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	<title>Legal &#187; Comics</title>
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	<description>Filosofices de um velho causídico</description>
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		<title>Questão de Consciência</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 08:25:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comics]]></category>

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		<description><![CDATA[Volta às aulas!!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Volta às aulas!!!!</em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="/img/hq/mariclau/psi20.jpg" target="_blank"><img style="vertical-align: middle;" src="/img/hq/mariclau/psi20.jpg" alt="" width="450" /></a></p>
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		<title>Questão de Consciência</title>
		<link>http://www.legal.adv.br/20120202/questao-de-consciencia-17/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 16:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comics]]></category>

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		<description><![CDATA[Heh&#8230; Aos yogueiros de plantão: acho que eu já disse por aqui o quanto curto essa consciência &#8220;do bem&#8221;&#8230; Já pensaram uma dessas em suas vidas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Heh&#8230;</p>
<p>Aos yogueiros de plantão: acho que eu já disse por aqui o quanto curto essa consciência &#8220;do bem&#8221;&#8230; Já pensaram uma dessas em suas vidas?</p>
<p> <img src='http://www.legal.adv.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="/img/hq/mariclau/psi19.gif" target="_blank"><img style="vertical-align: middle;" src="/img/hq/mariclau/psi19.gif" alt="" width="400" /></a></p>
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		<title>Besouro Verde</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 22:23:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comics]]></category>
		<category><![CDATA[Sessão Pipoca]]></category>

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		<description><![CDATA[Ou melhor, vamos pelo original: Green Hornet. Como fã (quase) incondicional de quadrinhos, eu até queria ter assistido no cinema, quando passou. Mas, como não deu &#8211; e como meu joelho, coluna e cabeça resolveram se mancomunar e doer conjuntamente, não proporcionando opções lá muito diferentes &#8211; o programa familiar de hoje foi assistir em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ou melhor, vamos pelo original: <strong><em>Green Hornet</em></strong>.</p>
<p>Como fã (quase) incondicional de quadrinhos, eu até queria ter assistido no cinema, quando passou. Mas, como não deu &#8211; e como meu joelho, coluna e cabeça resolveram se mancomunar e doer conjuntamente, não proporcionando opções lá muito diferentes &#8211; o programa familiar de hoje foi assistir em casa mesmo, via DVD.</p>
<p align="center"><img style="vertical-align: middle;" src="/img/shots/green_hornet_2011.jpg"></p>
<p>Inquestionavelmente.</p>
<p><strong>Uma grande bobagem!!!</strong></p>
<p>Sei que existem opiniões diversas. Aliás, creio que na maioria <em>diversa pra baixo</em>. Mas este é um blog de família, então vamos com calma. Defini-lo como uma &#8220;grande bobagem&#8221; já está de bom tamanho&#8230;</p>
<p>Eu até diria que <em>Bruce Lee</em> e <em>Van Williams</em> devem ter se revirado no túmulo quando lançaram esse histriônico filme. Mas como Williams parece ainda estar vivo, então deixa pra lá.</p>
<p align="center"><img style="vertical-align: middle;" src="/img/shots/green_hornet_60s.jpg"></p>
<p>Mas, como sempre caríssimos leitores (vocês ainda estão aí, não estão?), vamos a um pouquinho de história sobre esse personagem.</p>
<p>O Besouro Verde surgiu em 1936 como um programa de rádio (sim, aquele antigo titã que deu origem à deusa atual). Era uma época em que a família se reunia na sala à noite, sintonizava a emissora <em>WXYZ</em> (juro que o nome era esse mesmo!) e <u>ouviam</u> as aventuras do intrépido herói na voz do ator <em>Al Hodges</em>.</p>
<p>Logo em seguida, na década de 40, desta vez interpretado por <em>Warren Hull</em>, o personagem também foi protagonista de duas sequências feitas especialmente para o cinema, pela Universal Pictures, com os originalíssimos títulos &#8220;The Green Hornet&#8221; (1940) e &#8220;The Green Hornet Strikes Again!&#8221; (1941).</p>
<p>Já nas décadas de 40 e 50 o herói estreou sua própria revista em quadrinhos, publicada regularmente nesse período.</p>
<p>E, finalmente, em 1966, foi lançado no formato de série de TV, através do mesmo produtor da série do Batman (SOC!, TUM!, POW!, etc), com <em>Van Williams</em> no papel de Besouro Verde e <em>Bruce Lee</em> como o fiel ajudante Kato. Sendo o mesmo produtor era inevitável que esses heróis acabassem se encontrando em algum momento, cada qual aparecendo na série do outro: Batman <em>versus</em> Besouro e Robin <em>versus</em> Kato &#8211; o que pode ser facilmente encontrado lá no Youtube. Entretanto, apesar das estrelas da série &#8211; a presença de um legítimo lutador de artes marciais e o fantástico Chrisler Imperial Le Baron 1966 adaptado (apelidado de <strong>Black Beauty</strong>) &#8211; a série não teve lá muita audiência e foi cancelada em 1967, ao final da primeira temporada e após apenas 26 episódios.<br />
<center><img src="http://www.legal.adv.br/wp-content/plugins/flash-video-player/default_video_player.gif" /></center><br />
Um ponto que sempre (me) chamou a atenção é a música do seriado. Eu tinha certeza de já tê-la ouvido em algum lugar, mas no piano. E como na Internet a gente acha, literalmente, DE TUDO, eis a explicação: a música original, cujo nome era <em>Flight of the Bumblebee</em> foi composta por <em>Nikolai Rimsky-Korsakov</em>. Ei-la:</p>
