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	<title>Legal &#187; Criança dá trabalho</title>
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	<description>Filosofices de um velho causídico</description>
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		<title>Ana, do André e da Lizandra</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2006 12:13:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criança dá trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Esoterices. Pois bem. No último dia 16, exatamente às 10h13min (tinha que ter 13&#8230;), veio ao mundo a Ana, filha do André e da Lizandra. Segundo o MAPA ASTRAL dessa pequena capricorniana nascida em Jacareí (já descontado o horário de verão), ela possui o décimo signo do Zodíaco, o qual é governado pelo planeta Saturno, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small>Esoterices.</small></p>
<p>Pois bem. No último dia 16, exatamente às 10h13min (tinha que ter 13&#8230;), veio ao mundo a Ana, filha do André e da Lizandra.</p>
<p>Segundo o <strong>MAPA ASTRAL</strong> dessa pequena capricorniana nascida em Jacareí (já descontado o horário de verão), ela possui o décimo signo do Zodíaco, o qual é governado pelo planeta Saturno, de pessoas com caráter complexo. A cor tradicional do signo de Capricórnio é o cinza e o verde escuro.</p>
<p>O Sol em Capricórnio &#8211; que identifica seu Signo de nascimento &#8211; lhe garante o caráter de uma pessoa íntegra, reservada, circunspecta, digna, com muita força de vontade. A sua ambição é tranquila, dentro dos limites do razoável. Gosta de responsabilidades e assume-as. Pode trabalhar numa área social. Possui espírito geométrico e de síntese.</p>
<p>Sua ascendência em Peixes indica que efetivamente procurará o amor, não será um qualquer, será um amor puro, perfeito. A procura arrisca-se a ser longa&#8230; Conseguirá vencer na vida graças a sua força de vontade e a sua vitalidade.</p>
<p>O Sol na 10ª casa demonstra uma grande importância da vida profissional: ocupa posição importante. O êxito é lento mas certo. Ascenção em relação à condição de nascimento.</p>
<p>A Lua em Leão demonstra que ela é valente, sabe tomar decisões, tem convicção nas suas idéias, honestidade, boa presença e é perspicaz. Possui um grande sentido da justiça, a qual muito respeita. Tem o sentido da organização. Escolhe muito bem os amigos, não os tendo só pelo fato de os ter. De natureza alegre e confiante: procura a vida próspera e independente.</p>
<p>A Lua na 5ª casa significa que ela gosta dos prazeres e de todas as distrações. De grande sociabilidade, possui talento para atividades com crianças, gosta delas. É uma autodidata.</p>
<p>Mercúrio em Capricórnio: Reflexão, pensamento profundo &#8211; fineza e vivacidade de espírito. Empreende grandes estudos, ou, se as condições não o permitem, será uma autodidata. Ela é uma pessoa muito metódica, racional com espírito claro, lógico, sem complicações: busca o essencial das coisas. Gosta das ciências exatas.</p>
<p>Mercúrio na 10ª casa: O seu lar, o seu conforto, tudo isto é muito importante para ela. É inteligente, fala com facilidade e à vontade. Dirige, sem problema, vários negócios ao mesmo tempo, e leva-os até ao fim. Numerosas mudanças de casa por razões de trabalho, ou profissão itinerante.</p>
<p>Vénus em Capricórnio: O seu amor é sincero. Ela liga-se principalmente a pessoas que têm problemas, o que lhe complica muito a vida, porque esses problemas passam também a ser seus. Frieza e reserva na expressão dos sentimentos &#8211; que são sérios, profundos, estáveis, sólidos, definitivos.</p>
<p>Vénus na 10ª casa: Os seus melhores anos são aqueles com os pais e também os últimos da sua vida. Ligação psicológica estreita com a mãe. Não quer dizer que os outros anos sejam maus, mas terá que ultrapassar vários obstáculos. O amor poderá ajudar na sua carreira profissional. Tem o dom da sedução. Gosta de receber visitas, gosta do conforto e da beleza do lar.</p>
<p>Marte em Touro: Vai até ao fim com os seus objetivos, conclui e então empreende uma outra ação com a mesma força de vontade e o mesmo entusiasmo da anterior. Tenacidade e perseverança.</p>
<p>Marte na 2ª casa: Ela conduzirá empreendimentos ousados e perigosos. Tomará muitas iniciativas. Lutará para ganhar dinheiro, e ganhará muito. Se algum azar acontecer, estará sempre pronta para recomeçar de zero outra vez. Grande força de vontade e entusiasmo.</p>
<p>Júpiter em Escorpião: Ela é provocadora, brusca, ofensiva. Tem bastante pretensão, autoridade, ambição e teimosia. Costuma ter uma família numerosa.</p>
<p>Júpiter na 8ª casa: Ela tem interesse pelas ciências ocultas.</p>
<p>Saturno em Leão: Ocupará quase sempre um lugar de autoridade. Ela gosta de ter responsabilidades e assume-as. Beneficia de favores de protetores, que reconhecem os seus méritos. Receberá recompensas pelo seu trabalho bem feito.</p>
<p>Saturno na 5ª casa: Ela gosta do método, do cálculo, da concentração. Não se sente atraída pelos divertimentos nem pelos prazeres em geral. Tem poucos amigos verdadeiros, mas os seus sentimentos são profundos e sinceros. É uma pessoa séria em tudo o que lhe diz respeito.</p>
<p>Urano em Peixes: Ela é receptiva, sutil, mas foge quando lhe pedem para investir.</p>
<p>Urano na 12ª casa: Ela tem dificuldades em adaptar-se ao mundo moderno, às novas tecnologias. Procurará um trabalho num local retirado. Sente atração pelo bizarro.</p>
<p>Netuno em Aquário: Tem muita generosidade. Gosta de resolver os problemas para que toda a gente fique satisfeita.</p>
<p>Netuno na 11ª casa: A sua amizade é franca e desinteressada.</p>
<p>Plutão em Sagitário: Grandes aspirações. Idealiza o amor e a sexualidade.</p>
<p>Tudo isso é apenas uma síntese de seu mapa astral&#8230;</p>
<p>Já no Oriente, temos o <strong>HORÓSCOPO CHINÊS</strong>, onde o signo de alguém corresponde ao animal regente do ano em que a pessoa nasceu. Cada um dos signos animais rege um dos 12 anos que compõem o ciclo chamado de &#8220;o grande ano&#8221;, que coincide com o tempo que o planeta Júpter demora para dar a volta do zodíaco. Para os chineses, os animais do zodíaco são mensageiros que permitem ao homem estabelecer contato com a energia essencial.</p>
