A morte da leitura?

Interessantes considerações – principalmente nesta era internetística em que vivemos e que acaba criando uma falsa sensação de que estaríamos lendo mais. Talvez estejamos, de fato, mais antenados… Mas será que realmente temos conseguido mais profundidade com esse tipo de leitura?

Enfim, dá no que pensar…

Vejam só:

“(…) No Brasil, cerca de 77 milhões de pessoas dizem não gostar de ler. Razões:

  • 17% dizem que lêem muito devagar,
  • 11% não têm paciência para ler,
  • 7% não compreendem o que lêem,
  • 7% não têm concentração para ler,
  • os demais têm explicações outras.”

 
Muito mais detalhes com o Jarbas, no Boteco Escola, bem neste link aqui.

3 thoughts on “A morte da leitura?

  1. Caro Adauto,

    Obrigado pela foça. A questão da leitura hoje merece muita conversa. Sinto os efeitos da crise na universidade. Alguns alunos meus têm certa dificuldade para ler textos um pouquinho exigentes. Abraço grande,

    Jarbas

  2. pois é, e não é só a literatura e a língua portuguesa que padecem entre a população.
    para a matemática também nos falta compreensão.
    pesquisa recente dá conta de que, no brasil, temos 3 tipos de pessoas: as que sabem contar e as que não sabem.

  3. Jarbas, não por isso! Na prática, entendo que bons textos devem sempre ser divulgados. Simples assim.

    No tocante à questão da leitura, de minha parte tenho tentado dar um rumo para meus filhotes (5, 7 e 10 anos): desde a mais tenra idade eles já convivem com esse hábito em casa, pois eu e minha esposa lemos bastante. Particularmente me classifico como um leitor onívoro, pois tenho uma compulsão de sempre estar lendo algo – nem que seja bula de remédio!

    Já minha criançada tem uma predileção por gibis da Turma da Mônica, os quais estão espalhados pela casa inteira – mesmo o caçulinha, que ainda não sabe ler, vive concentrado, “passando os olhos” pelas estórias. Aproveitando esse interesse deles, passei também a comprar outros gibis mais “complicados”, como mangás e outros da DC e da Marvel de uma linha mais adulta. De vez em quando tempero isso com uma ou outra revista do Asterix (pois tenho a coleção completa).

    Independentemente disso, na escola deles está sendo feito um bom trabalho, como já comentei aqui. E, recentemente, no aniversário do mais velho, presenteei-o com o livro Um estudo em vermelho, de Conan Doyle. Passado algum tempinho ele veio me contar, todo orgulhoso: “Paiê, já estou na página 64!”…

    Marcelo, meu literato amigo: depois você me explica com detalhes como mesmo foi que conseguiu passar pelo controle de spam numérico aqui dos comentários, ok?

    😀

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