<p>Essa música original foi rearranjada especialmente para o seriado num estilo jazz por Billy May, Lionel Newman e Al Hirt. Abusando no trompete, aqui está a versão completa:</p>
<p>Com tudo isso não foi muito difícil achar ainda uma outra versão &#8211; desta vez, também no estilo jazz, mas toda no piano (particularmente a minha preferida). Mal consigo imaginar os dedos do pianista bailando alucinadamente de um lado para outro nas teclas&#8230; Aumente o som dê um <em>play</em>, pois vale a pena!</p>
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		<title>Tempos modernos&#8230;</title>
		<link>http://www.legal.adv.br/20120107/tempos-modernos/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Jan 2012 13:07:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comics]]></category>

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		<description><![CDATA[Para bom entendedor&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para bom entendedor&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="/img/charges/suporte_353.jpg" target="_blank"><img style="vertical-align: middle;" src="/img/charges/suporte_353.jpg" alt="" width="450" /></a></p>
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		<title>Quadrinhos digitalizados</title>
		<link>http://www.legal.adv.br/20080916/quadrinhos-digitalizados/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 12:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comics]]></category>
		<category><![CDATA[Jus libertatis]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois bem, eis uma boa dica para quem &#8211; como eu &#8211; seja um fissurado em quadrinhos. A comunidade de HQs tem criado softwares específicos para leitura de quadrinhos digitalizados (HQs). Sabendo onde fuçar (e sendo curioso o suficiente) dá pra encontrar praticamente de tudo na Rede &#8211; tanto a título de revistas quanto a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois bem, eis uma boa dica para quem &#8211; como eu &#8211; seja um fissurado em quadrinhos.</p>
<p>A comunidade de HQs tem criado softwares específicos para leitura de quadrinhos digitalizados (HQs). Sabendo onde fuçar (e sendo curioso o suficiente) dá pra encontrar praticamente de tudo na Rede &#8211; tanto a título de revistas quanto a título de programas. E esses programas são uma espécie de &#8220;leitores sequenciais de imagens&#8221; (<em>Sequential Image Readers</em>).</p>
<p>Alguém poderia perguntar: &#8220;e por que não utilizar os leitores de arquivos PDF?&#8221; Bem, creio que talvez seja uma questão mais organizacional que qualquer outra coisa. Isso porque os arquivos PDFs são, digamos, estáticos. Em um arquivo isolado já estariam todas as informações (ou imagens) que serão lidas. Já os arquivos de HQs digitalizadas são, na realidade, arquivos compactados com uma sequência de imagens referentes a cada página de uma HQ. Ou seja, muito mais fácil de editar, incluir ou excluir informações.</p>
<p>Esses arquivos costumam possuir as extensões .CBR ou .CBZ &#8211; e essas letras &#8220;CB&#8221; referem-se a <em>Comic Book</em>. E o &#8220;R&#8221; ou o &#8220;Z&#8221;? Referem-se à forma de compactação utilizada, sendo .RAR no primeiro caso e .ZIP para o segundo.</p>
<p>Contudo, independentemente do tipo de extensão utilizada, esses programas leitores de quadrinhos &#8220;entendem&#8221; que se trata de um arquivo compactado com imagens de quadrinhos e já o lê direto. Sem precisar descompactar, nem nada. Simples assim.</p>
<p>E mais: possuem recursos interessantes de tela cheia, duas páginas, avançar, retroceder, ampliar, reduzir, enfim, tudo que é necessário para poder curtir sua HQ virtual da melhor forma possível.</p>
<p>Bem, uma vez explicado do que se trata e como funciona, a próxima pergunta seria qual programa utilizar, certo?</p>
<p>Pois bem, testei diversos e cheguei a alguns programas específicos que funcionam perfeitamente.</p>
<p>No caso do Linux basta utilizar o Gerenciador de Pacotes Synaptic e localizar o pacote com o programa a ser instalado. No <span style="text-decoration: underline;">Ubuntu 8.04</span> recomendo utilizar o <strong>Qcomicbook</strong>, que vai ser instalado e disponibilizar um link lá em Aplicações &gt; Gráficos. Já no <span style="text-decoration: underline;">Xandros</span>, que vem com o <span style="text-decoration: underline;">EEE PC</span>, é melhor optar pelo <strong>Comix</strong>, também leve e eficiente.</p>
<p>Já no caso do Windows (do XP pra &#8220;cima&#8221;) a opção que funciona melhor é o <strong>Quivi</strong>. Não lembro mais qual é o link, basta dar uma fuçada por aí&#8230;</p>
<p>O mais interessante é que, dentro do bom e velho espírito do <span style="text-decoration: underline;">compartilhamento</span>, tem bastante gente por aí que baixa HQs de outros países &#8211; muitas vezes &#8220;de$continuadas&#8221; pelas editoras brasileiras &#8211; e <em>photoshopeia</em> elas, traduzindo até os mínimos detalhes do gibi.</p>
<p>Para quem quiser, um bom local para começar suas buscas (com links para diversos outros sites e blogs) é o <a href="http://hqvertigem.blogspot.com/" target="_blank">Vertigem</a> &#8211; qualquer semelhança com o selo <em>Vertigo</em> <strong>não</strong> deve ser mera coincidência&#8230;</p>
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		<title>Criatividade</title>
		<link>http://www.legal.adv.br/20060824/criatividade/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Aug 2006 18:31:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comics]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheci e aprendi a gostar do personagem Calvin graças ao amigo Fábio, advogado e fã incondicional desse maroto. Através de outro amigo, o Bicarato, recentemente resgatei esse gosto. Essa tira abaixo é simplesmente o máximo: traduz de forma excepcional não só os anseios de escritores com seus textos, como os de advogados ante o prazo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conheci e aprendi a gostar do personagem Calvin graças ao amigo Fábio, advogado e fã incondicional desse maroto. Através de outro amigo, o Bicarato, recentemente  resgatei esse gosto. Essa tira abaixo é simplesmente o máximo: traduz de forma excepcional não só os anseios de escritores com seus textos, como os de advogados ante o prazo final que se aproxima.<br />
