E eis que aumenta a população de Jacareí, cá pro interior de São Paulo. No último dia 15 nasceu a Manuela, filha de minha prima (que é filha da minha prima), Mariana…

Lindas, não?
E eis que aumenta a população de Jacareí, cá pro interior de São Paulo. No último dia 15 nasceu a Manuela, filha de minha prima (que é filha da minha prima), Mariana…

Lindas, não?
Muito bem crianças, vamos a mais uma aulinha…
Acontece que, apesar das dicas que já foram dadas aqui, de vez em quando ainda surge um ou outro DVD que não possibilita que se faça uma cópia de segurança – ou, ao menos, uma “cópia para avaliação… perpétua”.
Para esses casos – e após uma leve fuçada internetística – encontrei o AnyDVD (cujo download de uma cópia de avaliação pode ser feita no Baixaki). Eis sua descrição:
O AnyDVD funciona como um controlador que desencripta de forma automática e em plano de fundo, qualquer DVD de vídeo.
O DVD aparece como desprotegido e sem código regional para qualquer programa e para o próprio sistema operativo.
Daí, com o bichinho instalado e funcionando em segundo plano, ainda que apenas na versão trial, basta usar seu programa de cópia favorito – no meu caso, o DVD Shrink – e seguir o caminho da roça, como se fosse qualquer outro DVD “normal”.
Simples assim.
Na realidade, “algumas” fotos…
São três momentos da antiga estação ferroviária Martins Guimarães, de São José dos Campos – sendo a foto mais antiga datada de cerca de 1928, logo abaixo.

Essa estação, situada na atual Estrada Municipal Martins Guimarães (lá pras bandas da Vila Industrial), foi inaugurada em 1921 e quatro anos depois reconstruída a cerca de 2,5km do ponto original, em função da abertura da variante da linha férrea em São José dos Campos.
O seu nome homenageia o engenheiro José Francisco Martins Guimarães Filho, chefe de tráfego em 1892 e depois chefe de linha e diretor (isso me lembra que tem uns “Guimarães” perdidos em minha árvore genealógica, vindos lá do interior de Minas…).

Por volta de 1948 a estação foi desativada devido à construção de uma variante muito próxima a ela, mas que a deixou fora da linha. Uma nova foi construída (a uns cem metros da original) com o mesmo nome na variante, mas foi demolida – a nova – no início de 2004.
Apesar de abandonada, a estação ainda está de pé e é tombada pelo Patrimônio Histórico Municipal desde 1996, como se vê pelo “perfeito” trabalho de preservação e manutenção a seguir…

Segundo notícias (internetísticas), ainda que pertença ao espólio da RFFSA, essa construção logo vai acabar caindo, pois as colunas tiveram tijolos retirados e estão muito desgastadas e finas. Na prática, o que mais protege a estação neste momento é o alto matagal que dificulta o acesso a ela…
Apesar de uma decisão judicial em primeira instância – movida pelo Ministério Público Federal – que obrigaria o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) a realizar obras de restauração nessa estação, a mesma foi suspensa após a atuação da Procuradoria Regional Federal da 3ª Região, pois foi alegado que não teriam sido cumpridos os procedimentos do Decreto-Lei nº 25/37 (isso mesmo, 1937, ainda da época do Getúlio!), de modo que o tombamento estaria irregular.
Enquanto dura a pendenga, cada vez mais há menos da construção. Na minha opinião, o dinheiro que já foi consumido processualmente entre horas de trabalho de procuradores e serventuários da justiça de um modo geral já garantiria a reforma da estação – que nem é tão grande assim!
Mas, “com sorte”, quem sabe o prédio já não cai primeiro? Na prática não seria isso que acaba sempre acontecendo nessas quedas de braço? Daí, segundo aquele velho fluxograma que já rodou centenas de vezes pela Internet, você puxa uma seta desviando de todos os quadros que imputam responsabilidades até conseguir chegar ao input final onde está escrito “não há problemas”…
“Fomos invadidos por hackers”, PROCON estuda ação coletiva, sistema está deficitário desde quarta-feira da semana passada, os usuários serão compensados pela lentidão e inatividade do acesso, etc, etc, etc.
Tãotáintão.
Acontece que eu poderia tecer alguns bons comentários sobre o assunto, tanto do ponto de vista do juridiquês quanto do informatiquês.
Mas já tô cansado em plena manhã de segunda-feira cinzenta, meu humor não tá lá grande coisa e enquanto não houver uma real competitividade no setor só resta mesmo o iuris esperniandis…
Quem quiser comentar que comente.

THOR

Mesa de jantar e de bilhar. Nada como unir o útil ao agradável…
Pois é, atravessamos uma semana direto sem nenhum post.
Tá complicado manter esse cantinho atualizado…
Mesmo assim, vamos tentar manter o compromisso!
Essa foto abaixo é de meus bisavós pelo lado materno de meu pai. O que é que isso quer dizer? Que são os avós de meu pai pelo lado da mãe dele. Temos o ilustríssimo senhor Alcindo de Paula Maia (*1898/+1942), lavrador, nascido no Turvo, RJ, e a senhora Laura de Casaes Santos (*1898), natural de Santa Rita de Jacutinga, MG. Inclusive uma dessas crianças deve ser minha avó Sebastianna (*1920/+2000) – provavelmente a criança mais velha, no chão, pois meus bisavós se casaram em 1919, em Santa Rita de Jacutinga, MG.

Duas curiosidades. A primeira é que o nome “Laura” acabou atravessando mais uma geração, pois foi o mesmo nome que minha avó deu à sua filha caçula (a décima-segunda da linhagem) – que inclusive é uma tia mais nova que meu irmão mais velho. Coisas de família grande. A segunda curiosidade é a forma pela qual meu pai costuma referir-se à indumentária usada por seu avô para a foto. Segundo ele, trata-se de um “terninho de cagar em pé”…