Ouvindo o que mesmo?

O negócio é que tá difícil…

Não, não a vida como ela é. Essa sempre foi impossível.

Mas escrever que é bom, nada. Faz tempo – MUITO TEMPO – que eu não escrevo nada por aqui que me faça ter orgulho… “Bloqueio”? “Branco”? “Bestagem”? Ou qualquer outra motivo que seja, com ou sem a letra B, o negócio é que tá difícil.

Tô trabalhando pra caramba, ganhando lá meus caraminguá, tomando minhas cajibrinas, tendo meus proseios por tudo quanto é canto por aí. Às vezes até vem alguma ideia legal, uma dica interessante, um causinho inédito – mas, não demora muito, desanimo.

Sei lá. Falta inspiração. Falta paixão. Falta tezão.

Então, como ultimamente tenho dividido minhas atividades profissionais com a de “Uber Familiar” (ou seja, passo boa parte do dia levando um filhote prum lado, outro pro outro, pai no médico, mãe na médica, Dona Patroa pra onde ela manda, e por aí afora), essas horas – sim, horas – que passo dentro do carro me servem para curtir minhas músicas. E eu costumava ouvir minhas músicas e viajar nos meus devaneios – que acabavam se transformando num ou noutro textinho – às vezes bão, às vezes nem tanto…

Enfim, sendo assim, resolvi dar uma editada na minha playlist de sempre que me acompanha no pendrive do Bilbo (também conhecido como o Sempre-Valente-Ford-Ka) e coloquei uma batelada de músicas totalmente inéditas para muitos de vocês jovenzinhos, mas que fizeram sucesso nas últimas décadas. E todas, todas, do meu gosto. Que não é lá nada muito refinado, mas é meu.

Mas ainda assim ainda continuo aberto a sugestões, ok?

E vamos ver se dando essa repaginada também dou uma refrescada nas ideias…

Aí embaixo está a lista com todas essas músicas escolhidas a dedo. Caso queiram baixar uma ou mais músicas dessa trilha sonora, tá tudo lá no meu Dropbox. Basta acessar o seguinte link:
https://mega.nz/#F!Eow2gQoK!3wasTaSkDQokrea1wSmyvA .

