais !!!</u></strong></p>
<p>De resto, vamos levando. A perna está melhorando um pouco a cada dia (&#8220;estamos a 87% e desfragmentando&#8221;), pelo que ainda estou meio que limitado em minha capacidade de locomoção. Pelo menos a longas distâncias. Estamos com um pedreiro em casa consertando uma parte do encanamento &#8211; dá pra acreditar que todo o problema de pressão da água era em função de um registro que estava enterrado, entupido, escondido e inutilizável? Pois é. Mas consertos de casa, assim como de carro, são como um câncer. Criam metástase. Você mexe numa coisa, aí precisa mexer em outra, em outra, em outra, etc, etc, etc.</p>
<p>Apesar do apelido do pedreiro, ainda bem que ele é honesto, boa gente e competente.</p>
<p>Qual o apelido?</p>
<p><em>&#8220;LENGA&#8221;&#8230;</em><br />
<center><strong><em>Tirinha do dia:</em></strong><br /><img src="/img/hq/hugo2/tira27.gif" alt="Desventuras de Hugo..." align="middle" border="0" width="450" /></center></p>
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		<title>LCD &#8211; dicas</title>
		<link>http://www.legal.adv.br/20051215/lcd-dicas/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2005 10:44:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informatiquês]]></category>

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		<description><![CDATA[Capital: bom pra se visitar &#8211; mas eu não moraria lá! &#8220;Sonho de consumo&#8221; é uma coisa engraçada&#8230; De quando em quando eu tenho esses rompantes, um objeto de desejo específico. Foi assim com a minha câmera digital, por exemplo. Namorei, namorei, namorei, estudei, me aprofundei, esperei melhorar a tecnologia, baixar o preço, conseguir um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small>Capital: bom pra se visitar &#8211; mas eu não moraria lá!</small></p>
<p>&#8220;Sonho de consumo&#8221; é uma coisa engraçada&#8230; De quando em quando eu tenho esses rompantes, um objeto de desejo específico. Foi assim com a minha câmera digital, por exemplo. Namorei, namorei, namorei, estudei, me aprofundei, esperei melhorar a tecnologia, baixar o preço, conseguir um bom parcelamento &#8211; e pronto! Cá estou eu feliz com minha maquininha.</p>
<p>Também foi o mesmo com o DVD. Num primeiro momento, por mais que a Dona Patroa não acredite, resolvi comprar um Playstation <u>para os filhotes</u>, aproveitando que daria para assistir os DVDs nele próprio. Mas, com o tempo, algumas limitações foram ficando evidentes, e já que caiu BEM o preço dos eletro-eletrônicos, acabei comprando um &#8220;toca-tudo&#8221; que resolveu todos os problemas que antes eu não tinha&#8230;</p>
<p>Com computadores já estou vacinado. Já fui um viciado em upgrade. Mal acabava de configurar o bichinho e lá estava eu paquerando aquela nova tecnologia que havia acabado de sair. Chegou um momento em que jurei pra mim mesmo que selaria a carcaça do meu gabinete com solda acetileno. Só pra não cair em tentação. Mas essa fase já passou.</p>
<p>Quase.</p>
<p>O que venho cobiçando nos últimos tempos é um monitor LCD (Liquid Crystal Display &#8211; Monitor de Cristal Líquido). Daqueles do tipo usado nos notebooks. Estou na fase de estudos, bem como esperando o preço cair mais um pouco, mas vejam só os detalhes interessantes para a escolha de um trem desses.</p>
<p>Pra começo de conversa faz bem pra vista. Em última análise um monitor convencional, do tipo CTR (em inglês não me lembro, mas a tradução é &#8220;Tubo de Raios Catódicos&#8221;), nada mais é que uma lâmpada. Grande, colorida, versátil, mas ainda assim uma lâmpada. Já experimentou ficar o dia inteiro olhando para uma lâmpada? Pois é. Num monitor LCD não existe esse problema, pois a construção da imagem se dá de forma diferenciada.</p>