<center><img src="/img/hq/calvin_panic.jpg" align="middle" /></center></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mundo bão&#8230;</title>
		<link>http://www.legal.adv.br/20060303/mundo-bao/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Mar 2006 17:37:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comics]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;qui nescit dissimulare, nescit regnare&#8221; Eu SEMPRE adorei esse personagem&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small>&#8220;qui nescit dissimulare, nescit regnare&#8221;</small></p>
<p>Eu SEMPRE adorei esse personagem&#8230;</p>
<p><center><img src="/img/charges/fradim30.gif" alt="GRANDE Henfil..." align="middle" border="0" /></center></p>
]]></content:encoded>
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		<title>As origens do Super-Homem</title>
		<link>http://www.legal.adv.br/20060215/as-origens-do-super-homem/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2006 03:02:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comics]]></category>

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		<description><![CDATA[Não se dorme mais nesta casa? Podem me chamar de ingênuo. De cafona. De infantil. Sei lá, do que quiserem. Não me incomodo &#8211; sério! Mas eu REALMENTE gosto de histórias em quadrinhos &#8211; as famosas HQs. É paixão antiga, que virou mania, que virou hobbie, que virou coleção. Leio quadrinhos já há muito tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small>Não se dorme mais nesta casa?</small></p>
<p><img src="/img/animated/anislogo.gif" align="left" border="0" /> Podem me chamar de ingênuo. De cafona. De infantil. Sei lá, do que quiserem. Não me incomodo &#8211; sério! Mas eu REALMENTE gosto de histórias em quadrinhos &#8211; as famosas HQs.</p>
<p>É paixão antiga, que virou mania, que virou hobbie, que virou coleção. Leio quadrinhos já há muito tempo (alguém aí se lembra das antigas revistas de super-heróis da Editora Ebal?) &#8211; mas coleção mesmo eu tenho desde 1984. Heh&#8230; Tenho amigas que NASCERAM nesse ano&#8230;</p>
<p>Mas, apesar do bom humor do Homem-Aranha, do heroísmo e loucura do Lanterna Verde, do ar soturno do Batman, da cafajestice do Arqueiro Verde, apesar de todas as qualidades e defeitos de todos os heróis de quadrinhos, de longe o que mais me agrada é o Super-Homem.</p>
<p>É um personagem com mais de meio século e que ainda tem muito fôlego em suas histórias. Eu sempre costumo dizer que o importante não é a história em si, mas a maneira de se contá-la é que a torna realmente interessante. E diversos argumentistas, roteiristas e artistas vêm recontando a história do Homem de Aço com brilhantismo, sempre explorando novas nuances que jamais foram imaginadas.</p>
<p>O que me cativa é a eterna figura de bom-moço, de escoteiro, de um cara que poderia ter tudo o que quisesse mas que prefere ajudar o próximo. Tá, eu sei que de vez em quando exageram com as ameaças espaciais, invasões intergalácticas e riscos de acabar o mundo. Mas as melhores histórias são exatamente aquelas em que nada disso existe. Aquelas em que se explora o lado humano do personagem, as suas paixões, os seus medos e receios, a sua necessidade de se provar. Até porque &#8211; é bom lembrar &#8211; o herói é a ficção, mas o homem é a realidade. Seu caráter foi formado pela criação numa fazenda do Kansas; foi Clark Kent quem cursou o ginásio, se apaixonou na adolescência, estudou jornalismo e ganha a vida como repórter. Essa é sua verdadeira personalidade. O herói, ou melhor, o super-herói, é que é a ficção, pois somente existe dissociado de seu alter ego.</p>
<p>Por que falar sobre isso? Simples. Eu estou com algumas cópias para avaliação perpétua das três primeiras temporadas de Smallville, assistindo um pouquinho por noite. Não tem como não se identificar com um adolescente que tem lá seus segredos e não sabe como lidar com a paixão recolhida que tem pela linda Lana Lang. Aliás, a atriz é MESMO muito lindinha&#8230;</p>
<p>Para aqueles mais curiosos sobre o assunto, basta dar uma olhada nas entranhas aqui do site, especificamente no link do Ctrl-C, que fala sobre &#8220;As Origens do Super-Homem&#8221;.</p>
<p>Aos que se aventurarem, boa leitura!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mais personagens famosos</title>
		<link>http://www.legal.adv.br/20050927/mais-personagens-famosos/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2005 14:58:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comics]]></category>

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		<description><![CDATA[Memória&#8230; Ah, memória&#8230; Revendo o post do dia 20 percebi que tinha me esquecido de dois! Temos também: Madame Min Cebolinha Tirinha do dia:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small>Memória&#8230; Ah, memória&#8230;</small></p>
<p>Revendo o <a href="/20050920/alguns-personagens-famosos-e-outros-convencidos/" target="_blank">post do dia 20</a> percebi que tinha me esquecido de dois! Temos também:</p>
<blockquote>
<ul>
<li>Madame Min</li>
<li>Cebolinha</li>
</ul>
</blockquote>
<p><center><strong><em>Tirinha do dia:</em></strong><br /><img src="/img/hq/hugo1/tira21.gif" alt="Desventuras de Hugo..." align="middle" border="0" /></center></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Alguns personagens famosos (e outros convencidos)</title>
		<link>http://www.legal.adv.br/20050920/alguns-personagens-famosos-e-outros-convencidos/</link>