<p>O Horóscopo Chinês é dividido também em doze signos, representando doze tipos diferentes de seres humanos. O enquadramento de cada nativo é feito pelo ano de nascimento, que se repete a cada período de doze anos, enquanto que, a cada dois anos, as características gerais são alteradas em função da mudança do Elemento que rege os signos. Além disso, cada período de duas horas é governado por um dos signos, o que acrescenta mais algumas características específicas.</p>
<p>Assim como eu, a pequena Ana possui o signo do <strong>Galo</strong>. O décimo ramo da astrologia chinesa é simbolizado pelo signo de Galo (You &#8211; &#8220;o Coordenador&#8221;). Suas principais qualidades são a eficiência, o acentuado senso de responsabilidade, a disciplina, a autoconfiança, a seriedade, a disposição para construir e realizar, além de uma inegável coragem frente às adversidades. O nativo deste signo costuma ser crítico e exigente, cobrando demais de si mesmo e também dos outros. Tem uma mente ágil e habilidade para se expressar. Mas também pode se mostrar inflexível, apegada demais a idéias e valores, o que dificulta sua vida nos momentos em que se faz necessário um pouco mais de versatilidade.</p>
<p>O nome do signo em Chinês é JI; em japonês, TORI.</p>
<p>Horas governadas pelo signo: 17:00 às 19:00 horas.</p>
<p>O Galo prima pela boa educação, pelo refinamento e pela polidez, impondo seu espírito ordeiro e pacato. Afável e fiel.</p>
<p>Movido por um desejo interior enorme de atingir a perfeição em todos os sentidos, inclusive no plano espiritual, o nativo do Galo prima pela simplicidade em relação aos bens materiais, pois não se deixa ofuscar pelo luxo ou pelas suas posses, que são muitas, graças a sua capacidade de ganhar dinheiro.</p>
<p>Preocupa-se com o próximo com uma dedicação extrema, cuidando carinhosamente daqueles que precisam de sua ajuda. Essa característica toda própria faz com que se dediquem às profissões da área médica e da assistência social.</p>
<p>É metódico, inteligente, com um charme todo especial pela sua ternura, encantando a todos com seu espírito observador e analítico. Quando se trata de expressar os próprios sentimentos, no entanto, o Galo é tímido e retraído.</p>
<p>Aprecia as novidades e se entrega à vida com um entusiasmo contagiante. Podem ser muito mordazes em suas opiniões a respeito das pessoas e detestam a crítica. Quando magoados, tornam-se agressivos e demonstram até certa crueldade.</p>
<p>Não tem, no entanto, espírito vingativo, pois sua memória para fatos desagradáveis é muito pequena. Em pouco tempo se esquece de uma ofensa.</p>
<p>Não se arrisca, preferindo traçar metas e objetivos realistas e ao seu alcance. Preserva sua própria liberdade, mas não evita de se intrometer na liberdade alheia.</p>
<p>Galos famosos: <em>Suharto, Deborah Kerr, Peter Ustinov, D. H. Lawrence, John Glenn, imperador Akihito, Yoko Ono, Eudora Welty, Bette Midler</em>.</p>
<p>O <strong>ANJO DO DIA</strong>, segundo a teoria dos anjos cabalísticos, seria LAOVIAH.</p>
<p>Este anjo é invocado contra as fraudes e para obter a vitória. Influencia os grandes personagens que marcaram a história e ajuda o ser humano a obter graças pelo seu talento natural. A ajuda deste anjo será fornecida através das experiências de vida.</p>
<p>Quem nasce sob esta proteção, poderá descobrir muitas coisas que usará de forma prática no dia-a-dia. Será célebre por seus atos, melhorando sua personalidade a cada nova experiência vivida. Terá por todos com os quais se relacionar, sentimentos fortes e duradouros, pois tem uma intensa capacidade para amar. Será uma pessoa de sucesso e terá estabilidade financeira. Apaixonado por filosofia, compreenderá facilmente o mundo dos elementais. Enfrentará grandes desafios, tanto na vida sentimental quanto na vida profissional.</p>
<p>Profissionalmente fará sucesso em qualquer atividade, pois com sua coragem, nenhum obstáculo será suficientemente grande para detê-lo. Terá tendência para ser uma estrela no mundo político e na vida social.</p>
<p>O anjo Laoviah pertence à categoria dos Querubins, sendo Raziel seu príncipe. O salmo a ele vinculado é o 17.</p>
<p>Os <strong>SANTOS DO DIA</strong> são os seguintes: São Marcelo, São Berardo e São Honorato.</p>
<p>São Marcelo foi eleito papa em 307, nos últimos anos da perseguição da igreja pelo imperador Diocleciano. Ele fez a organização eclesiástica da Igreja dividindo a igreja em 25 paróquias para as quais nomeou os cardeais (um embrião do Santo Colégio) e foi extremamente misericordioso para aqueles que se arrependiam de ter renegado a sua Fé. Mas quando algumas pessoas conhecidas como os &#8220;Lapsis&#8221;, que recusavam a penitência para a sua apostase, não eram perdoados pelo papa Marcelo, e por causa disso o tirano e imperador Maxentius enviou São Marcelo para o exílio e ele morreu em 309 como resultado de inúmeras privações. O corpo de São Marcelo foi enterrado no cemitério de Santa Priscila em Roma. Mas logo em seguida o imperador Maxentius foi derrotado em batalha pelo Imperador Constantino que era Cristão e o oratório de São Marcelo foi restaurado e tornou-se um local de veneração. No sexto século foi reformado e aumentado para permitir acomodar mais fiéis. Após 300 anos suas relíquias foram colocadas no altar-mór da igreja que tem o seu nome e que fica exatamente onde ele tinha o seu oratório. Embora a igreja de &#8220;São Marcelo Al Corso&#8221; tenha sido reconstruída varias vezes as relíquias do santo estão sob o altar até os dias de hoje.</p>
<p>São Berardo e seus companheiros: Em 1219, seis franciscanos foram enviados como missionários a Espanha. Tornaram-se os primeiros mártires da ordem fundada por Francisco de Assis. Todos nasceram na Itália. Eram eles Vital, Berardo, Pedro, Acúrsio, Adjunto e Oto. Dois irmãos leigos e três sacerdotes. Partiram descalços, sem dinheiro e nenhuma provisão conforme recomedava Francisco. Passaram por Portugal e, enfrentando muitas dificuldades, alcançaram Sevilha, que se encontrava sob o domínio dos mouros. Levados por uma determinação de levar o Amor de Deus aos muçulmanos, pregaram o Evangelho ao próprio rei dos mouros que, irritado por tão grande atrevimento, mandou-os para a prisão. Foram salvos, graças à intervenção do príncipe que convencera o pai a deportá-los para Marrocos. Ali chegados, logo se puseram a anunciar o Evangelho aos marroquinos e ao próprio Miramolim, rei dos mouros. Este os expulsou de suas terras. Os cinco santos, entretanto, retornaram e retomaram a pregação. Insistiram até que foram presos, açoitados e decapitados pelo rei, que julgava assim prestar um culto a Alá, Deus de Maomé, seu santo profeta.</p>