<p>Existem pelo menos 4 características básicas a serem avaliadas na escolha de um monitor LCD:</p>
<p><strong>1. Tempo de resposta.</strong> É medido em milissegundos. É o tempo que um pixel leva para ir do branco ao preto, o que serve para medir o desempenho de reprodução (construção) de imagens. Quanto menor o tempo, melhor o desempenho. Basta lembrar daquelas câmeras digitais em que você muda de posição e a imagem fica meio borrada, antes de estabilizar. São câmeras que possuem um tempo de resposta maior que o desejável. O atual estado da tecnologia oferece um mercado de monitores com tempo de resposta que varia de 8 a 12 milissegundos. Essa característica é importante, principalmente, para reprodução de filmes e jogos.</p>
<p><strong>2. Ângulo de visão.</strong> Refere-se ao posicionamento frente ao monitor que permitirá a visualização da imagem. Existem determinados equipamentos que, quando você olha para o monitor meio de lado, a imagem simplesmente desaparece. Para um bom ângulo de visão deve ser considerado que, quanto mais se aproximar de 180°, menos restrições haverá para a visualização.</p>
<p><strong>3. Conexão digital.</strong> A conexão digital (DVI) põe fim aos &#8220;ruídos&#8221; nas imagens, eis que não está sujeita à interferência de fontes de energia externas. Já viu alguém usando um daqueles celulares com rádio (Nextel) perto de um monitor tradicional? Impede, ainda, tons de cor que sobrepõe às imagens. Porém ainda existem monitores com conexão analógica (VGA) e digital no mesmo modelo. Preferíveis, segundo entendo, para que haja possibilidade de ligação do mesmo monitor em máquinas diferentes.</p>
<p><strong>4. Chip de tratamento de imagem.</strong> É um sistema interno que ajusta características como brilho e contraste automaticamente, sem necessidade de intevenção do usuário. Particularmente, eu preferiria um modelo que possuísse as duas alternativas: o chip e o ajuste externo.</p>
<p>Por fim, em termos de energia, o monitor LCD traz uma excelente vantagem para o bolso, pois gasta apenas um terço do que gastaria um monitor tradicional, possuindo uma imagem estável, que cansa menos aos olhos e não emite radiação.</p>
<p>Ah! Detalhe importante: no mínimo de dezessete polegadas!</p>
<p>Só falta cair o preço&#8230;<br />
<center><strong><em>Tirinha do dia:</em></strong><br /><img src="/img/hq/hugo2/tira22.gif" alt="Desventuras de Hugo..." align="middle" border="0" width="450"/></center></p>
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		<title>DVD de 1,6 Terabyte</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2005 14:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bricolagem]]></category>
		<category><![CDATA[Informatiquês]]></category>

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		<description><![CDATA[Lançado DVD holográfico que guarda 1,6 Terabyte IDG Now! &#8211; Segunda-feira, 28 novembro de 2005 &#8211; 17:02 A indústria nem mesmo terminou de desenvolver os padrões HD-DVD e Blu-Ray, os dois candidatos a substituir o atual DVD, e duas empresas já apresentaram um novo formato ainda mais interessante. Durante a última semana, a InPhase Technologies [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img src="/img/builds/aspas-abre.gif" align="left" height="16" width="21" />Lançado DVD holográfico que guarda 1,6 Terabyte</strong></p>
<p><small>IDG Now! &#8211; Segunda-feira, 28 novembro de 2005 &#8211; 17:02</small></p>