		<comments>http://www.legal.adv.br/20050920/alguns-personagens-famosos-e-outros-convencidos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2005 08:19:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comics]]></category>
		<category><![CDATA[Criança dá trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Glory days! Com um pouco de esforço de pensamento, e um tanto mais de criatividade, cheguei à conclusão que aqui no meu trabalho temos um rol da fama: sósias de pessoas das mais diversas origens pertencentes ao mundo do cinema, televisão, quadrinhos, literatura, etc. Vejam só a galeria: Shrek Dolores Umbridge Woody Allen Noel Rosa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small>Glory days!</small></p>
<p>Com um pouco de esforço de pensamento, e um tanto mais de criatividade, cheguei à conclusão que aqui no meu trabalho temos um rol da fama: sósias de pessoas das mais diversas origens pertencentes ao mundo do cinema, televisão, quadrinhos, literatura, etc. Vejam só a galeria:</p>
<blockquote>
<ul>
<li>Shrek</li>
<li>Dolores Umbridge</li>
<li>Woody Allen</li>
<li>Noel Rosa</li>
<li>Groucho Marx (se bem que lhe falta o bigode)</li>
<li>Senhor Incrível</li>
<li>Capitão Caverna</li>
<li>Comandante de Espaçonave Klingon (Jornada nas Estrelas)</li>
<li>Clark Kent (ao menos quando resolve usar óculos)</li>
<li>Barbie</li>
<li>Tintin (aquele, do desenho belga ou francês)</li>
<li>Meninas Super Poderosas</li>
<li>Guzzula</li>
<li>Katana (das revistas DC Comics)</li>
<li>Lois Lane (já saiu, mas era a do seriado Lois &amp; Clark)</li>
<li>Michael Knight</li>
<li>Castrinho</li>
</ul>
</blockquote>
<p>&nbsp;<br />
Pelo menos são esses os que me lembro de cabeça. Aceito sugestões&#8230;<br />
<center><strong><em>Tirinha do dia:</em></strong><br /><img src="/img/hq/hugo1/tira17.gif" alt="Desventuras de Hugo..." align="middle" border="0" /></center></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Homens e mulheres que fazem a DC Comics</title>
		<link>http://www.legal.adv.br/20021215/homens-e-mulheres-que-fazem-a-dc-comics/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Dec 2002 16:25:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comics]]></category>

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		<description><![CDATA[Karen Berger Antes de trabalhar na DC, Karen Berger nunca foi fã de quadrinhos. Isso não a impediu de ser uma das mais respeitadas editoras do meio. &#8220;Bem, fiz o tipo de quadrinhos que eu gostaria de ler. Felizmente, muitas outras pessoas também gostaram!&#8221; Ela ficou com a edição das revistas da área de horror [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Karen Berger</strong></p>
<p>Antes de trabalhar na DC, Karen Berger nunca foi fã de quadrinhos. Isso não a impediu de ser uma das mais respeitadas editoras do meio. &#8220;Bem, fiz o tipo de quadrinhos que eu gostaria de ler. Felizmente, muitas outras pessoas também gostaram!&#8221; Ela ficou com a edição das revistas da área de horror e fantasia.</p>
<p>Karen foi essencial para transformar o <em>Monstro do Pântano</em> num dos títulos mais premiados, e seus esforços em sofisticar o horror continuam ainda hoje. Mesmo os títulos de heróis que edita não seguem a regra &#8211; <em>Mulher-Maravilha</em> e <em>Homem-Animal</em> são aclamados por não serem comuns. &#8220;Uma coisa que aprendi com os argumentistas talentosos com quem convivi foi trabalhar por uma outra perspectiva situações já muito exploradas&#8221;.</p>
<p>Karen gastou muita energia para se tornar a ligação britânica oficial da DC. &#8220;É incrível a quantidade de talentos que existe lá&#8221;. Ela descobriu que, vindos de uma cultura diferente, os ingleses trabalham HQs de modo diferente. &#8220;Alan (Moore) nos mostrou que quadrinhos de terror não precisam ser violentos e assustadores&#8221;.</p>
<p>Perguntada sobre qual o lançamento mais excitante que está preparando: &#8220;É duro responder. Um editor é como um pai. Tenta amar todas as revistas igualmente. Até estremeço ao pensar no que Grant (Morrison) e Dave (McKean) fizeram com o Asilo Arkham. É de assustar!&#8221;.</p>
<p><strong>Mike Carlin</strong></p>
<p>&#8220;Algumas pessoas dizem que nasci para editar as revistas do super-herói mais famoso do mundo! Bem&#8230; na verdade, só a minha mãe disse isso&#8221;, admite Mike Carlin. Ele foi apresentado aos quadrinhos pela sua mãe, grande fã do Super-Homem. &#8220;Enquanto estive na Marvel, ela nunca foi me visitar. Mas, assim que fui pra DC e comecei a editar o Super-Homem, ela apareceu&#8221;!</p>
<p>O amor de Mike por super-heróis se expressa na grande quantidade de títulos antigos que edita. &#8220;Trabalhar com o Super é legal, mas também é muito bom lidar com os personagens criados pelo Kirby&#8221;.</p>
<p>Mike ajudou a relançar os Novos Deuses em <em>Odisséia Cósmica</em> e no título mensal <em>Novos Deuses</em>. Sua linha de publicações inclui <em>Doc Savage</em> e <em>Rapina &amp; Columba</em>. &#8220;R&amp;C decolou mesmo! Isso é gratificante, já que a dupla vinha sendo pouco publicada&#8221;. Ele também gosta de trabalhar com personagens menos tradicionais, como <em>Sombra</em>, <em>Justice Inc.</em> e <em>Adam Strange</em>.</p>
<p>De tudo o que fez desde que entrou na editora, Carlin se orgulha mesmo é de manter fortes os vários títulos do Super-Homem. &#8220;Trabalhar com gente como o Ordster (Jerry Ordway), Sterno (Roger Stern) e Gammilmeister (Kerry Gammil) tem sido um sonho&#8221;. Mike impôs uma aproximação consistente e variada do herói, criando uma superequipe para tanto. A mais recente aquisição é George Pérez. &#8220;Aí está um cara que conhece o Super! Ele se encaixa como uma luva na equipe&#8221;.</p>
<p>Quando elogiado por sua superfaçanha, Carlin responde: &#8220;Manter os supertítulos na linha não é nada&#8230; tirar um argumento de Andy Helfer&#8230; isso é um problema!&#8221;.</p>
<p><strong>Mike Gold</strong></p>