Divirtam-se! 😉

A Light in the black – Rainbow
A View to a Kill – Duran Duran
Aces High – Iron Maiden
All the War – Rival Sons
All you need is love – Beatles
Another Brick in the Wall – Pink Floyd
Aquarius – Hair
Around the World – Red Hot Chili Pepper
Assassin – Muse
Back on the streets – Saxon
Bad To The Bone – George Thorogood
Balls to the Wall – Judas Priest
Bark At The Moon – Ozzy Osbourne
Benzin – Rammstein
Black Betty – Spiderbait
Black Dog – Led Zeppelin
Black Ice – AC/DC
Blaze Of Glory – Bon Jovi
Blowing in the Wind – Bob Dylan
Born In 58 – Bruce Dickinson
Born in the USA – Bruce Springsteen
Born To Be Wild – Steppenwolf
Boys Don’t Cry – The Cure
Breaking all the rules – Peter Frampton
Bringin on the heartbreak – Def Leppard
Close To Me – The Cure
Comfortably Numb – Pink Floyd
Coming home – Stratovarius
Cross of thorns – Black Sabbath
Cum’on feel the noize – Quiet Riot
Desire – U2
Dive! Dive! Dive! – Bruce Dickinson
Don’t stop believer – Journey
Dying for love – Black Sabbath
Eternity – Stratovarius
Favorite Game – The Cardigans
Fire in the sky – Ozzy Osbourne
Flannigan’s Ball – Dropkick Murphys
Forever – Edguy
Freak on a leash – Korn
Friday I’m In Love – The Cure
Gasoline – Kick Harold
Ghost of freedom – Iced Earth
God Save The Queen – Sex Pistols
Golden Daze – Lamont
Hair – Hair
Helter skelter – Motley Crue
Hilf mir – Rammstein
Hit The Road Jack – Ray Charles
I feel good – James Brown
I Love It Loud – Kiss
I love rock and roll – Joan Jett
I Want It All – Queen
If I could fly – Helloween
I’m a believer – The Monkees
I’m Shipping Up To Boston – Dropkick Murphys
Imagine – John Lennon
In The Flesh – Pink Floyd
Into the light – Masterplan
Iron Man – Black Sabbath
It’s My Life – Bon Jovi
Johnny B. Goode – Chuck Berry
Johnny, I Hardly Knew Ya – Dropkick Murphys
Jump – Van Halen
Keep on Swinging – Rival Sons
Knocking on heavens doors – Guns N’Roses
Let It Be – Beatles
Live and let die – Guns N’Roses
Love ain’t no stranger – Whitesnake
Mann gegen Mann – Rammstein
Me and my wine – Def Leppard
Metamorphosis – Metalium
Money For Nothing – Dire Straits
More than a feeling – Boston
My oh my – Slade
Nothing Else Matters – Metallica
On The Road Again – Canned Heat
One of my turns – Pink Floyd
Original sin – Inxs
Over the hills and far away – Nightwish
Owner Of A Lonely Heart – Yes
Paint it black – Rolling Stones
Panama – Van Halen
Pride (In The Name Of Love) – U2
Princess Of The Dawn – Judas Priest
Radio Ga Ga – Queen
Rainbow in the dark – Dio
Raise your hand – Bon Jovi
Rock You Like A Hurricane – Scorpions
Rose Tattoo – Dropkick Murphys
Rosenrot – Rammstein
Rude Awakenings – Dropkick Murphys
Run To The Hills – Iron Maiden
Satisfaction – Rolling Stones
Seven Nation Army – The White Stripes
Shake Your Foundations – AC/DC
She Likes to Hide – Pain of Salvation
Should I Stay Or Go – The Clash
Shout at the devil – Motley Crue
Show me how to live – Audioslave
Sleeping in the fire – Wasp
Slow & Easy – Whitesnake
Smells Like Teen Spirit – Nirvana
Smoke On The Water – Deep Purple
Solitary Ground – Epica
Something to believe in – Poison
Spinning Wheel Blues – Status Quo
Stairway To Heaven – Led Zeppelin
Stiff Upper Lip – AC/DC
Still Loving You – Scorpions
Sunday Bloody Sunday – U2
Sweet child o’mine – Guns N’Roses
Sweet Dreams – Eurythmics
Take hold of the flame – Queensryche
Tell me you don’t know – Pain of Salvation
The Furor – AC/DC
The Jack – AC/DC
The Love Cats – The Cure
The Passenger – Iggy Pop
The price – Twisted Sisters
Thunderstruck – AC/DC
Twist and shout – Beatles
Two Minutes To Midnight – Iron Maiden
Under Pressure – Queen
Walk On The Wild Side – Lou Reed
War Machine – AC/DC
We Are The Champions – Queen
We will rock you – Queen
Welcome to the jungle – Guns N’Roses
When loves come close – Masterplan
When the night comes down – Judas Priest
Who Wants To Live Forever – Queen
Why Can’t I be You – The Cure
Wild Boys – Duran Duran
Wind of change – Scorpions
Wishmaster – Nightwish
You Really Got Me – Kinks
Zombie – Cranberries

É o que foi

Defender Lula não é coisa de petista, nem de “esquerdista”. Defender Lula é atitude de gente sensata, gente que sabe que o que está em jogo não é corrupção, apartamento triplex, sítio, pedalinho, nada disso.

O que está em jogo é o sistema democrático brasileiro. O que está em jogo é a falência do sistema judiciário brasileiro que se tornou partidário e tão ou mais corrupto que o sistema político.

O que está em jogo é a imagem do Brasil perante o mundo porque nem mesmo os que acusam Lula estão convictos de que haja provas de corrupção do ex-presidente.

Vamos ser honestos, o processo é político e tem por objetivo tirar a maior liderança mundial da esquerda das eleições num país que vive um golpe de Estado, um golpe que tirou do poder uma mulher honesta, uma mulher nunca acusada, julgada e condenada por corrupção.

Sejamos honestos, o crime de Lula foi gerar ódio nessa elite que jamais aceitou que um torneiro mecânico, operário, nordestino e sem diploma tenha se tornado respeitado mundialmente, uma espécie de Nelson Mandela brasileiro, só que no combate à fome.

Sejamos honestos, os que defendem a sua prisão são os mais corruptos, comprovadamente corruptos, homens sem amor ao povo brasileiro, homens que por dinheiro venderiam até a alma, quem dirá vender a riqueza nacional como estão a vender.

Defender Lula é hoje um dever de qualquer patriota, qualquer democrata, independente de partidarismo.

Defender Lula é defender o Brasil e o que resta de dignidade nesse país. Lula não roubou, não recebeu dinheiro, não teve conta secreta descoberta na Suíça, nem dólares em paraísos fiscais.