<p>A indústria nem mesmo terminou de desenvolver os padrões HD-DVD e Blu-Ray, os dois candidatos a substituir o atual DVD, e duas empresas já apresentaram um novo formato ainda mais interessante.</p>
<p>Durante a última semana, a InPhase Technologies e a Hitachi Maxell mostraram um disco do tamanho do DVD comum, capaz de armazenar até 1,6 Terabytes em um tipo de memória holográfica.</p>
<p>O primeiro diferencial da nova mídia é que os dados ficam guardados em um cristal sensível a luz. A segunda diferença é que, para que os dados sejam escritos ou lidos na mídia, o raio de luz é dividido em dois, sendo que um deles atravessa um material semitransparente do disco. E é justo esse material altera o raio de luz para inserir dados na mídia.</p>
<p>Como o raio é dividido em dois, dizem as fabricantes, a leitura e gravação de dados podem ser feitas simultaneamente, permitindo mais agilidade na troca de informações.</p>
<p>A técnica permite que apenas um disco guarde até 1,6 TB em dados, com velocidade de leitura de até 160 Megabits por segundo (Mbps) &#8211; 340 vezes a capacidade e 20 vezes a taxa de leitura de DVDs tradicionais, ou então duas vezes a velocidade e mais de 15 vezes a capacidade de armazenamento do HD-DVD ou Blu-Ray.</p>
<p>Para o final do ano que vem, as duas companhias pretendem lançar leitores compatíveis com a tecnologia. Além dos drives, chegam também as mídias avulsas. A capacidade, inicialmente, fica apenas nos 300 Gigabytes.</p>
<p>Apesar de não ser anunciado como um concorrente do Blu-Ray ou HD-DVD, o formato ainda sem nome posa certa ameaça às mídias de próxima geração. É que um único disco poderá, por exemplo, guardar até doze filmes em alta definição, com qualidade ainda melhor do que a prometida pelos substitutos do DVD.<img src="http://www.legal.adv.br/img/builds/aspas-fecha.gif" align="top" height="16" width="21" /></p>
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		<title>Dicas (novamente) para câmera digital</title>
		<link>http://www.legal.adv.br/20051027/dicas-novamente-para-camera-digital/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2005 12:27:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informatiquês]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembra a preguiça de ontem? Continua&#8230; Conversando com o André hoje de manhã ele me perguntou se eu tinha alguma coisa sobre câmeras digitais. Aí eu me lembrei que fiquei uns seis meses ensaiando para comprar a que tenho hoje (uma Canon A75), pois eu queria uma câmera que atendesse exatamente às minhas necessidades. Para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small>Lembra a preguiça de ontem? Continua&#8230;</small></p>
<p>Conversando com o André hoje de manhã ele me perguntou se eu tinha alguma coisa sobre câmeras digitais. Aí eu me lembrei que fiquei uns seis meses ensaiando para comprar a que tenho hoje (uma Canon A75), pois eu queria uma câmera que atendesse exatamente às minhas necessidades. Para tanto fui levantando as informações disponíveis na época, de modo que eu pudesse entender perfeitamente o que é que afinal eu estaria comprando. O curioso é que eu achei que já tinha postado essa informação aqui no site. A senilidade deve estar começando a me atingir&#8230;</p>
<p>Bem, de lá pra cá (cerca de um ano) provavelmente já deve ter havido alguma mudança no atual estado da técnica, de modo que algumas recomendações aqui talvez até se mostrem modestas ante o que pode ser encontrado no mercado. Mas ainda assim creio que tem informações o suficiente para dirimir as dúvidas.</p>