<p>Um dos trabalhos mais gratificantes que Mike Gold faz é por trás dos cenários. A maioria deles são esforços como diretor de desenvolvimento da DC. &#8220;Basicamente, a equipe de desenvolvimento da DC deve descobrir novas áreas onde a editora possa atuar. Tentamos expandir o material que fazemos, e isso inclui desenvolver propriedades dinâmicas em outras áreas e meios de comunicação&#8221;.</p>
<p>Como editor, Gold é responsável por alguns dos títulos mais famosos da DC. &#8220;Tenho sorte de estar trabalhando com pessoas muito criativas no mundo dos quadrinhos, de Denny O&#8217;Neil e Denys Cowan no &#8216;Questão&#8217; até Mike Grell, Dan Jurgens e Ed Hannigan em &#8216;Arqueiro Verde&#8217;, fora o projeto <em>Swamp Angel</em>, de Grell&#8221;.</p>
<p>A ressureição do Gavião Negro é outro sucesso de Mike na revitalização dos personagens mais venerados da DC, incluindo o Arqueiro Verde e o Flash. Outra grande obra do editor foi selecionar histórias para as coletâneas &#8220;Melhores Histórias do Batman&#8221; e &#8220;Melhores Histórias do Coringa&#8221;. Entretanto, é a estréia de novas séries que mais agrada a Mike. &#8220;Considero cada lançamento um grande projeto. A criação de um título é a parte mais gostosa do negócio&#8221;. Ele e e seu grupo têm várias propostas interessantes em mente, incluindo adaptações de tiras de jornal e de grandes filmes de cinema.</p>
<p><strong>Andy Helfer</strong></p>
<p>Se comparássemos a edição de quadrinhos a crianças brincando na praia, você não poderia deixar de notar um garoto construindo os castelos de areia mais incríveis que já viu. Andy Helfer atribui seu sucesso como editor ao fato de que permaneceu criança em seu coração. &#8220;Se não é legal, por que fazer?&#8221;. O amor que dedica aos livros, quadrinhos, brinquedos, jogos, filmes, música e tudo o que for colecionável transmite frescor e atualidade às revistas por ele editadas.</p>
<p>O sucesso da revitalização da Liga da Justiça é uma evidência. &#8220;Quando os &#8216;cabeças&#8217; me disseram que eu poderia fazer o que quisesse para a revista vender, pensei: &#8216;Vamos fazer exatamente o contrário do que o pessoal vem fazendo!&#8217;&#8221;. Embora a lógica não pareça muito clara, a teoria de Andy se mostrou correta. &#8220;As outras publicações estavam sérias demais. Então, pensei: &#8216;Por que não fazer revistas engraçadas de novo?&#8217; Aí veio o sucesso. Parecia que todos queriam gostar da liga, mas não havia muito do que gostar nela&#8221;.</p>
<p>Ele trabalhou para montar uma equipe de heróis que hoje aparecem em duas revistas mensais e em diversos <em>cross-overs</em> (interligações de histórias de duas ou mais revistas). &#8220;Vamos encarar os fatos: se houvesse super-heróis no mundo, todos eles se conheceriam. Talvez até se agrupassem. Como os astros de rock, sabe?&#8221;</p>
<p>O atual trabalho de Andy inclui vários livros, nem todos engraçados ou de jogos. Há uma bela edição de luxo (de capa dura), <em>Enemy Ace</em>, de George Pratt, mini-séries de ficção em &#8220;prestige format&#8221;, <em>Twilight</em> (feita por Chaykin e Garcia-López) e a volta de Lanterna Verde, uma revista que ele já fez famosa um dia. &#8220;Ei, não esqueça a &#8216;seríssima&#8217; Caçadora (<em>Huntress</em>) do Joey (Cavalieri) e Joe (Staton)! É até engraçada&#8230; a seu modo!&#8221;</p>
<p><strong>Denny O&#8217;Neil</strong></p>
<p>Denny O&#8217;Neil é um daqueles caras que viraram lenda na indústria dos quadrinhos, &#8220;o que não rejuvenesce nada!&#8221;. Entretanto, é sua maneira jovem de editar as revistas que as deixa modernas e interessantes. &#8220;Não esperava passar minha vida nos quadrinhos, mas, olhando pra trás, valeu a pena. Fiz várias histórias de que me orgulho. Como editor, pude melhorar muitas&#8221;.</p>
<p>Denny começou sua carreira como jornalista e ficou famoso pela produção de boas histórias em quadrinhos no final dos anos 60 e começo dos 70. &#8220;Não queríamos mudar o mundo, mas achávamos que as HQs, como qualquer outro meio, poderiam expressar idéias e valores importantes &#8211; além de divertir&#8221;.</p>
<p>E os leitores se divertiram (na verdade, se deliciaram) quando Denny passou a editar <em>Batman</em> com um realismo impressionante, o que popularizou ainda mais o herói. Essa aproximação do personagem é hoje mais importante do que nunca, e ninguém melhor que Denny para editá-lo. &#8220;O Batman é um herói de quadrinhos mais complexo que os outros. Os aprofundamentos psicológicos me mantiveram por perto. As pessoas estão gostando muito dele assim&#8221;. Denny ainda tem vários planos emocionantes para o Cavaleiro das Trevas, incluindo mini-séries inteiras às revistas mensais, graphic novels e cross-overs. &#8220;Com o filme atraindo tanto interesse para o personagem, sinto uma grande responsabilidade em fazer alguma coisa nova e diferente com ele. É uma pressão positiva. Do tipo que deixa você atento e sua mente ativa&#8221;. Uma ótima atitude para a lenda mais jovem da indústria dos quadrinhos.</p>
<hr />
<center>Texto publicado na revista DC 2000 nr 02</center><br />
<center><a href="/img/ctrl-c/sh_hq.jpg" target="_blank"><img style="vertical-align: middle;" src="/img/ctrl-c/sh_hq.jpg" alt="" width="30" /></a>&nbsp;&nbsp;<small><em>(Publicado originalmente em algum dos sites gratuitos que armazenavam o e-zine CTRL-C)</em></small></center></p>
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		<title>Bem-vindos ao mundo do Xeque-Mate!</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Dec 2002 15:57:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comics]]></category>