<p>São Honorato: De um nobre família italiana Santo Honorato nasceu na segunda metade do século IV e conhecia todas as ciências da época. Depois de conhecer o Cristianismo abandonou o culto dos deuses e escondido dos pais recebeu o Batismo. Na sua vida de cristão nada foi fácil, principalmente quando seus pais rejeitaram e combateram a fé em Jesus. Frente a morte dos pais, o Santo com seu irmão sonharam em consagrarem-se a Cristo, por isso foram para a Síria e Grécia e outros locais, isto tudo com a ajuda do amigo. Com a morte do irmão, Honorato decidiu voltar para a Itália, onde foi ordenado sacerdote, e começou a morar e evangelizar na ilha de Lérins. Honorato acabou tendo que fundar um mosteiro, o qual foi gerador de grandes escritores, bispos e santos. Verdadeiro pai dos monges, dirigia a todos com suavidade e doçura. Dizia sempre que: &#8220;Quem é virtuoso, não precisa estar triste&#8221;. Por isso no mosteiro de Honorato reinava uma alegria e serenidade, ao ponto da ilha de Lérins ser chamada da ILHA FELIZ. Santo Honorato não conseguiu terminar sua existência terrena em seu mosteiro, pois teve que assumir o bispado de Arles, importante lugar na França. Seu discípulo, Santo Hilário, dele escreveu: &#8220;Se preciso fosse representar alegoricamente a caridade, retrataria a imagem de Santo Honorato&#8221;.<br />
<center><strong><em>Tirinha do dia:</em></strong><br /><img src="/img/hq/hugo2/tira29.gif" alt="Desventuras de Hugo..." align="middle" border="0" width="450" /></center></p>
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		<title>Galo sobre galo</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2006 12:07:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criança dá trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Da série INDEFINIÇÕES: &#8220;FÁCIL &#8211; Diz-se da mulher que tem a moral sexual de um homem.&#8221; Nada como entrar neste novo ano de 2006 com o pé direito&#8230; Até porque toda a perna esquerda ainda está avariada e sob observação&#8230; Mas já melhorou! Do inchaço inicial que quase me impossibilitava de andar passei agora apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small>Da série <em>INDEFINIÇÕES</em>: &#8220;FÁCIL &#8211; Diz-se da mulher que tem a moral sexual de um homem.&#8221;</small></p>
<p>Nada como entrar neste novo ano de 2006 com o pé direito&#8230; Até porque toda a perna esquerda ainda está avariada e sob observação&#8230; Mas já melhorou! Do inchaço inicial que quase me impossibilitava de andar passei agora apenas à dor (só quando eu respiro). Aquela já citada sensação morceguífera (de ficar com as pernas sempre para o ar) vem dando lugar a outra, mais de acordo com a pancada. Tenho me sentido meio que Curupira, com a impressão de ossos invertidos onde não deveriam estar. Argh!</p>
<p>Mas não comecemos o ano com sentimentos negativos. A chuva fina que caía agora de manhã veio a dar uma sensação de frescor a esse ano que inicia. Os passarinhos cantam lá fora (de verdade), as contas estão pagas e minhas crianças vão muito bem, obrigado.</p>
<p>Errr&#8230; Quase.</p>
<p>O Jean, meu caçulinha conseguiu levar um hipersuperultramegatombo ontem, que lhe deixou com um galo na testa do tamanho aproximado de um ovo. Grande. De granja.</p>
<p>Ante o desespero deste pai que, se não de primeira viagem, mas que ainda tem muito a aprender com a vida, a Dona Patroa me tranquilizou: &#8220;Não se preocupe. O dr. Amin (o pediatra das crianças) já me avisou que quando o galo é assim, para fora, é até bom. Pior se fosse pra dentro. Mesmo chorando, ele não desmaiou nem está com sono fora de hora, então é só ficar na base de Hirudoid (pomada pra pancadas) e gelo.&#8221;</p>
<p>Ainda que ressabiado e um tanto quanto ressaltado, tive que me render à calma e sapiência oriental ali presente.</p>
<p>É LÓGICO que, à noite, numa brincadeira entre as crianças, adivinhem quem foi que bateu a cabeça de novo e no mesmo lugar? Pois é. Já vi ovos de avestruzes menores que aquele galo. Mas, como de praxe em nossa casa, basta dar um beijinho que sara. E Hirudoid. E gelo.</p>
<p>Faz parte do pacote paternal passar por essas e outras piores&#8230;</p>
<p>Mas o que importa é que está tudo bem. Ano novo, vida nova, problemas velhos. Não é simplesmente pelo fim cronológico de um ciclo solar que TUDO na vida irá se resolver &#8211; continuamos na luta! Apesar das promessas que foram feitas, das portas que se abrem, das que se fecham, dos novos desafios, ainda assim somos a soma de tudo aquilo que já vivenciamos e que certamente utilizaremos para vencer os obstáculos que se nos apresentam.</p>
<p>Não, isso não é ceticismo. É constatação. Quem me conhece pessoalmente com certeza também conhece aquele ditado que adoro citar: <em>&#8220;O diabo não é sábio porque é diabo; é sábio porque é velho.&#8221;</em> E, creiam-me, o passar do tempo acaba nos deixando mais preparados para o que vem pela frente. Surpresas existirão &#8211; com certeza &#8211; e serão bem-vindas. Quaisquer que sejam. Afinal é justamente esse monte de surpresas e situações inesperadas que ocorrem enquanto existimos que chamamos de VIDA. E fico feliz de estar vivo. Sendo quem eu sou, tendo o que tenho e estando onde estou. O resto são palavras, que, de quando em quando, despejamos por aqui para aqueles que têm paciência de nos ouvir&#8230;</p>
<p>Bão, é isso. Por fim, como eu dei uma sutil alterada mínima na página principal, passando a fazer agora citações do &#8220;Barão de Itararé&#8221;, cumpre esclarecer quem foi essa personagem ímpar do cenário nacional, guerreiro sarcástico da palavra, dotado de um senso de humor cáustico:</p>
<blockquote>