<p><strong>CÂMERA DIGITAL &#8211; RECOMENDAÇÕES E ESCLARECIMENTOS</strong></p>
<p>&#8220;Quem compra uma câmera muito básica pode ter um equipamento obsoleto em seis meses.&#8221;</p>
<p>As características técnicas &#8220;enganam muito&#8221; e escolher uma máquina pensando apenas no preço nem sempre é uma boa alternativa. Máquinas muito simples, geralmente, não oferecem altas resoluções de imagem e são mais indicadas para quem quer publicar imagens na Internet ou então guardar as fotos no computador.</p>
<p>Um item essencial é a tela de cristal líquido (LCD). Com o visor de LCD, o usuário pode conferir imediatamente se a foto tirada ficou do jeito que ele queria. Caso a imagem tenha ficado ruim, é possível apagá-la e bater outra foto. &#8220;O principal benefício é poder ver a foto na hora &#8211; sem esse recurso, o usuário sai perdendo.&#8221;</p>
<p>E, ainda, essa tela deve ser do tipo REFLEX, ou seja, o que se vê no visor é <strong>exatamente</strong> o que sai na foto. Câmeras que não são do tipo Reflex podem ocasionar fotos com o efeito paralaxe, isto é, a imagem final sai deslocada em relação ao que se pretendia.</p>
<p>De se destacar que o sistema operacional deverá ser compatível para se efetuar o download das fotos (baixar para o computador). O ideal é que possua diversas possibilidades, tais como Windows 98, Windows 2000, Windows XP, ou até mesmo Linux.</p>
<p><strong>RESOLUÇÃO:</strong></p>
<p>&#8220;Para imprimir fotos no tamanho 10 x 15 cm [tamanho padrão para uma foto], a câmera deve ter resolução de <u>pelo menos</u> 2 megapixels&#8221;</p>
<p>Pixel: elemento da construção de todas as imagens digitais.</p>
<p>Resolução da imagem: o número de pixels que compõem uma imagem digital (definido por pixels de altura por pixels de largura).</p>
<p>MegaPixel (MP): um milhão de pixels/imagem (i.e. 1000&#215;1000 pixels=1 milhão).</p>
<p>Contagem de pixels: quanto mais pixels capturar, mais detalhada será a imagem. Para imprimir as fotos, uma  regra básica é:<br />
- pelo menos 1 MP para 13x18cm<br />
- pelo menos 2 MP para 20x25cm<br />
- pelo menos 3 MP para 28x36cm</p>
<p>Usar impressora fotográfica com, pelo menos, 1200 dpi.</p>
<p><strong>FUNÇÃO MACRO:</strong></p>
<p>Não é essencial para a câmera, porém esse recurso auxilia muito para fotos de documentos, por exemplo. É uma função que permite fotos com aproximação de até 4cm.</p>
<p><strong>FUNÇÃO BSS (Best Shot Selection):</strong></p>
<p>É um recurso que, ao se manter pressionado o botão de disparo, tira automaticamente cerca de dez fotos seguidas, selecionando a melhor. <strong>COMPRESSÃO:</strong></p>
<p>- Pró: capaz de acomodar mais imagens em um cartão de armazenamento pela redução do tamanho do arquivo por meio de compressão.</p>
<p>- Contra: reduz o tamanho do arquivo fazendo a média dos valores da cena, eliminando desta maneira informações valiosas da imagem.</p>
<p>Ou seja, COMPRIMIR = perder informação valiosa.</p>
<p><strong>ZOOM DIGITAL X ZOOM ÓPTICO:</strong></p>
<p>Quem quer esse recurso de zoom &#8220;deve se preocupar com o zoom óptico&#8221;. Essa aproximação é obtida a partir das lentes da câmera, o que garante uma qualidade melhor nas fotos.</p>
<p>&#8220;O zoom digital é conseguido por meio de um programa, prejudicando a imagem em casos onde o nível de aproximação é alto.&#8221; O zoom óptico encarece bem o custo do equipamento.</p>
<p>Zoom óptico &#8211; permite que você se aproxime e componha a cena, conservando a qualidade da imagem. Um zoom óptico funciona da mesma maneira que uma lente zoom tradicional. A óptica conserva a qualidade em toda a extensão do zoom da lente.</p>
