Paulo Henrique Amorim & Mino Carta

Que mais posso dizer? Basicamente o iG fez um “acordo” com o Paulo Henrique Amorim: o grupo entrou com o pé e ele entrou com a bunda. E assim finou-se (em termos) o Conversa Afiada.

Em pleno gesto de solidariedade, Mino Carta também fez um “acordo” com o iG: deu-lhe uma banana, enfiou a viola no saco e partiu. E assim finou-se (também em termos) o Blog do Mino.

Agora basta aguardar até descobrir onde exatamente essas duas feras da coerência voltarão a nos brindar com seus textos.

Mais detalhes no site do sempre antenado jornalista e copoanheiro Bicarato: basta clicar aqui (não deixe de ler os comentários).

Os sete treze pecados capitais

Vamos lá: quem se lembra? Procurem recordar de suas aulas de catecismo! Não, não esse catecismo! Aquele outro, tá bom? Os pecados capitais, segundo a igreja católica – perdoem-me os fiéis, mas pra mim é assim, em minúsculas mesmo (será isso um pecado?) – agora são treze. Eis a nova lista:

1. gula *;

2. luxúria;

3. avareza;

4. ira;

5. soberba;

6. inveja;

7. preguiça *;

8. manipulação genética;

9. uso de drogas *;

10. poluição do meio ambiente;

11. agravamento da injustiça social;

12. riqueza excessiva;

13. geração de pobreza.

Acho que é mais ou menos isso. Fui só eu ou alguém mais percebeu que todos os “novos” pecados precisam de mais de uma palavra para se “explicar”? É, já começou – no mínimo – de forma esquisita a coisa…

Mas o mais esquisito acaba sendo o reflexo disso na sociedade. A lista original foi instituída pelo papa Gregório Magno, no século VI, e os acréscimos se deram por conta do papa Bento XVI, agora em 2008. Rapidinho, não? Creio que isso deve ter sido uma tentativa de update, pois, sinceramente, não acho que encaixaria como upgrade

Agora vejam uma notinha tirada da Revista da Semana, de 17/03/08, pág. 9:

Gaúcho de Santa Maria, Lauro Trevisan é um padre católico muito rico. Aos 73 anos, tem uma fortuna de R$20 milhões, amealhada em décadas de desafio a vários postulados imutáveis da igreja católica, conforme definiu a edição brasileira da revista Rolling Stone. O negócio de Trevisan é “auxiliar pessoas a desenvolver o poder da mente em busca da felicidade”.

Já escreveu e publicou 57 livros (O Infinito Poder da Mente, de 1980, vendeu 1 milhão de exemplares), produziu fitas cassete, VHS e DVDs. É dono de Livraria, parque temático, teatro e de um Chrysler de R$170 mil, comprado à vista. Apesar do nariz torcido de diversos superiores, continua a celebrar missas e a ostentar, sem medo, sua riqueza. “A vida não é um sacrifício, Deus não é sádico”, diz.

Heh… Isso me lembra um outro padre “popstar” do momento… Mas, afinal de contas, o que seria isso? Dois pesos e duas medidas? Vai saber…

* SIFUDÍ!!!