Não caiu em áudio mandando matar, nem teve malas com milhões de reais com suas digitais. Lula elevou a condição de vida de milhões de brasileiros, provou que um homem de origem pobre e humilde pode ser Presidente e mais, pode ser o maior Presidente da história. Por isso a elite brasileira com seu complexo de inferioridade, com seu complexo de vira-latas jamais o perdoará.

O crime de Lula, na verdade, foi comandar um governo voltado para os mais pobres, um governo mais popular e independente, soberano e isso, amigos e amigas, jamais será aceito pela Casa Grande.

Defender Lula é defender a história, é defender a justiça, pois um homem respeitado no mundo todo não merece nos seus 72 anos de idade ser preso, condenado por um crime que não cometeu.

Lula merece o apoio de todo o povo a quem ele tanto dedicou sua vida.

Não é ser petista, é ser justo.

Luiz Gonzaga Beluzzo


Se fosse respeitado o princípio do juiz natural, Moro não seria o juiz.

Se fosse respeitado o corpus probandi (as provas), Lula não seria condenado.

Se fossem respeitados os prazos do TRF4, Lula não teria sido julgado ainda em segunda instância.

Se fossem respeitadas as jurisprudências sobre crime de lavagem de dinheiro, Lula seria inocentado em segundo grau (eis que não há ligação entre os supostos pagamentos e o apartamento – e isso reconhecido pelo próprio Moro).

Se fosse respeitada a entrega do Habeas Corpus, sendo para a Turma e não para o Plenário, ele teria sido concedido em favor do Lula.

Se fosse respeitada a ideia de se colocar as discussões consittucionais antes dos casos concretos, o Habeas Corpus de Lula estaria assegurado.

Se fosse respeitada a independência do judiciário, sem ameaças militares e da Globo, o Habeas Corpus de Lula teria sido concedido.

Fernando Horta

Valorizando seu dinheiro – X

De volta ao Real

Real
(R$1,00 = CR$2.750,00 = US$1.00)

Com o dragão da inflação devidamente sob controle (e que, diferente dos anos anteriores, quando grassavam índices inflacionários usualmente de 4 dígitos, no decorrer dos vinte anos seguintes raramente extrapolariam a 1 dígito) e após quase quinhentos anos de história e de mudanças de moedas, meio que fechando um gigantesco ciclo, voltávamos às origens: tal qual o antigo Real Português da época da colonização, a moeda oficial do Brasil passaria a se chamar Real.

Em 1º de julho de 1994, ainda durante o governo de Itamar Franco, foi instituída como nova moeda brasileira o Real (R$), em conformidade com a Lei nº 8.880, de 27 de maio de 1994 (decorrente da MP nº 482/94), sendo que 1 Real equivalia a 2.750 Cruzeiros Reais (que foi também o último valor atribuído à URV, nessa mesma data), assim como a 1 Dólar Americano, ao qual ficou de início atrelado – ao menos até o começo de 1999, pois, em decorrência dos reflexos das crise financeira asiática de 97, a partir de então o Banco Central do Brasil abandonou esse modelo e passou a deixar o câmbio flutuar livremente.

Com a implantação do Real em 94 foi determinado o recolhimento de todas as cédulas do Cruzeiro Real, bem como quaisquer outras remanescentes dos padrões monetários anteriores, sendo que todas estas perderiam totalmente seu valor a partir de agosto daquele ano.

Ainda que tradicionalmente as cédulas costumassem homenagear personalidades da história nacional, cumpre lembrar que sempre era necessária a negociação e autorização das famílias do homenageado. Ora, uma vez que essas novas cédulas precisariam ser cunhadas muito rapidamente, sem tempo hábil para tal negociação, optou-se pela utilização de animais da fauna brasileira.

Isso mesmo: desta vez nada de carimbos, nada de reaproveitamento dos padrões anteriores. Tinha que ser pra valer!

A Primeira Família de notas de Real, todas com dimensões de 140 x 65mm e com a face contendo a efígie simbólica da República, interpretada sob a forma de escultura, era constituída pelas seguintes cédulas:

R$ 1,00. Lançada em 01/07/1994 e retirada de circulação em 2005, possui no verso a gravura de um Beija-Flor (Amazilia lactea), pássaro típico do continente americano e com mais de cem espécies no Brasil.

R$ 2,00. Lançada em 13/12/2001, possui no verso a gravura de uma Tartaruga Marinha (Eretmochelis imbricata ou tartaruga-de-pente), homenagem a uma espécie que estava em extinção e que, graças ao trabalho desenvolvido pelo Projeto Tamar, agora é preservada no litoral brasileiro.