<p><em>Apparício Torelly, (o &#8220;Barão de Itararé&#8221;), que também usou o pseudônimo de &#8220;Apporelly&#8221;, era gaúcho de Rio Grande, nascido em 29/01/1895. Estudou medicina, sem chegar a terminar o curso, e já era conhecido quando veio para o Rio fazer parte do jornal O Globo, e depois de A Manhã, de Mário Rodrigues, um temido e desabusado panfletário. Logo depois lançou um jornal autônomo, com o nome de &#8220;A Manha&#8221;. Teve tanto sucesso que seu jornal sobreviveu ao que parodiava. Editou, também, o &#8220;Almanhaque — o Almanaque d&#8217;A Manha&#8221;. Faleceu no Rio de Janeiro em 27/11/71. O &#8220;herói de dois séculos&#8221;, como se intitulava, foi um dos maiores nomes do humorismo nacional. Outros títulos que lhe foram dirigidos, na maioria por ele mesmo: &#8220;o Brando&#8221;, &#8220;campeão olímpico da paz&#8221;, &#8220;marechal-almirante e brigadeiro do ar condicionado&#8221;, &#8220;cantor lírico&#8221;, &#8220;andarilho da liberdade&#8221;, &#8220;cientista emérito&#8221;, &#8220;político inquieto&#8221;, &#8220;artista matemático, diplomata, poeta, pintor, romancista e bookmaker&#8221;. Dele disse Jorge Amado: &#8220;Mais que um pseudônimo, o Barão de Itararé foi um personagem vivo e atuante, uma espécie de Dom Quixote nacional, malandro, generoso, e gozador, a lutar contra as mazelas e os malfeitos&#8221;.</em></p>
<p><small>(Extraído de &#8220;Máximas e Mínimas do Barão de Itararé&#8221;, Editora Record &#8211; Rio de Janeiro, 1985, coletânea organizada por Afonso Félix de Souza).</small></p>
</blockquote>
<p>De resto, um bom Ano Novo para todos. Que os sentimentos e as atitudes que tomamos nas primeiras horas deste novo ano nos acompanhem em todo seu decorrer!</p>
<p>Ah, tomara!&#8230;<br />
<center><strong><em>Tirinha do dia:</em></strong><br /><img src="/img/hq/hugo2/tira25.gif" alt="Desventuras de Hugo..." align="middle" border="0" width="450" /></center></p>
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		<title>Superpoderes</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2005 11:09:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Mens sana&#8230;&#8221; em quê mesmo? Tô todo doído&#8230; Meu filho é um X-Man (para os incautos: lê-se &#8220;équis mén&#8221;). É sério. Nesse final de semana a Dona Patroa precisou sair e fiquei em casa com a prole. Assim pude não só descobrir como observar os poderes que vem desenvolvendo. Por exemplo: assim como o Noturno, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small>&#8220;Mens sana&#8230;&#8221; em quê mesmo? Tô todo doído&#8230;</small></p>
<p>Meu filho é um X-Man (para os incautos: lê-se &#8220;équis mén&#8221;). É sério. Nesse final de semana a Dona Patroa precisou sair e fiquei em casa com a prole. Assim pude não só descobrir como observar os poderes que vem desenvolvendo.</p>
<p>Por exemplo: assim como o Noturno, da equipe do Professor Xavier, meu caçulinha de um ano e meio também tem o poder do teletransporte. Talvez devido à idade ainda não consiga se teletransportar a grandes distâncias, mas &#8211; com certeza &#8211; ele já manifestou esse poder. Explico. Ele estava a meus pés enquanto eu estava na cozinha e, NO EXATO MOMENTO SEGUINTE, antes mesmo de um piscar de olhos, ele já estava no banheiro &#8220;dando corda&#8221; ao rolo de papel higiênico. Conseguiu desenrolar apenas uns vinte e cinco metros.</p>
<p>Mais tarde ele estava jantando e quando eu baixei a colher para pegar um novo bocado e a levei até sua boca &#8211; pasmem &#8211; ele já havia se teletransportado. Dessa vez, inclusive, levou a cadeira junto para alcançar o vídeo cassete. Consegui salvá-lo (o vídeo) momentos antes de cair.</p>
<p>Creio que ele já deve fazer parte de uma geração mais avançada de mutantes, eis que ele não só se teletransporta no mais absoluto silêncio, como também não deixa nenhuma evidência de seu sumiço. E, ainda, existem outros poderes latentes mas que ele já vem treinando. Tal como a heroína Canário Negro ele tem também o poder do grito sônico, porém ainda não está muito focado. Às vezes ele simplesmente pára, olha pra gente, e solta o grito de, vejamos, uns 380 decibéis. Sim, supera qualquer escala. Digo que não está muito focado porque ainda não consegure quebrar nada (pelo menos não com o grito), mas já atordoa seriamente sua vítima deixando-a com os tímpanos, senão estourados, ao menos desorientados.</p>
<p>Aliás não é só ele quem possui poderes, eis que meu &#8220;do meio&#8221;, de quatro anos, também vem demonstrando algumas manifestações. Nesse final de semana, por exemplo, e por mais de uma vez, ele demonstrou poderes equivalentes ao do Tocha Humana, dos Quatro Fantásticos. De um momento para outro, sem o menor aviso, ele consegue elevar a própria temperatura corporal para muito próximo dos quarenta graus. Mas como ele ainda é novinho, acho que não sabe como voltar ao normal, daí a necessidade de a gente ter que controlar através de medicamentos. Espero que fogo propriamente dito fique somente para a adolescência. Isso me lembra um teleporte que o caçula fez para tentar acender o fogão elétrico&#8230;</p>
<p>Somente o mais velho é que não parece ter algum poder específico. Pelo menos não atualmente. Se bem que ele, com apenas seis anos, já possui como mecanismo de defesa um super sarcasmo pra lá de ferino que, sinceramente, não sei de onde herdou&#8230;<br />
<center><strong><em>Tirinha do dia:</em></strong><br /><img src="/img/hq/hugo2/tira16.gif" alt="Desventuras de Hugo..." align="middle" border="0" width="450" /></center></p>
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		<title>Teimosas lágrimas</title>
		<link>http://www.legal.adv.br/20050926/teimosas-lagrimas/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2005 09:53:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Segunda-feira: Um dia feito pra acrescentar depressão a uma semana que PODERIA ser feliz. (Garfield) Tudo bem que nós pais normalmente somos taxados de neandertais toscos e insensíveis ao que ocorre no dia-a-dia em casa. Ser assim não é uma atitude proposital, mas que acontece, acontece. Entretanto certas coisas nos atingem como um raio, nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small>&#8220;Segunda-feira: Um dia feito pra acrescentar depressão a uma semana que PODERIA ser feliz. (Garfield)</small></p>
<p>Tudo bem que nós pais normalmente somos taxados de neandertais toscos e insensíveis ao que ocorre no dia-a-dia em casa. Ser assim não é uma atitude proposital, mas que acontece, acontece. Entretanto certas coisas nos atingem como um raio, nos transformando, além de neandertal, de tosco e de insensível, também em boca aberta&#8230;</p>