<p>Zoom digital &#8211; oferece a flexibilidade de compor antes de tirar a foto. Não tem partes móveis. O zoom é feito usando o software da câmera. No entanto o zoom digital pode limitar o tamanho final da impressão. Uma câmera de 2 MP é capaz de produzir uma impressão 20x25cm sem zoom. Usando do zoom digital em 2X, o maior tamanho de impressão de boa qualidade será de aproximadamente 9x13cm.</p>
<p><strong>MEMÓRIA:</strong></p>
<p>A maioria das máquinas usa memória interna para guardar as fotos.</p>
<p>Recomenda-se modelos que possam ter sua capacidade de armazenamento expandida com cartões de memórias externos. &#8220;Sem esse recurso, o usuário fica limitado. É como ficar sem filme. O ideal é ter um cartão de no mínimo 128 megabytes.&#8221;</p>
<p>Há três tipos de cartões de memória disponíveis: Compact Flash, Smart Media e o Memory Stick. As memórias Compact Flash e Smart Media são compatíveis com diversos modelos de câmeras digitais. Essa compatibilidade pesa na hora de trocar de câmera, pois, dependendo do modelo escolhido, pode ser preciso comprar um novo cartão de memória. Já o Memory Stick é fabricado pela Sony e só funciona com produtos desenvolvidos pela empresa japonesa.</p>
<p>SmartMedia &#8211; É um cartão pequeno e fino, com 4,5 cm de comprimento e menos de 1 mm de espessura, desenvolvido originalmente pela Toshiba. Armazena de 2 Mbytes a 128 Mbytes e é utilizado por câmeras simples.</p>
<p>Compact Flash &#8211; Foi desenvolvido em 1994 pela Sandisk e tem um circuito de memória flash e um chip de controle. É um cartão mais robusto, que pode armazenar até 4 Gbytes.</p>
<p>Memory Stick &#8211; Desenvolvido pela Sony, com capacidade que varia de 16 Mbytes a 256 Mbytes; o Memory Stick Pro chega a guardar até 1 Gbyte, com taxa de transferência de até 15 Mbytes por segundo.</p>
<p>SD &#8211; Desenvolvido pela Panasonic, Toshiba e Sandisk, pode ser usado em câmeras digitais e outros equipamentos eletrônicos. Armazena de 8 Mbytes a 512 Mbytes.</p>
<p>MMC &#8211; Cartão multimídia que pode ser usado em vários equipamentos eletrônicos, além de câmeras digitais. Tem capacidade de 32 Mbytes a 128 Mbytes.</p>
<p>xD-Picture Card &#8211; Desenvolvido pela Fuji e Olympus, tende a substituir o SmartMedia; no futuro, poderá armazenar até 8 Gbytes, com velocidade de gravação de até 5 Mbytes por segundo; hoje guarda de 16 Mbytes a 128 Mbytes.</p>
<p>A escolha até mesmo do tipo de bateria deve considerada quando da aquisição de uma câmera. Câmeras que utilizam baterias comuns (tipo AA ou AAA) são interessantes na medida em que dão flexibilidade quando do esgotamento da pilha, pois essas baterias são facilmente encontradas em qualquer tipo de loja. Ainda assim existiria a possibilidade de comprar, a um preço inicial um pouco mais caro, baterias recarregáveis, cujo valor se dilui no decorrer da utilização. Já outras câmeras que utilizam baterias com as de celular possuem a desvantagem de que, uma vez esgotada a bateria, deve-se aguardar a recarga para utilizá-la novamente (ou, como nas filmadoras, trabalhar com ela plugada na rede de energia elétrica). Em locais abertos, festas, campo, praia, etc, isso traz nítida desvantagem.</p>
<p>Recomendação final para dúvida na escolha entre máquinas com características semelhantes: <u>&#8220;Certifique-se de que existe GARANTIA NO PAÍS para o equipamento.&#8221;</u><br />
<center><strong><em>Tirinha do dia:</em></strong><br /><img src="/img/hq/hugo2/tira11.gif" alt="Desventuras de Hugo..." align="middle" border="0" width="450"/></center></p>
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