R$ 5,00. Lançada em 01/07/1994, possui no verso a figura de uma Garça (Casmerodius albus), ave pernalta (família dos ardeídeos), espécie muito representativa da fauna encontrada no território brasileiro.

R$ 10,00. Lançada em 01/07/1994, possui no verso a gravura de uma Arara (Ara chloreptera), ave de grande porte da família dos psitacídeos, típica da fauna do Brasil e de outros países latino-americanos.

R$ 20,00. Lançada em 27/06/2002, possui no verso a figura de um Mico-leão-dourado (Leonthopitecus rosalia), primata de pêlo alaranjado e cauda longa nativo da Mata Atlântica, que é o símbolo da luta pela preservação das espécies brasileiras ameaçadas de extinção.

R$ 50,00. Lançada em 01/07/1994, possui no verso a figura de uma Onça Pintada (Panthera onca), conhecido e belo felídeo de grande porte, ameaçado de extinção, mas ainda encontrado principalmente na Amazônia e no Pantanal Matogrossense.

R$ 100,00. Lançada em 01/07/1994, possui no verso a gravura de uma Garoupa (Epinephelus marginatus), peixe marinho da família dos serranídeos e um dos mais conhecidos dentre os encontrados nas costas brasileiras

A Segunda Família de notas de Real foi lançada visando deixar as cédulas mais modernas e protegidas; ainda que com as mesmas estampas, passou a possuir um novo projeto gráfico e novos elementos de segurança capazes de dificultar as tentativas de falsificação, além de promover a acessibilidade aos portadores de deficiência visual. Outra característica marcante é que passaram a possuir tamanhos diferenciados. Em 13/12/2011 passaram a circular as notas de 50 e 100 Reais; em 27/07/2012, as de 10 e 20 Reais; e em 29/07/2013, as de 2 e 5 Reais. A cédula de 1 Real já havia deixado de ser produzida desde 2005.

121 x 65mm

128 x 65mm

135 x 65mm

142 x 65mm

149 x 65mm

156 x 65mm

E esta é a nossa atual moeda. Já vem se mantendo razoavelmente estável há quase 24 anos. Se não considerarmos o Real Imperial – uma moeda que nem era nossa e muito menos se manteve estável (ainda que tenha circulado por mais de 400 anos) – em termos de longevidade e estabilidade da moeda brasileira, o nosso Real somente perde para o Cruzeiro, criado em 1942 e que permaneceu circulando por aproximadamente 25 anos…


(Início da Saga)

(Continua…)

Livro da Família Andrade

O Livro da Família Andrade foi oficialmente publicado nesta data de 28/02/2018!

Mas, para que entendam melhor, permitam-me contar um pouco dessa “saga”…

Foi no ano de 2014 que descobri o Clube de Autores, um site que permite a elaboração e “autopublicação” de livros. Funciona assim: você prepara seu próprio livro, com todos os detalhes que quiser, utiliza as ferramentas do site para criar sua capa, envia o arquivo, define o preço e eles publicam o livro numa de suas páginas. Caso alguém se interesse por seu livro faz o pedido diretamente na página do Clube de Autores e eles confeccionam o exemplar. Isso mesmo: “o”. Trata-se da chamada impressão sob demanda, ou seja, o livro somente é impresso na medida em que for encomendado. Dessa maneira os mais ilustres e desconhecidos autores – como eu – têm a possibilidade de ver sua obra impressa e publicada, sem a necessidade de gastar uma pequena fortuna com a impressão de uma centena ou mais de livros, que podem ou não vir a ser vendidos.

Pois bem, já há muitos anos sou um curioso no que diz respeito à genealogia – “uma ciência auxiliar da história que estuda a origem, evolução e disseminação das famílias e respectivos sobrenomes ou apelidos” – sendo que comecei os primeiros levantamentos lá pelo início da década de noventa, mas somente a partir de 2002 é que realmente passei a sistematizar aquele mundo de informações no formato de uma árvore genealógica. Ou seja, quando descobri o Clube de Autores eu já tinha um livro da família praticamente pronto (ainda que incompleto, com poucas fotos e com alguns erros). No afã de saber se esse negócio de impressão sob demanda realmente funcionaria, preparei o livro como deu, tendo separado as informações referentes ao ramo Andrade de minha família que eu tinha naquele momento (que eram os registros da família até o ano de 2012), e mandei ver.