<p><strong>1st case:</strong> Meu filhote do meio passou mal no fim de semana e foi parar no hospital, vomitando até o que já não tinha mais no estômago. No dia seguinte, pouco antes da hora do almoço, ele estava tristinho e lhe perguntei se queria deitar um pouco pra descansar. Disse-me que sim. Após aconchegá-lo, cobri-lo e trazer seu cachorrinho (porque toda criança tem um bichinho de pelúcia pra dormir), eu estava saindo do quarto quando ele se virou e me disse: &#8220;Não! Com o papai!&#8221; Era para que eu ficasse com ele na cama. Segurou minha mão até dormir. E uma lágrima teimosa e condoída rolou de minha face.</p>
<p><strong>2nd case:</strong> O caçulinha, que mal tem um ano e meio, esmerdeou-se (existe esse verbo?) todo ontem à noite. Como eu já estava no banho, bem mais fácil que eu o lavasse &#8211; e assim o fiz. Brincamos um pouco, arranquei dele algumas gargalhadas e depois chamei a mãe para que o tirasse dali. Após fechar o box, o bichinho fez uma cara de indignado, e com olhinhos arregalados soltou um sonoro &#8220;PAAA-PAAEE&#8221;. O primeiro de sua vida. O primeiro que eu ouvi de seus lábios. E uma nova lágrima de alegria e felicidade misturou-se com a água que caía do chuveiro.</p>
<p><strong>3rd case:</strong> Hora de dormir, ainda que não tão tarde, retomei o livro que comecei a ler e, por excesso desumano e descomunal de trabalho, fui obrigado a deixar de lado por algum tempo. Aconcheguei-me ao lado da Dona Patroa e de meu mais velho, de seis aninhos, que estavam lendo gibi. De repente, ainda que não movesse um músculo, fui obrigado a me desconcentrar da leitura para ouvi-lo lendo SOZINHO frases inteiras, se divertindo com seu novo poder de compreensão, enroscando apenas em algum eventual ce-cedilha. E fechei o livro, deixando-o sobre a cômoda, deitei-me, e com um sorriso uma terceira lágrima de orgulho veio a molhar meu travesseiro.</p>
<p>Chorão e boca aberta até prova em contrário.</p>
<p>Mas ainda teve mais uma, dessa vez não comigo, que é digno de nota aqui. Minha esposa, muito preocupada com as brincadeiras da criançada, chamou os dois mais velhos e lhes disse: &#8220;Escutem: têm três coisas MUITO perigosas nesta casa e eu NÃO quero que vocês abusem de jeito nenhum. Em primeiro lugar a escada que vem da garagem; em segundo lugar a escada que vai para o quintal; e, em terceiro lugar, não quero saber de que coloquem banquinho algum na murada pra ver a rua. Entenderam?&#8221;</p>
<p>Após cada um renovar seu compromisso de que entendeu, o mais velho completou: &#8220;Mas mamãe, ainda tem uma outra coisa muito perigosa também!&#8221; Com uma cara de interrogação, ela perguntou: &#8220;Qual?&#8221;</p>
<p>Ao que ouviu: &#8220;Você, quando está brava&#8230;&#8221;</p>
<p>Heh&#8230; Puxou o pai&#8230; Perde o amigo, mas não perde a piada! Tudo bem, no final todos terminaram rindo e &#8211; ao menos dessa vez &#8211; ninguém apanhou&#8230;<br />
<center><strong><em>Tirinha do dia:</em></strong><br /><img src="/img/hq/hugo1/tira20.gif" alt="Desventuras de Hugo..." align="middle" border="0" /></center></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Em tempo&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2005 11:02:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criança dá trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje pela manhã, enquanto eu e Dona Patroa nos preparávamos cada qual para sair para o trabalho, nosso filho do meio, Erik, estava por ali pentelhando. De repente ele resolveu sair do quarto para a sala, e, enquanto ainda estava no corredor, não é que escutamos esse pequeno protozoário, projeto de gente de apenas três [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje pela manhã, enquanto eu e Dona Patroa nos preparávamos cada qual para sair para o trabalho, nosso filho do meio, Erik, estava por ali pentelhando. De repente ele resolveu sair do quarto para a sala, e, enquanto ainda estava no corredor, não é que escutamos esse pequeno protozoário, projeto de gente de apenas três anos de idade, sair falando sozinho, de si para si mesmo: <em>&#8220;Eu sou demais&#8230;&#8221;</em></p>
<p>Pode?</p>
<p>Calvin, te segura que a competição chegou&#8230;</p>
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		<title>Alguns personagens famosos (e outros convencidos)</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2005 08:19:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comics]]></category>
		<category><![CDATA[Criança dá trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Glory days! Com um pouco de esforço de pensamento, e um tanto mais de criatividade, cheguei à conclusão que aqui no meu trabalho temos um rol da fama: sósias de pessoas das mais diversas origens pertencentes ao mundo do cinema, televisão, quadrinhos, literatura, etc. Vejam só a galeria: Shrek Dolores Umbridge Woody Allen Noel Rosa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small>Glory days!</small></p>
<p>Com um pouco de esforço de pensamento, e um tanto mais de criatividade, cheguei à conclusão que aqui no meu trabalho temos um rol da fama: sósias de pessoas das mais diversas origens pertencentes ao mundo do cinema, televisão, quadrinhos, literatura, etc. Vejam só a galeria:</p>
<blockquote>
<ul>
<li>Shrek</li>
<li>Dolores Umbridge</li>
<li>Woody Allen</li>
<li>Noel Rosa</li>
<li>Groucho Marx (se bem que lhe falta o bigode)</li>
<li>Senhor Incrível</li>
<li>Capitão Caverna</li>
<li>Comandante de Espaçonave Klingon (Jornada nas Estrelas)</li>
<li>Clark Kent (ao menos quando resolve usar óculos)</li>
<li>Barbie</li>
<li>Tintin (aquele, do desenho belga ou francês)</li>
<li>Meninas Super Poderosas</li>
<li>Guzzula</li>
<li>Katana (das revistas DC Comics)</li>
<li>Lois Lane (já saiu, mas era a do seriado Lois &amp; Clark)</li>
<li>Michael Knight</li>
<li>Castrinho</li>
</ul>
</blockquote>
<p>&nbsp;<br />
Pelo menos são esses os que me lembro de cabeça. Aceito sugestões&#8230;<br />