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		<description><![CDATA[O conceito de organizações governamentais ultra-secretas que nos protegem do mal reverte às próprias raízes das histórias em quadrinhos. Antes de existirem as revistas em quadrinhos, havia os pulps &#8211; revistas de contos policiais e de terror, editadas em papel de preço muito baixo, que apresentavam todo tipo de combatentes do crime, os encapuzados, os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O conceito de organizações governamentais ultra-secretas que nos protegem do mal reverte às próprias raízes das histórias em quadrinhos. Antes de existirem as revistas em quadrinhos, havia os <em>pulps</em> &#8211; revistas de contos policiais e de terror, editadas em papel de preço muito baixo, que apresentavam todo tipo de combatentes do crime, os encapuzados, os do governo e outros (Sombra e Doc Savage são os que mais se destacaram nesse tipo de publicação). Mas, antes dos <em>pulps</em>, já existiam os chamados <em>penny-dreadfuls</em> (misto de romance e conto nascido na Inglaterra que, depois, levado aos Estados Unidos, acabou dando origem aos <em>pulps</em>). Os <em>penny-dreadfuls</em> eram revistas semanais e quinzenais da virada do século que apresentavam ficções heróicas mais violentas. Uma forma de entretenimento carregada de ação, com aventuras bastante romanceadas de mitos da história, como Buffalo Bill Cody, Jesse James e até Teddy Roosevelt, ou de personagens totalmente fictícios como Nick Carter. As revistas em quadrinhos, portanto, evoluíram indiretamente dos <em>penny-dreadfuls</em> (um aparte: o título de uma das revistas mais populares da DC nos anos 60 e 70, <strong>The Brave and The Bold</strong>, originalmente era usado como nome de um <em>penny-dreadful</em>.</p>
<p>Esses três tipos de publicação apresentavam como tema aventuras heróicas. Parece que nós queremos ter certeza de que alguém lá fora está nos protegendo. E muita gente acredita que o governo deveria se esforçar para fornecer essa proteção. Pense nisso: James Bond, o agente secreto X-9, Nick Carter, Napoleão Solo&#8230; nossa cultura popular está abarrotada de agentes do governo que são superpoliciais.</p>
<p>Mais recentemente, tivemos muitas histórias mostrando como o governo lida com tais elementos. Você já leu sobre isso em aventuras do Capitão Átomo, Esquadrão Suicida, <em>Lendas</em> e muitos outros títulos (o exemplo mais famoso é a influência do governo sobre Super-Homem em <em>O Cavaleiro das Trevas</em>).</p>
<p>Assim como o Esquadrão Suicida representa os esforços do governo em recrutar criminosos para realizar o serviço que lhe cabe (isto é, proteger a sociedade), <strong>Xeque-Mate</strong> representa os esforços do governo em recrutar heróis. Para os membros do Xeque-Mate, as missões são só um serviço (mas um serviço que precisa ser feito), onde cada agente realiza suas aspirações pessoais a fim de transformar o mundo num lugar melhor.</p>
<p>Vai ser um trabalho bem duro para essas pessoas, mas para nós, leitores, será, no mínimo, emocionante. Você encontrará muitas referências ao Vigilante (Adrian Chase), o ex-juiz que trabalhava para a agência de <strong>Harry Stein</strong> antes de sucumbir às pressões de sua própria vida.</p>
<p>O policial reformado da cidade de Nova Iorque, Harry Stein, dirigia uma agência federal sem nome, encarregada de neutralizar terroristas internacionais que se infiltrassem no território nacional. Atuava como seu braço direito, Harvey Bullock, um veterano do departamento de polícia de Gotham City. A organização já empregou muitas pessoas, incluindo dois agentes uniformizados de estabilidade emocional questionável: o já mencionado Vigilante e Christopher Smith, mais conhecido como Pacificador. Dizer que eles tinham uma &#8220;estabilidade emocional questionável&#8221; é eufemismo: o Pacificador é um louco comprovado, e o Vigilante entrou em profunda depressão e acabou se suicidando.</p>
<p>Como você pôde ver na história <em>Jogada de Abertura</em> (no Brasil publicada em DC 2000 nr 01), a agência conseguiu uma chance de entrar nos eixos. Agora, há uma nova superestrutura. A popular Amanda Waller, do famoso Esquadrão Suicida, um dos braços da Força-Tarefa X (o outro é o Xeque-Mate), está nos bastidores, de olho em tudo. Há uma equipe de agentes de campo totalmente diferente e até uma perspectiva mais urbana: a agência não ficará limitada à luta contra o terrorismo internacional.</p>
<p>Há, entretanto, uma peça atrapalhando o jogo. A personagem Espinho Negro não trabalha com Stein, porém, ela tem uma forte vinculação com a equipe: é compelida a prosseguir com a missão de Adrian Chase, ou seja, caçar criminosos. Nós sabemos muito pouco a respeito da Espinho Negro, mas, em edições posteriores, conheceremos mais fatos que explicam por que Stein e Bullock se preocupam tanto com ela.</p>
<p><strong>A Equipe de Criação do Xeque-Mate</strong></p>
<p>O argumentista <strong>Paul Kupperberg</strong> nasceu no dia 14 de junho de 1955, no Brooklin, Nova Iorque. Como a maioria dos jovens, Paul era um voraz leitor de quadrinhos. Quando conheceu Paul Levitz no Ginásio Meyer Levin, os dois se tornaram muito amigos, e essa amizado os lançou no caminho da fama. Os dois Pauls começaram editando e publicando fanzines, logo assumindo as rédeas da já consagrada revista mensal <em>The Comics Reader</em>. Por ser a mais importante e mais lida publicação dos bastidores de quadrinhos, ela levou o nome dos dois jovens ao conhecimento das grandes editoras americanas.</p>
<p>Paul Kupperberg deixou de ser fã para se tornar profissional da área quando vendeu sua primeira história à <em>Charlton Comics</em> em 1975 (publicado em <em>Scary Tales</em> nr 3, com arte de Mike Zech). Meia dúzia de histórias depois, ele recebeu um convite do editor da DC, Denny O&#8217;Neil, para escrever uma história para a série <em>O Mundo de Krypton</em>, na revista <em>Superman Family</em> (desenhada por Marshall Rogers). Ele passou a fazer roteiros para <em>Asa Noturna</em> (não confundir com o atual Asa Noturna, ex-Robin) e <em>Pássaro Flamejante</em> (que também não tem nada a ver com a Pássaro Flamejante das aventuras do Nuclear) e escreveu também várias histórias de mistério e guerra. A partir daí, Kupperberg fez uma tonelada de outros trabalhos. Seu primeiro título regular foi Aquaman, depois tornou-se o escritor de <em>Showcase</em> (a série da Patrulha do Destino e da Poderosa, bem como o famoso crossover gigante da <em>Showcas</em> nr. 100) e ganhou do editor Julius Schwartz toda a família de personagens do Super-Homem: Super-Homem, Superboy, Supermoça, a tirinha de jornal do Super-Homem e a mini-série do mundo de Krypton.</p>
