Linux & Nightwish

O que o Linux e conjunto Nightwish têm a ver um com o outro? Pra mim, hoje, tudo.

Apesar de já ter instalado previamente a distribuição Ubuntu do Linux na máquina de casa (lembram-se?), tive alguns problemas com o HD e – é lógico – andei reformatando tudo. Nesse meio tempo andei meio que de “namoro” com uma distribuição chamada Famelix, que tem a mesma carinha e que tem atendido bem as expectativas lá no trabalho. Mas, apesar da boa vontade de seus desenvolvedores, tenho lá minhas dúvidas se de repente esse bichinho não será descontinuado. Daí, há não muito tempo, li sobre a versão 7.10 do Ubuntu e resolvi instalá-lo de vez em casa.

Tá certo que houveram uns enroscos na instalação, mas quem se mete a fuçar nessa área tem que ter um requisito básico: paciência. Às vezes as coisas funcionam mais por intuição do que pela lógica propriamente dita. Num rápido resumo da ópera, basta dizer que, para a instalação ocorrer bem, deve-se dar o boot com o Live CD e garantir uma conexão com a Internet. Só assim o sistema consegue já puxar os pacotes básicos que vão garantir sua reinicialização suave.

Depois, já tendo reinicializado pelo HD e novamente conectado (ADSL) é bom dar uma atualizada nos pacotes instalados – não se preocupe, o sistema faz isso automaticamente. Por fim, basta começar a testar se as funcionalidades do computador estão sendo executadas a contento.

E é aí que o Nightwish entra na história!

Para testar a execução de DVDs no computador busquei o primeiro que vi na minha frente – e que estava há semanas aguardando para ser executado. Um show do conjunto Nightwish, uma banda finlandesa, que o amigo Bellini, de Jacareí, emprestou de bom grado e que até hoje – sinceramente, mais por falta de capacidade na coordenação de meu tempo que por qualquer outro motivo – eu ainda não havia assistido.

De fato, um espetáculo! E não falo isso só para agradar quem quer que seja, pois, de fato, o conjunto é muito bom.

Desde a adolescência sempre gostei de um bom rock, com fortes tendências para o heavy-metal e rock progressivo. Um deleite para meus ouvidos são aqueles que misturam um bom vocal a uma boa percussão e uma bem manejada guitarra. A música desse conjunto, chamada de Symphonic Metal, em alguns pontos lembra um pouco a do Therion (que também conheci através do Bellini – sempre ele!), mas sem ser tão voltada ao lirismo. Trabalha bem mais com os solos de guitarra, e tem como diferencial sua vocalista, uma mulher cuja voz também lembra um pouco a da Nina Hagen (sem ser tão escrachada). Outras músicas são interpretadas por outro vocalista – também baixista – e nesses casos lembram as do Bruce Dickinson, do Iron Maiden, mas sem aquela característica de sirene de alarme anti-aéreo

Enfim, repito, muito bom!

E, conjugando o melhor do Free Software com o melhor do Symphonic Metal, eis que estou aqui, “blogando” diretamente do Firefox, sobre o Ubuntu 7.10, com uma janela em miniatura suspensa à direita da tela, assistindo o show do Nightwish através da interface do Gnome com um programinha chamado Totem.

Não é o máximo?

😀

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