<center><strong><em>Tirinha do dia:</em></strong><br /><img src="/img/hq/hugo1/tira17.gif" alt="Desventuras de Hugo..." align="middle" border="0" /></center></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Recarregando as baterias &#8211; carga rápida</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Sep 2005 08:01:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criança dá trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Olha o frio aí, gente! Bem, crianças, aqui estamos nós de novo. Baterias recarregadas, prontos pra todas! De onde vem tanta energia? Já, já explico. Acontece que não é assim o dia todo &#8211; antes o contrário! Com a avalanche de serviço que tem chegado diariamente, mais as &#8220;missões&#8221; que me são passadas, acrescido da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small>Olha o frio aí, gente!</small></p>
<p>Bem, crianças, aqui estamos nós de novo. Baterias recarregadas, prontos pra todas! De onde vem tanta energia? Já, já explico.</p>
<p>Acontece que não é assim o dia todo &#8211; antes o contrário! Com a avalanche de serviço que tem chegado diariamente, mais as &#8220;missões&#8221; que me são passadas, acrescido da incompetência nata de algumas pessoas (por que ninguém aprende a <u>perguntar direito</u>?), o ponteirinho de meu humor vai abaixo da linha vermelha do zero.</p>
<p>Porém nada como algumas pequenas maldades &gt;;) para alegrar o dia de alguém&#8230; Algo como uma bomba de anthrax no pobre do estagiário trancado na sala de xerox&#8230; Cruel. Mas divertido&#8230;</p>
<p>Mas esse não é o ponto. O ponto é que no decorrer de um dia usualmente sob pressão a solidão que de quando em quando sinto se faz presente, tal qual sombra que se prolonga ao entardecer. O coração fica apertado, o ânimo vai embora e a sensação de futilidade acerca de tudo e de todos acaba por tomar conta de minha convicção.</p>
<p>Mas ao chegar em casa, às vezes em fila, às vezes todos de uma vez, o abraço da criançada dá uma carga rápida que me dá disposição pra encarar tudo outra vez e mais um pouco ainda!</p>
<p>Quando eu era adolescente (tá, mais criança que adolescente) me deparei com um texto que já tinha um &#8220;cheiro&#8221; de antigo, de autor desconhecido, mas que me cativou na primeira leitura. Eu o copiei e prometi pra mim mesmo que quando tivesse um filho faria um quadro com esse texto e o colocaria na parede. Levou mais de quinze anos, mas cumpri minha promessa. O texto é o seguinte:</p>
<blockquote>
<p align="center"><em><strong>O que é um menino?</strong></em></p>
<p><em>Os meninos se apresentam em tamanho, peso e cores sortidas. Encontram-se por toda a parte, em cima, em baixo, dentro, fora, trepados, pendurados, caindo, correndo, saltando. As mães os adoram, as meninas os detestam, as irmãs e os irmãos mais velhos os toleram, os adultos os ignoram e o céu os protege. Um menino é a verdade de cara suja, a sabedoria de cabelo esgadelhado, a esperança de calças caindo. Tem o apetite do cavalo, a digestão do avestruz, a energia da bomba atômica, a curiosidade do mico, os pulmões de um ditador, a imaginação de Júlio Verne, a timidez da violeta, a audácia da mola, o entusiasmo do buscapé e tem cinco polidáctilos em cada mão, quando pratica suas reinações. Adora os doces, os canivetes, as serras, o natal e a Páscoa; admira os reis e os livros de figuras coloridas; gosta do guri do vizinho, do ar livre, da água, dos animais grandes, do papai, dos automóveis e dos trens, dos domingos, das bombas e traques. Abomina as visitas, o catecismo, a escola, os livros sem figuras, as lições de música, as gravatas, os casacos, os barbeiros, as meninas, os adultos e a hora de dormir.</em></p>
<p><em>Levanta cedo e está sempre atrasado à hora das refeições. Nos seus bolsos há sempre um canivete enferrujado, uma fruta verde mordida, um pedaço de barbante, dois botões e algumas bolinhas de gude, um estilingue, um pedaço de substância desconhecida e um objeto raro, que lhe é precioso por 24 horas. É uma criatura mágica. Você pode fechar-lhe a porta do seu quarto de ferramentas mas não a do seu coração&#8230; Pode expulsá-lo do seu escritório mas não do seu pensamento. Toda a sua importância e a sua autoridade se desmoronam diante dele, que é o seu carcereiro, seu chefe, seu amo&#8230; Ele, um despótico e ruidoso mandãozinho!&#8230; Mas quando você volta para casa, à noite, de esperanças e ambições despedaçadas, ele pode compô-las num instante com as suas palavrinhas mágicas: &#8220;OH! &#8211; PAPAI!&#8221;.</em></p></blockquote>
<p>E com três filhotes, ainda que com o risco de um desvio na coluna, eu consigo uma carga tripla! Vejam essa foto de hoje&#8230;<br />
<center><img src="/img/crias/img_15101.jpg" alt="Énóisnafita!" align="middle" border="0" width="450" /></center><br />
<center><strong><em>Tirinha do dia:</em></strong><br /><img src="/img/hq/hugo1/tira15.gif" alt="Desventuras de Hugo..." align="middle" border="0" /></center></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Chiclete no cabelo</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2005 19:45:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criança dá trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Ai, que saudade do Inverno! Há umas duas noites estava eu em casa transcrevendo os cento e vinte e cinco minutos e dezessete segundos gravados da audiência pública da qual participei (o mais divertido nisso é pegar os cochichos que rolam no fundo), quando me toca o celular da Dona Patroa. Era o Paulo, nosso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small>Ai, que saudade do Inverno!</small></p>
<p>Há umas duas noites estava eu em casa transcrevendo os cento e vinte e cinco minutos e dezessete segundos gravados da audiência pública da qual participei (o mais divertido nisso é pegar os cochichos que rolam no fundo), quando me toca o celular da Dona Patroa.</p>
<p>Era o Paulo, nosso amigo que tem dois pimpolhos de idades compatíveis com os nossos mais velhos. A pergunta era simples: &#8220;Como eu faço pra tirar chiclete do cabelo de uma criança?&#8221;</p>
<p>Bem, do alto de sua sabedoria oriental, minha esposa passou os dez minutos seguintes explicando como, simplesmente com gelo, seria possível tirar o tal do chiclete. É LÓGICO que eu não pude me conter e, entre gargalhadas, dei um berro para que ele ouvisse do outro lado da linha: &#8220;É SÓ CORTAR!!!&#8221;</p>
<p>No dia seguinte ele nos mandou um e-mail descrevendo como foi a &#8220;operação&#8221; para tirar o dito chiclete do cabelo de seu filho de apenas três aninhos&#8230;</p>