<p>Mais tarde, Paul roteirizou a Tropa dos Lanternas Verdes (na revista Lanterna Verde), Vigilante e a mini-série do Pacificador. Fez também alguns trabalhos para a Marvel Comics, incluindo o Capitão América, a revista <em>Crazy</em> (uma concorrente da <em>Mad</em>) e dois romances do Homem-Aranha. Além de Xeque-Mate, escreveu a Patrulha do Destino, a mini-série da Poderosa e as histórias do Vingador Fantasma na revista <em>Action Comics</em>.</p>
<p>O desenhista <strong>Steve Erwin</strong> nasceu em 16 de janeiro de 1960, em Oklahoma. Ele foi praticamente autodidata, embora tenha estudado arte comercial na Escola Técnica Estadual do Oklahoma. Depois de se formar, entrou para o ramo da arte comercial, tendo vários trabalhos publicados. Estreou nos quadrinhos em 1985, na revista <em>Grimjack</em>, da <em>First Comics</em>. Ainda na mesma editora, ele usou seu talento para a <em>graphic novel</em> parcialmente gerada por computador chamada <em>Shatter</em>. Steve passou para <em>Epsilon Wave</em> antes de vir para a DC desenhar o Vigilante.</p>
<p>O arte-finalista <strong>Al Vey</strong> nasceu em 22 de abril de 1955, em Milwaukee, Wisconsin. Como Steve, Al é um autodidata, e os dois são realmente novos no ramo. Al Vey começou fazendo alguns trabalhos para fanzines e acabou conseguindo um emprego de assistente num estúdio de Milwaukee, o mesmo onde atuavam Jerry Ordway, Mike Machlan e Pat Broderick. Ele colaborava virtualmente em todos os trabalhos desses desenhistas.</p>
<p>Com mais experiência, Al passou a arte-finalizar as revistas DC, <em>Os Renegados</em>, <em>Centurions</em>, <em>Corporação Infinito</em>, <em>Gladiador Dourado</em>, <em>Teen Titans Spotlight</em> (edição que traz aventuras solo dos Novos Titãs), <em>Super-Homem IV</em> (o filme) e a <em>Legião dos Super-Heróis</em>. Também arte-finalizou <em>Nexus</em>, <em>Psychoblast</em> e outros títulos para diversas editoras. <em>Xeque-Mate</em> é a primeira série de histórias em que Al trabalhou regularmente.</p>
<hr />
<p><center><strong>Mike Gold</strong><br />
Texto publicado na revista DC 2000 nr 01</center><br />
<center><a href="/img/ctrl-c/sh_hq.jpg" target="_blank"><img style="vertical-align: middle;" src="/img/ctrl-c/sh_hq.jpg" alt="" width="30" /></a>&nbsp;&nbsp;<small><em>(Publicado originalmente em algum dos sites gratuitos que armazenavam o e-zine CTRL-C)</em></small></center></p>
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		<title>Lanterna Verde</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Nov 2002 15:07:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adauto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;No dia mais claro, na noite mais densa, o mal sucumbirá ante nossa presença!&#8221; A história do Lanterna Verde também tem início na década de 1940, assim como todos os super heróis. Assim sendo, foi criado um personagem de muito sucesso: o Lanterna Verde. A fórmula era simples : Uma pessoa usava um anel verde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>&#8220;No dia mais claro, na noite mais densa, o mal sucumbirá ante nossa presença!&#8221;</em></strong></p>
<p><img class="alignleft" src="/img/ctrl-c/lv-alan.gif" alt="Alan Scott" width="100" hspace="15" />A história do Lanterna Verde também tem início na década de 1940, assim como todos os super heróis. Assim sendo, foi criado um personagem de muito sucesso: o <em>Lanterna Verde</em>. A fórmula era simples : Uma pessoa usava um anel verde que a cada 24 horas deveria ser carregado numa bateria elétrica que ele carregava consigo. Porém o primeiro Lanterna Verde era totalmente diferente do que conhecemos hoje. Seu nome era <em>Alan Scott</em>, era loiro, usava uma camisa vermelha, uma calça verde e uma capa amarela e preta. O sucesso das aventuras de Alan Scott (à esquerda) duraram até a década de 1950, quando em meio de uma crise no gênero de vendas de quadrinhos obrigou a DC Comics a cancelar a revista.</p>
<p><img class="alignright" src="/img/ctrl-c/lv-hal.jpg" alt="Hal Jordan" width="200" hspace="15" />A volta do Lanterna Verde teve início no fim da década de 1950, quando vários heróis foram reformulados. Agora, existia um outro Lanterna. Seu nome: <em>Harold Jordan</em>, piloto de testes de uma companhia aeronáutica. A origem de <em>Hal Jordan</em> aconteceu quando ele ouviu um estrondo de um avião caído perto da companhia onde trabalhava. Ele foi correndo até lá e encontrou <em>Abin Sur</em>, um Lanterna Verde que protegia a Terra, desconhecido até então. Abin Sur, muito ferido, entregou a Jordan o seu anel e a bateria para recarregá-lo. Assim que Hal Jordan virou Lanterna Verde, Abin Sur tombou. Seu corpo foi sepultado no memorial dos Lanternas Verdes em OA (um planeta existente, sede da <em>Tropa dos Lanternas Verdes</em>, governado pelos <em>Guardiões do Universo</em>). Neste planeta, haviam muitos Lanternas alienígenas de vários planetas, todos com uma só missão: <em>Proteger o Universo (ou Multiverso) das forças do mal</em>.</p>
<p>Porém, um Lanterna Verde se rebelou e virou ditador de seu planeta natal. Seu nome: <em>Sinestro</em>. Ele foi alijado de seu anel, e mandado para <em>Quard</em> (um planeta onde regem as forças do mal). Lá ele virou o Governador do planeta e ganhou um <em>anel amarelo</em> com os mesmos poderes do anel verde (detalhe: a cor amarela é o único ponto fraco das forças do anel verde). E com esse anel, Sinestro aterrorizou e jurou destruir a Tropa dos Lanternas Verdes.</p>