Alguns dias depois recebi o resultado. Ficou ótimo! A impressão, a qualidade do material, o acabamento, tudo estava nos conformes! E foi assim que se deu a origem da primeira edição do Livro da Família Andrade, contendo os descendentes de meus avós paternos organizados em ordem cronológica, de modo que que a cada novo nascimento na família, bastaria acrescentar uma nova página no final do livro. E, uma vez que atestada a qualidade e confiança do serviço, as portas se abriram para a publicação de meus outros livros da “série” Filosofices de um Velho Causídico (confiram aí na lateral do blog)…

E agora, cerca de quatro anos após esse primeiro lançamento, temos a segunda edição desse livro da família. Desta vez tive o tempo e o cuidado necessários para poder me esmerar nos detalhes, na organização, no acabamento. Perturbei bem mais de uma vez muitos dos membros da família, encontrando tanto uma excelente receptividade por parte de alguns, quanto uma certa desconfiança por parte de outros. Paciência. Faz parte.

E, desta vez, este livro é bem mais do que uma simples lista dos membros da família!

Em O Início eu conto um pouco da história da Família Andrade, a provável origem desse nome, bem como traço a linha direta entre o mais antigo membro da família que consegui encontrar até os meus avós, Antonio e Sebastianna. E essa história começa em 1629, ano do nascimento de Ângela do Vale e Andrade, na Freguesia de Santa Comba de Fornelos, Distrito de Braga, região norte de Portugal.

Com a Árvore de Descendentes vem o rol em ordem cronológica com cada um dos 137 descendentes diretos até o final do ano de 2017: 12 filhos, 39 netos, 75 bisnetos e 11 trinetos – e a grande maioria com fotos, de modo que dá pra todo mundo se conhecer melhor. Além de permitir dar rosto aos nomes, também dá pra saber quando e onde cada um nasceu, com quem se casou, se por um acaso se separou, quais foram seus filhos e até mesmo quando faleceu. Muitas vezes com uma ou outra curiosidade pra temperar…

Na sequência temos Nosso Presente, um capítulo curtinho, somente para apresentar alguns curiosos gráficos que levam em consideração as datas de nascimentos na família desde seu começo, lá em 1936, ano do casamento de Antonio e Sebastianna.

Em Nosso Passado eu apresento algumas curiosidades que rondaram nossa família, desde quando os primeiros Andrade vieram de Portugal, onde se estabeleceram, para onde foram, assim como trago também alguns genogramas – uma espécie de árvore genealógica simplificada, uma maneira de demonstrar visualmente “quem foi filho de quem”.

Já em Nossos Antepassados tracei uma Árvore de Ascendentes, pois não é só uma única família que dá origem a determinado indivíduo; para cada geração que se sobe, dobra-se o número de antepassados: dois pais, quatro avós, oito bisavós, dezesseis trisavós e assim por diante – na maior parte das vezes cada qual oriundo de uma família diferente. Dessa maneira, a partir de meus filhos, além dos ascendentes da família Andrade, temos ainda as famílias: Nunes, Miura, Mizoguti, Santos, Maia, Antunes, Kumaki, Casaes, Bem, Mello, Faria, Franco, Romana, Novaes, Guimarães e Teixeira – isso para relacionar somente até os trisavós, na sexta geração. Mas neste livro o levantamento segue até a 22ª geração, ali pelo final da Idade Média…

Quase finalizando temos outro capítulo curtinho: Efemérides – uma maneira rápida e prática de saber quando cada um dos descendentes comemora seu aniversário.

Também pra facilitar, no Índice Alfabético tem a relação de praticamente todos os nomes que são citados no livro, quer sejam descendentes ou não, com a respectiva página onde se encontram.

E como não podia deixar de ser, em Terminus eu falo um pouco dos outros livros que publiquei, bem como apresento uma pequena crônica que escrevi há alguns anos e com a qual ainda me emociono a cada vez que leio. É onde também se pode encontrar uma imagem da capa bem como as “orelhas” que foram escritas para cada um desses livros.

Enfim, é isso! Aqueles que já tiveram acesso à primeira edição vão ficar surpresos com a quantidade de informações que trago nesta segunda edição. E, melhor ainda, publiquei duas versões do Livro da Família Andrade: uma em preto e branco e outra em cores. É lógico que o preço desta segunda fica bem mais salgado, mas vai do gosto de cada um, né? Abaixo seguem os links para acesso aos livros, lá no Clube de Autores.

Livro da Família Andrade (P&B)

Livro da Família Andrade (CORES)

E aí? Ainda tá esperando o quê? 😉