<p>Paulo, me desculpe, mas sou obrigado a compartilhar seu texto, pois além de inspirado, é de um humor ímpar. Por isso transcrevo-o <em>ipsis litteris</em>:</p>
<p><img src="/img/builds/aspas-abre.gif" align="left" height="16" width="21" />Caríssimos&#8230;</p>
<p><em>( <strong>Nota:</strong> isso me lembra a abertura da homilia que o Padre Luiz &#8211; já falecido &#8211; fazia nas missas quando eu era pequeno. Sim, um dia eu também já fui à Igreja, como a maioria dos mortais&#8230; )</em></p>
<p>Agradeço a atenção dispensada e participo-lhes a minha experiência a partir dessa sabedoria popular. Depois de hj, confesso que descobri o porquê do gelo para situações como a que enfrentei:</p>
<p>1) depois de esfregar o gelo no cabelo daquele que foi feito à sua imagem e semelhança, este ficará molhado, o que fará com que o volume fique baixo, permitindo que vc consiga identificar mais precisamente o tufo no qual vc vai <u>passar a tesoura</u>;</p>
<p>2) vc tbm pode usar o gelo não para molhar o tufo com chiclete, mas para atirar na cabeça do &#8220;nó-ceguinho&#8221; para ele aprender a não fazer mais essa cagada, pois vc vai ter que tirar <u>na tesoura</u> o emaranhado que ficou;</p>
<p>3) ao ver a m&#8230; feita, não perca tempo nem esquente a cabeça, <u>passe logo a tesoura</u> naquele ninho de mafagafos que virou o cabelo daquela coisinha linda do papai e use o gelo para fazer uma caipirinha e relaxar&#8230;!</p>
<p>&#8230;Bem como vcs puderam ver, não funcionou comigo, mas valeu a tentativa! Para quem não sabia o que fazer, na próxima vez terei 3 opções pela frente (rsrs!!!).</p>
<p>Obrigado, Adauto, vc estava certo&#8230;<img src="/img/builds/aspas-fecha.gif" align="top" height="16" width="21" /><br />
<center><strong><em>Tirinha do dia:</em></strong><br /><img src="/img/hq/deus/deus_17.jpg" alt="Deus!" align="middle" border="0" width="450" /></center></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ecologicamente caminhando para uma audiência pública&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2005 19:13:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criança dá trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Politicando]]></category>

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		<description><![CDATA[EXAUSTO! DUAS! DU-AS. Duas &#8220;trilhas ecológicas&#8221; num único final de semana. Isso deve ser algum tipo de recorde para um paquiderme sedentário como eu. No sábado tivemos a comemoração (atrasada) do dia dos pais pela escola de meus filhotes. Todos fomos a um clube (Thermas do Vale), onde realizamos &#8220;atividades&#8221;. Tudo bem que é importante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small>EXAUSTO!</small></p>
<p>DUAS! DU-AS. Duas &#8220;trilhas ecológicas&#8221; num único final de semana. Isso deve ser algum tipo de recorde para um paquiderme sedentário como eu.</p>
<p>No sábado tivemos a comemoração (atrasada) do dia dos pais pela escola de meus filhotes. Todos fomos a um clube (Thermas do Vale), onde realizamos &#8220;atividades&#8221;. Tudo bem que é importante a integração pai e filho, escola, etc e tal, mas convenhamos: dizer o que fazer, como brincar e quando se divertir é meio muito para minha já curta paciência taurina. Até que poderiam deixar o entretenimento pra criançada e promover, sei lá, um churrascão ou piquenique. Numa dessas é que REALMENTE as pessoas acabam se conhecendo e se confraternizando (e, lógico, falando mal da vida alheia). Como prêmio máximo de nossa desenvoltura, fomos brindados com a dita caminhada pela trilha ecológica. Tá, tudo bem, pra geração apartamento deve ter sido o máximo, mas, além da puuuuuussssta volta que demos, o melhor que extraí de tudo isso foram dois carrapatos&#8230;</p>
<p>Já no domingo, depois do hiper-super-ultra-mega-stress de sábado à noite (já, já explico), a família Miura Andrade foi conhecer um restaurante chamado &#8220;Engenho Velho&#8221;, que fica logo após a entrada da cidade de Santa Branca, caminho para Salesópolis. MUITO bom. A comida é boa, razoavelmente barata, e tem um espaço enorme pra criançada se divertir. Como a comanda é entregue já na porteira (sim, porteira) do local, dá pra ficar totalmente à vontade pra se deslocar por onde quiser sem preocupação com a conta. Cavalos, casarões, objetos antigos e muito verde completam o quadro. Dez por cento de comissão pra mim pela propaganda.</p>
<p>Lá encontrei uma colega de trabalho com seu filho, que tem quase a mesma idade do meu mais velho &#8211; 6 anos. Empatia imediata. Os dois começaram a brincar como velhos conhecidos. Brincadeira de criança MESMO, esconde-esconde, pegador, correria, Yu-Gi-Oh (isso não tinha na minha época), e tudo o mais. Como corolário resolvemos fazer a trilha ecológica que existe ali. Eles foram na frente, literalmente brincando de exploradores por entre os caminhos, bambuzais, pequenas pontes e morros, seguidos de perto pela Dona Patroa com o segundinho, e o marmitão aqui por último carregando no colo o equivalente a dois sacos de arroz, ou seja, meu caçulinha. Quando eu cheguei na metade da subida de um morro, após ter levado uma bambuzada na testa, já depauperado e com o almoço a meio caminho de volta, resolvi dar um basta: &#8220;vamos voltar gente, que não tem mais caminho&#8221;. Acreditaram.</p>
<p>Disso tudo, quando cheguei em casa lá pelas seis da tarde resolvi tira uma soneca rápida para me recompor. Acordei hoje de manhã.</p>
<p>E no sábado à noite? Bem, apesar de ser advogado, nunca gostei muito de audiências. Sempre achei um circo inominável. Acabei de descobrir que gosto menos ainda de audiências públicas.</p>
<p>Para um procedimento licitatório de grande porte a Lei exige a realização de audiência pública, visando dar chance para que todos os interessados se manifestem a respeito do edital. Tudo bem, é certo e imprescindível que o procedimento deva se dar mediante a mais ampla publicidade, e que essa audiência deva ser democrática para que, querendo, as pessoas se manifestem. Para tanto foram determinadas algumas regras de conduta &#8211; que, é lógico, foram quebradas. Em determinado momento virou palanque. Os ânimos se inflamaram. Para ficar em poucos exemplos, houve um edil que começou: &#8220;Em primeiro lugar, bla, bla, bla; em segundo lugar, bla, bla, bla; já em SEGUNDO lugar temos que lembrar que bla, bla, bla; e, concluindo, em SEGUNDO lugar, bla, bla, bla&#8221;. Triste. Parece que mal sabia contar até três.</p>