<p><img class="alignleft" src="/img/ctrl-c/lv-john.gif" alt="John Stewart" width="120" hspace="15" />Voltando a nossa história, <em>Hal Jordan</em> sempre foi um Lanterna exemplar, cumpridor do seu dever, ao mesmo tempo em que conciliava as atividades da Tropa e da <em>Liga da Justiça</em>. Porém, ele resolveu abandonar o grupo em nome de um grande amor (que depois acabaria perdendo para o mal), bem perto do início da <em>&#8220;Crise nas Infinitas Terras&#8221;</em>. O seu sucessor passou a ser <em>John Stewart</em>, arquiteto, escolhido pelos guardiões e que ganhou a batata quente de assumir a responsabilidade de ajudar a contornar a Crise. Stewart cumpriu bem o seu papel durante a Crise e mesmo depois do fim dela, continuou a usar o anel por muito tempo ajudando na Tropa. Jordan voltaria a usar o anel após a Crise, depois que um Lanterna Verde alienígena morreu, ficando com o seu anel. Nesta Crise, os guardiões resolvem também escalar <em>Guy Gardner</em>. Sua história teve muito a ver com o início de carreira de Hal Jordan.</p>
<p><img class="alignleft" src="/img/ctrl-c/lv-guy.gif" alt="Guy Gardner" width="150" hspace="15" />Guy Gardner era um professor de Educação Física. Quando Abin Sur estava prestes a morrer, este viu dois candidatos ao seu anel: Guy Gardner e Hal Jordan. Abin Sur escolheu Jordan porque estava mais perto dele. Assim sendo, Gardner continuava a sua vida normalmente até que foi ferido ao salvar uma criança que corria perigo. Gardner foi salvo por Jordan e mais tarde convidado a participar da Tropa. Gardner aceitou e recebeu o anel das mãos de Jordan. Mas Jordan advertiu-o para ir até OA e consertar o anel que recebeu porque segundo ele estava com problemas na hora de carregar. Gardner esqueceu este detalhe no primeiro dia em que teve que carregá-lo. Quando viu, o problema não era no anel, mas na bateria que explodiu e levou ele ao estado de coma.</p>
<p>Guy Gardner ficou assim até o dia em que os guardiões tiraram ele do coma e lhe deram o anel. Mas sua mente foi afetada. Antes, gentil e humilde, virou arrogante e convencido. Eram hilárias as discussões de Gardner com Jordan e Stewart. Mesmo assim, Gardner conciliava suas atividades da Liga da Justiça e da Tropa dos Lanternas Verdes. Até que chegou ao ponto em que Jordan ocupou o lugar de Gardner na Terra. Com isso, houve uma briga entre os dois. Quem perdesse na porrada, perderia o anel. E Gardner perdeu. Ele teve que entregar o seu anel para Jordan.</p>
<p>Guy Gardner ficou pouco tempo sem poderes. Ao lembrar que <em>Sinestro</em> foi morto pelos Lanternas, ele foi atrás do anel amarelo de Sinestro e depois de descer porrada nos guerreiros de Quard, ele roubou o anel do túmulo de Sinestro e passou a usá-lo, salvando OA de uma invasão de Quard. Gardner passou a lutar com este anel por muito tempo.</p>
<p><img class="alignleft" src="/img/ctrl-c/lv-parallax.gif" alt="Parallax" width="160" hspace="15" />Mas a partir daí, as coisas começaram a mudar radicalmente. Primeiro, com a destruição de <em>Coast City</em>, cidade natal de Harold Jordan, vários amigos de infância dele acabaram morrendo. Jordan, então, pede para os Guardiões conferirem a ele mais poderes para desfazer a tragédia e ressuscitar os habitantes. Pedido negado porque um Lanterna jamais pode usar o anel para benefício próprio ou recriar a vida.</p>
<p>Jordan perde a razão e completamente insano, mata numa só tacada <em>TODOS</em> os Lanternas Verdes (cada Lanterna morto tinha seu anel arrancado por ele) e também todos os Guardiões. Também destruiu o anel amarelo de Gardner, arrancou o pescoço do corpo de Sinestro e para deixar o serviço &#8220;perfeito&#8221;, destruiu a bateria central de OA, absorvendo seu poder e se tornando <em>Parallax</em>, um super vilão. Esta se tornou uma das maiores atrocidades cometidas com um super herói depois da morte de Flash II.</p>
<p><img class="alignright" src="/img/ctrl-c/lv-kyle.gif" alt="Kyle Rainner" width="130" hspace="15" />Neste mesmo momento, <em>Kyle Rainner</em>, um desenhista de quadrinhos, recebeu o anel de John Stewart e passou a se tornar o <em>quinto Lanterna Verde</em> da cronologia. Jordan e Rainner se enfrentaram, onde Jordan queria os poderes dele de qualquer jeito. Rainner venceu Parallax e a partir daí passou a fazer parte da Liga da Justiça.</p>
<p>Hoje, o que fazem os Lanternas predecessores de Kyle Rainner:</p>
<p><strong><em>Alan Scott (o precursor)</em></strong> &#8211; é aposentado, e tem dois filhos: <em>Jade</em> (uma heroína de pele verde) e <em>Manto Negro</em>, ambos da <em>Corporação Infinito</em> (equipe composta pelos filhos da <em>Sociedade da Justiça</em>). Participou da série <em>&#8220;O Reino do Amanhã&#8221;</em>, onde se tornou Presidente de <em>New OA</em>, um planeta com tecnologia de ponta dos Guardiões.</p>
<p><strong><em>Harold Jordan (o eterno)</em></strong> &#8211; completamente insano, assumiu uma nova identidade, com o nome de Parallax. Mas o que fica na memória de todos os fãs é o Lanterna Verde que ele sempre foi e não o Parallax.</p>
<p><strong><em>John Stewart (o substituto)</em></strong> &#8211; foi comandante dos <em>Darkstars</em> depois que perdeu a esposa, morta por <em>Safira Estrela</em> (ex-namorada de Jordan) e licenciou-se da Tropa. Hoje voltou a trabalhar como arquiteto e se tornou conselheiro de Kyle Rainner.</p>
<p><strong><em>Guy Gardner (o anti-herói)</em></strong> &#8211; Depois que perdeu o anel de Sinestro, ganhou novos super poderes, virou dono de restaurante temático sobre Lanternas Verdes e hoje atua como <em>Warrior</em>, entrando em casos de emergência.</p>
<hr />
<p><center><strong>Vanderson Castilho Munhoz</strong></center><br />
<center><a href="/img/ctrl-c/sh_hq.jpg" target="_blank"><img style="vertical-align: middle;" src="/img/ctrl-c/sh_hq.jpg" alt="" width="30" /></a>&nbsp;&nbsp;<small><em>(Publicado originalmente em algum dos sites gratuitos que armazenavam o e-zine CTRL-C)</em></small></center></p>
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