<p>Houve, ainda, um dos representantes de um segmento da sociedade que veio brigar comigo: &#8220;Mas vocês estão fazendo as coisas às escondidas, ninguém falou nada! Quero saber data, hora e local da próxima audiência!&#8221; Foi quando eu o lembrei que saiu em dois jornais locais, no Diário Oficial do Estado, em outras publicações, fora as reportagens veiculadas no rádio e na tv. Pô, tenho culpa se o distinto &#8211; ainda que seja um &#8220;representante&#8221; de seus pares &#8211; sequer lê jornal?</p>
<p>Isso sem falar numa moça, que com uma criancinha no colo (por que ninguém chamou o Conselho Tutelar?), ficou vários minutos aos berros: &#8220;O senhor está sendo <strong><u>IM</u></strong>parcial! Não é justo!&#8221; &#8211; putz!</p>
<p>Sabe, o GRANDE problema do brasileiro é que prefere-se resolver qualquer situação aos berros que no diálogo. Grita-se ao invés de argumentar. Agride-se ao invés de escrever. Mobiliza-se uma tropa de choque ao invés de procurar se conquistar apoio. Se houvesse racionalidade não só na participação quanto também na argumentação dos presentes, teria sido uma noite realmente muito produtiva para todos. Mas com uma turba revoltada (por nada) que recusa-se a ouvir qualquer argumentação, não há solução possível. Triste. Perde a Administração Pública, que não consegue apurar exatamente o que o povo precisa, e, principalmente, perde o próprio povo, que não consegue se expressar de modo válido ou sequer eficaz.</p>
<p>Lamentável. E acho que a próxima audiência será ainda pior.</p>
<p>Em tempo: a mãe do guri que citei lá em cima veio há pouco conversar comigo. Disse-me que seu filho adorou o meu e perguntou se poderia vir até a casa dele pra brincar. &#8220;É lógico&#8221;, ela disse. Ao que ele respondeu: &#8220;Mas péra aí, mãe. Como é que ele vai fazer pra vir lá do Japão até aqui?&#8221;</p>
<p>Crianças não são o máximo?&#8230;<br />
<center><strong><em>Tirinha do dia:</em></strong><br /><img src="/img/hq/deus/deus_13.jpg" alt="Deus!" align="middle" border="0" width="450" /></center></p>
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		<title>Dia dos Pais</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2005 18:57:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criança dá trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Pós Dia dos Pais Bem, e lá se foi o Dia dos Pais! É sério: a movimentação de sacos de carvão por quilômetro quadrado nunca foi tão grande! Inclusive em casa&#8230; É o típico dia a ser passado em família. Aliás, acho que não tem como descrever a alegria das crianças em DAR presentes &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small>Pós Dia dos Pais</small></p>
<p>Bem, e lá se foi o Dia dos Pais! É sério: a movimentação de sacos de carvão por quilômetro quadrado nunca foi tão grande! Inclusive em casa&#8230; É o típico dia a ser passado em família. Aliás, acho que não tem como descrever a alegria das crianças em DAR presentes &#8211; creio que é até mesmo maior que a de receber presentes&#8230;</p>
<p>De minha parte, fiquei totalmente intoxicado pela data. Literalmente. Como &#8220;recordar é viver&#8221;, vejam a imagem escaneada que localizei nas catacumbas de meu computador:<br />
<center><img src="/img/desenhos/firstday.jpg" alt="Primeiro Dia dos Pais" align="middle" border="0" width="450" /></center><br />
<center><strong><em>Tirinha do dia:</em></strong><br /><img src="/img/hq/deus/deus_10.jpg" alt="Deus!" align="middle" border="0" width="450" /></center></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os Incríveis</title>
		<link>http://www.legal.adv.br/20041217/os-incriveis/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Dec 2004 08:02:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criança dá trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Sessão Pipoca]]></category>

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		<description><![CDATA[(sexta &#8211; correria, correria, correria!) Só pra não passar em branco. Assista. Ainda que eu seja suspeito, pois ADORO esse tipo de filme, recomendo veementemente. Pode até ser sozinho. Ou com a patroa. Mas com as crianças sempre é mais divertido&#8230; Você fica sem saber se assiste o filme ou as crianças!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small>(sexta &#8211; correria, correria, correria!)<br />
</small></p>
<p style="text-align: center"><img src="/img/desenhos/incriveis.jpg" alt="Os Incríveis" border="0" width="450" /></p>
<p>Só pra não passar em branco. Assista. Ainda que eu seja suspeito, pois ADORO esse tipo de filme, recomendo veementemente. Pode até ser sozinho. Ou com a patroa. Mas com as crianças sempre é mais divertido&#8230; Você fica sem saber se assiste o filme ou as crianças!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>And the Oscar goes to&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2004 23:30:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criança dá trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Vai para meu filho, Erik, pela &#8220;melhor performance espontânea&#8221;. Ontem, final da tarde, do alto de seus dois anos e meio, ele nos convocou direto do banheiro. É que ele estava fazendo &#8220;totô&#8221; (criança nunca defeca, faz &#8220;totô&#8221;) e, após terminado o serviço ele nos chamou&#8230; Ele simplesmente continuou sentadinho, inclinou-se beeeem pra frente, abaixou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vai para meu filho, Erik, pela &#8220;melhor performance espontânea&#8221;. Ontem, final da tarde, do alto de seus dois anos e meio, ele nos convocou direto do banheiro. É que ele estava fazendo &#8220;totô&#8221; (criança nunca defeca, faz &#8220;totô&#8221;) e, após terminado o serviço ele nos chamou&#8230;</p>
<p>Ele simplesmente continuou sentadinho, inclinou-se beeeem pra frente, abaixou a tampa do vaso sobre as costas e disse: <em>&#8220;Paiê, Mãiê: Tartaiuga!&#8230;&#8221;</em></p>
]]></content:encoded>
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